Minha experiência com home care!

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Primeiramente você sabe o que é home care?

O termo home care é de origem inglesa, “Home” significa “lar”, e a palavra “Care” traduz-se por “cuidados”. Portanto, a expressão Home Care designa literalmente: cuidados no lar.

Eu tinha um histórico de internações muito grande, tinha ano que eu internava entre 6 a 10 vezes no mesmo ano, a exposição a infecção hospitalar e outros riscos era muito grande, só que eu e minha família não sabíamos da existência desse tipo de serviço e muito menos que poderíamos conseguir isso pelo plano de saúde.

Até que um dia minha pediatra na época, comentou que na nossa cidade tinha uma empresa que prestava esse serviço, ela fez a solicitação por escrito para fazermos o pedido através do meu plano de saúde e assim começou a minha trajetória para que a UNIMED pudesse autorizar esse serviço.

Não conseguimos a autorização facilmente, foi preciso entrar na justiça para que a UNIMED pudesse autorizar a home care para mim.

No ano de 2014 a justiça me concedeu o direito de ter a home care, desde então minha vida melhorou bastante com esse tipo de serviço tenho acompanhamento de técnico de enfermagem 24 horas/dia, fisioterapia, fonoterapia, terapia ocupacional, nutricionista, enfermagem, psicóloga e médico para me assistir sempre que eu necessito.

O número das minhas internações diminuiu quase 95%.

Tipos de cadeiras de rodas!!!!

Uma cadeira de rodas é projetada para oferecer a mobilidade e a oportunidade de melhorar a qualidade de vida dos usuários. Existem diversos tipos de cadeiras de rodas. Antes de decidir comprar, considere o seguinte: se a cadeira é projetada para uso interno ou externo se ele pode ser dobrado e colocado no porta-malas, o que a fonte de energia é, quanto pesa, que opções ajustáveis estão disponíveis, a garantia e o custo. Cadeiras de rodas manuais

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Cadeiras de rodas manuais são movidos pelo usuário ou um assistente. As rodas traseiras são normalmente sobre um eixo que permite ao usuário mover, empurrando as rodas para baixo ou puxando-os para trás. O usuário determina a velocidade tanto para trás e para a frente. Cadeiras de rodas manuais exigem uma boa dose de força superior do corpo e coordenação. Os pedais e alavancas manuais estão disponíveis para ajudar no movimento

Elétricas Cadeiras de rodas

Cadeiras de rodas eléctricas são uma boa opção para aqueles que não têm a coordenação ou força para mover uma cadeira de rodas manual. As baterias são recarregáveis e são montados embaixo do banco do usuário. O usuário é responsável pelo movimento da cadeira. Um joystick está montado sobre o descanso de braço ou de uma barra, em frente do utilizador, o qual controla o movimento da cadeira por meio de sucção de ar ou de libertação. Benefícios de cadeiras de rodas eléctricas incluem opções de inclinação, a capacidade de reclinar e elevadores para o assento, pernas e braços. As opções adicionais permitem que a cadeira de rodas para ser personalizado para as capacidades do usuário e as necessidades de longo prazo

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Em 2009, havia três tipos de baterias disponíveis para cadeiras de rodas eléctricas: Celulares molhado, celulares gel e AGM. Baterias de células Wet são leves, baratos e têm um menor risco de ser sobrecarregado e queimar. A desvantagem de baterias de células molhada é a sua tendência a escapar, impedindo-os de ser usado para o transporte aéreo. Baterias de células Gel são pesados, mas não vazam e são aprovados para o transporte aéreo. Baterias AGM são os mais pesados e mais caros. A bateria AGM é adequado para aviões, não vaza e é uma opção livre de manutenção.

Embora haja carregadores de baterias separadas disponíveis, muitas cadeiras de rodas eléctricas carregar facilmente ao ser plugado polegadas

Scooters

Scooters tem quatro pequenas rodas e uma plataforma baixa. Este tipo de cadeira de rodas é muitas vezes com base nas preferências e necessidades do usuário. Cadeiras em uma scooter pode ser montado ou feito para rodar assim que o usuário pode sair qualquer um dos lados. Um problema potencial é que a posição utilizada para a condução pode ser rígida ou desconfortável.

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Stand- Up Cadeiras de rodas

Cadeiras de rodas Stand-up oferecer ao usuário a oportunidade de ser na posição de pé , ao ser apoiado . Uma bomba hidráulica levanta ou inclina o assento. Isso é muitas vezes um recurso útil para em casa e uso público.

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Bariátrica Cadeiras de rodas

Bariátricas cadeiras de rodas são para aqueles que pesam mais de 250 quilos. e pode ser utilizada para um máximo de 1000 £ . Cadeiras de rodas bariátrica são normalmente feitos sob medida, com tamanhos de assento variando de 20 a 34 polegadas. A armação pode ser feita de aço inoxidável, aço carbono ou aço reforçado. As tampas, ou almofadas , podem ser feitas de vários materiais diferentes .

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Pediátricos Cadeiras de rodas

Cadeiras de rodas pediatras são projetados para uso por crianças. Eles dão ao usuário a capacidade de sentar-se , reclinar ou deitar-se . Eles vêm em vários tamanhos e modelos e pode ser com base na idade e crescimento. Cadeiras de rodas especiais também estão disponíveis para necessidades específicas. Os assentos podem ser contornados para o conforto. Cadeiras de rodas para as crianças tornaram-se mais fácil de usar, mais leve e mais seguro.

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Cadeiras de rodas esportivas

Cadeiras de rodas esportivas oferecem atletas a capacidade de participar de esportes de sua escolha. Estas cadeiras têm desenhos diferentes, dependendo do esporte . Quadros leves são os mais comuns, mas as cadeiras de rodas esportivas não desistir. Cadeiras de rodas esportivas também são mais estáveis para voltas repentinas.

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Você sabe o que é o projeto Praia para Todos???

 

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Então vamos lá…

“Praia para Todos” é uma iniciativa gratuita, em Copacabana e na Barra.

Na Zona Sul, a novidade é o Stand Up Paddle adaptado.

Promover a acessibilidade das praias para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida de ambos os sexos e de todas as idades, oferecendo no local a inclusão e integração social dessas pessoas através do esporte e lazer, aproveitando a praia como ambiente e o esporte adaptado como instrumento.

Um programa de acessibilidade tem permitido o banho de mar para portadores de deficiência nas praias do Rio.

O Projeto Praia para Todos promove acessibilidade para cadeirantes e pessoas com limitações físicas que haviam perdido o contato com o mar.

Os encontros ocorrem em Copacabana, Zona Sul, e na Barra da Tijuca, Zona Oeste, aos fins de semana. No mar de Copacabana, a atividade ocorre entre os postos cinco e seis, já na Barra, o projeto ocorre na altura do posto três.

Além de mergulhar, os cadeirantes também podem fazer atividades radicais. Nas aulas da Zona Sul, a novidade é o Stand Up Paddle adaptado. Na prancha, o banhista recebe ajuda da equipe e rema sentado.

Após passar por regiões consideradas nobres do rio de janeiro – Barra da Tijuca, Ipanema e Copacabana-, o projeto passou por uma área carente, o Piscinão de Ramos, localizado no subúrbio da Leopoldina. O encerramento contou com artistas como Dicró, Bhega e Murilo di Vangô, artistas da região, que proporcionaram momentos de diversão e cidadania.

O projeto praia para todos contribuiu fundamentalmente para mobilizar e despertar a sociedade, poder público e privado para o respeito à diversidade e favorecimento da acessibilidade.

O criador do projeto, Ricardo Gonzalez, ressalta que todos podem participar, já que a iniciativa é gratuita. “Dá para fazer o que quiser, lazer, esporte, convivência. Todos serão muito bem-vindos”, disse.

As cadeiras anfíbias voltam a dominar algumas praias na orla carioca durante o verão. O projeto Praia para Todos, do Instituto Novo Ser, retomou as atividades em dezembro e ficará até abril nas praias da Barra da Tijuca, no posto 3, Copacabana, entre os postos 5 e 6, e no novo point do projeto, no Leblon, em frente ao Quiosque Riba, desde o último sábado

 Das 9h às 14h, nos fins de semana, pessoas com deficiência podem entrar no mar e participar de esportes adaptados e atividades de lazer, tudo gratuito. Profissionais capacitados das áreas de educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, além de estagiários e voluntários do instituto, coordenam as atividades.

Camila Vasconcellos, fisioterapeuta e uma das coordenadoras do projeto, que tem nove anos, diz que a cada edição aumenta o interesse dos usuários.

— A família se sente feliz levando os usuários. A sociedade tem mudado um pouco o comportamento, não tanto que eu gostaria, em relação às pessoas com deficiência. Na praia da Barra, os barraqueiros nos ajudam — disse Camilla.

Em nove anos de projeto, cerca de 5 mil pessoas já praticaram atividades no projeto. Outras 19 mil foram participaram indiretamente – como familiares, visitantes e profissionais da área.

De dezembro a fevereiro as atividades são o banho de mar assistido, piscina infantil (Barra e Copacabana), frescobol adaptado (Barra e Copacabana), vôlei sentado e surfe adaptado (Barra), stand up adaptado (Copacabana). De março a abril acontece somente o banho de mar assistido.

 Desde 2010 a Michelin apoia o Projeto Praia para Todos, que promove a acessibilidade nas praias cariocas: diversas atividades esportivas e de lazer são realizadas, sempre adaptadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Tudo é supervisionado por profissionais capacitados das áreas de educação física e fisioterapia, contando também com a presença de diversos voluntários.

A iniciativa tem como objetivo aumentar a integração da pessoa com deficiência com a natureza e o esporte, além de ser uma ferramenta importante para despertar a atenção da opinião pública para a falta de estrutura adaptada no espaço público.

Fonte de pesquisa:

Jornal O Globo

Você sabe o que diz a Lei de Acessibilidade?

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Foto retirada da internet

Acessibilidade para Deficientes – Adaptações e Normas de acessibilidade para deficientes.

A Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CORDE, é o órgão de Assessoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, responsável pela gestão de políticas voltadas para integração da pessoa portadora de deficiência, tendo como eixo focal a defesa de direitos e a promoção da cidadania.

A Lei nº 7.853/89 e o Decreto nº 3.298/99 balizam a política nacional para integração da pessoa portadora de deficiência. Criando assim as principais normas de acessibilidade para deficientes.

A CORDE tem a função de implementar essa política e para isso, orienta a sua atuação em dois sentidos: primeiro é o exercício de sua atribuição normativa e reguladora das ações desta área no âmbito federal e, o segundo é desempenho da função articuladora de políticas públicas existentes, tanto na esfera federal como em outras esferas governamentais.

Se você tem um ponto comercial, seja uma loja de rua ou um shopping center, é essencial que ela esteja de acordo com as regras de acessibilidade prevista na legislação brasileira.

A lei nº 10.098 foi criada para estabelecer normas e critérios básicos para a promoção da acessibilidade para portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. Ela determina, primordialmente, a remoção de barreiras e obstáculos em vias, espaços públicos e edificações.

O que é acessibilidade? A Lei de Acessibilidade define o termo como a “possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

O que são barreiras? A Lei de Acessibilidade considera como barreira qualquer obstáculo que impeça ou limite a movimentação em segurança das pessoas. Ela ainda classifica as barreiras em quatro categorias:

– Arquitetônicas urbanísticas: existentes nos espaços públicos;

– Arquitetônicas na edificação: encontradas dentro de edifícios, sejam eles públicos ou privados;

– Arquitetônicas nos transportes: verificadas nos meios de transporte;

– Nas comunicações: seriam os obstáculos que dificultam a troca de mensagens pelos meios de comunicação.

Os empreendedores também devem ficar atentos às regras de acessibilidade, pois elas valem também para empreendimentos de uso coletivo, como quaisquer atividades de natureza comercial, hoteleira, cultural, esportiva, financeira, turística, recreativa, social, religiosa, educacional, industrial e de saúde, inclusive as edificações de prestação de serviços.

– Todas entradas devem ser acessíveis;

– Toda edificação e estabelecimento deve ter sanitários acessíveis às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, possuindo 5% do total de cada peça (quando houver divisão por sexo), obedecendo ao mínimo de uma peça;

– É obrigatória a reserva de vagas em estacionamento de uso público para pessoas com deficiência próximas aos acessos de circulação de pedestres;

– O caminho entre o estacionamento e o acesso principal deve estar desbloqueado para portadores de deficiência.

É importante salientar que a adequação a estas normas depende do tipo de estabelecimento. Lojas no térreo não podem estar localizadas em um nível acima da calçada ou devem contar com rampas. Centros comerciais de mais de um andar devem ter elevadores.

Também é essencial que as edificações e estabelecimentos contem com sinalização adequada, não só para indicar banheiros e vagas especiais de garagem, mas também para proteção, orientação e mobilidade, o que ajuda, especialmente, pessoas com deficiência visual.

Para esses casos, é preciso instalar a sinalização tátil de piso, que consiste em: ser antiderrapante; ter textura contrastante em relação ao piso adjacente; ter cor contrastante para ser percebido por pessoas com baixa visão; atender as características de desenho, relevo e dimensões de acordo com a norma ABNT NBR 9050/04.

Adaptações para pessoas com Deficiência Física.

Dicas básicas

Percorra toda a empresa observando se:

As áreas de circulação estão sinalizadas com o Símbolo internacional de Acesso

Os trajetos para as diversas áreas da empresa estão livres de obstáculos (escadas) para o acesso das pessoas que utilizam cadeira de rodas

Todas as portas apresentam largura de no mínimo 0,80 m para garantir o acesso das pessoas que utilizam cadeira de rodas

Há portões laterais com largura mínima de 0,80m em locais de acesso com catraca

Os balcões de atendimento, inclusive automáticos, permitem a aproximação frontal de pelo menos uma cadeira de rodas e apresentam altura de 0,80m com altura livre mínima de 0,70m do piso

Os relógios de ponto estão a uma altura de 0,80m do piso

Os elevadores apresentam o Símbolo Internacional de Acesso fixados nas portas, possuem abertura de acesso de no mínimo 0,80m de largura e botoeiras com altura de no mínimo 0,80m e no máximo 1,20m

A disposição de mobiliários garantem área para a circulação plena de cadeirantes

Há reserva de vagas no estacionamento para pessoas portadoras de deficiência ambulatória, bem como sinalização com placas para identificá-las

Os banheiros da empresa estão adaptados, apresentando (Figura 01):

Porta de acesso de no mínimo 0,80m de largura;

Maçanetas do tipo alavanca;

Área suficiente para manobras de cadeirantes;

Barras laterais de apoio para usos de sanitários;

Altura da pia de 0,80m do piso e respeitando uma altura livre de 0,70;

Torneira do tipo pressão;

Borda inferior dos espelhos a uma altura de 0,90m do piso, podendo atingir o máximo de

1,10m e com inclinação de 10 graus;

Porta de acesso aos boxes dos banheiros de no mínimo 0,80m de largura;

Assentos das bacias sanitárias a uma altura de 0,46m do piso ou quando utilizada a plataforma para compor a altura estipulada, apresentar projeção horizontal da plataforma de no mínimo 0,05 m do contorno da base da bacia.

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O que é a Terapia Ocupacional? É os benefícios dela na vida de uma pessoa com deficiência!

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“Terapia Ocupacional é a ciência que estuda a atividade humana e a utiliza como recurso terapêutico para prevenir e tratar dificuldades físicas e/ou psicossociais que interfiram no desenvolvimento e na independência do cliente em relação às atividades de vida diária, trabalho e lazer. É a arte e a ciência de orientar a participação do indivíduo em atividades selecionadas para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade, facilitar a aprendizagem daquelas habilidades e funções essenciais para a adaptação e produtividade, diminuir ou corrigir patologias e promover e manter a saúde.”

Já desde a antiguidade oriental e antiguidade clássica se entendeu que ‘ocupar’ e ‘divertir’ o doente lhe dá bem-estar e facilita a sua integração social. Os egípcios entretinham os doentes mentais com tarefas simples, música, dança e passeios pelos jardins.

Na Grécia e em Roma existiam templos (dedicados a Esculápio) cujos sacerdotes se dedicavam à cura de doentes mentais mediante o entretimento e a diversão. Galeno, médico grego, e Séneca, filósofo e preceptor romano, aconselharam os poderes públicos para que mantivessem ocupados os doentes com agitação mental.

Na Idade Média uma doença era considerada uma provação ou um castigo de Deus, pelo que os doentes deviam aceitá-la como tal, com resignação, e as doenças mentais mais profundas eram tidas como estados de possessão demoníaca, sendo os doentes do foro mental mantidos presos em masmorras, acorrentados ou até queimados nas fogueiras.

Nos finais da Idade Média e século XVI e XVII, valeram-lhes as ordens religiosas e a piedade cristã. São destes tempos as ações de Frei Juan Gilaberto Jofré, que fundou em Valência, Espanha, por volta de 1409, o Hospital de los Santos Inocentes para doentes mentais e crianças abandonadas, mantendo os doentes ocupados nomeadamente com trabalhos agrícolas, e de São João de Deus que fundou em Granada, Espanha, a Ordem dos Irmãos do Hospital, que também assistia os doentes mentais usando idênticos métodos.

A Terapia Ocupacional como ciência interdisciplinar e método de tratamento sistematizado nasceu na 2ª metade do século XVIII. Philippe Pinel (1745-1826), médico psiquiatra francês, teve conhecimento das experiências asilares em Espanha levadas a efeito pelas ordens religiosas e ficou impressionado com os resultados obtidos com os doentes mentais. Dedicou-se ao estudo destas doenças e pacientes e à formulação de uma teoria e método de tratamento que são o fundamento da atual Terapia Ocupacional.

No Séc. XX, na década de 1920, Hermann Simon (1867 – 1947) valorizou a utilização do trabalho no tratamento da doença, acabando com a ideia do doente mental improdutivo e, ao mesmo tempo, organizou o espaço asilar como local de valorização do trabalho. A praxiterapia trouxe novamente para a prática psiquiátrica a ideia de que o trabalho faz com que o paciente se torne um indivíduo responsável, ativo e útil. No começo deste século, Hermann Simon procurava dar alguma forma de ocupação para cada paciente do hospital psiquiátrico que estivesse capacitado para tal. A teoria de Simon praticada apenas no campo dos trabalhos manuais não incluía distinção entre os vários tipos de doentes.

Foi Kurt Schneider (1887 – 1967) quem, em finais dos anos 1930, sistematizou os tipos de tratamentos adequados conforme os tipos de pacientes e graus da patologia, nomeadamente no campo da esquizofrenia.

As ideias sobre assistência psiquiátrica imperantes após a Revolução Francesa tiveram uma influência maior e mais imediata no Brasil do que em Portugal, tendo sido um dos factores determinantes para isso a vinda da família real portuguesa para o Brasil (ver Maria I de Portugal).

Já em 1854, no Hospício Pedro II havia oficinas de sapataria, alfaiataria, marcenaria, florista e fiação de estopa. Em 1903, Juliano Moreira (1873 — 1932) foi nomeado director do Serviço de Assistência Psiquiátrica pelo estímulo do trabalho como meio de beneficiar os doentes. Em 1911, Juliano Moreira criou uma colónia para mulheres em Engenho de Dentro (Rio de Janeiro) onde a terapêutica pelo trabalho passou a ser executada com maior extensão. No entanto, foi com a criação da Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, que o tratamento pelo trabalho tomou grande impulso, principalmente os trabalhos do campo (plantio de frutas, cultivo de hortas, criação de gado etc.).

Em meados da década de 1940, quando Nise da Silveira iniciou seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional – hoje Hospício Pedro II, do Rio de Janeiro -, a polarização que existia nas primeiras décadas do século, e que dividia a psiquiatria entre as práticas ergoterápicas e o desenvolvimento de bases científicas e orgânicas, se havia desfeito. A ergoterapia fora condenada ao limbo e as práticas correntes baseavam-se em eletrochoques, lobotomias e, posteriormente, em terapia química e medicamentosa. Nise opôs-se frontalmente a tais procedimentos, colocou-se desde o início num embate contra a psiquiatria de seu tempo. Para ela, a vida psíquica deveria ser pensada como processo constante de interacção com aquilo que cerca cada ser humano. A psicopatologia, numa dimensão fenomenológica, consistiria em planos de experiência, em modos de existência e de estar no mundo. Seu interesse era penetrar no mundo interno dos esquizofrénicos, aproximar-se deles, conhecer-lhes a dor e, ao mesmo tempo, melhorar suas condições de vida. Para isso, passou a gerenciar um setor sem recursos no Centro Psiquiátrico Nacional, o Setor de Terapêutica Ocupacional, considerado, na época, um método destinado a apenas ‘distrair’ ou contribuir com a economia hospitalar.”

No Brasil, a profissão foi regulamentada em 13 de Outubro de 1969 pelo decreto-lei n. 938, publicado no diário oficial n. 197, de 14 de outubro de 1969.

O cenário atual de atuação profissional começa a se modificar com a abertura de novas faculdades, maior número de trabalhos publicados por terapeutas ocupacionais, especializações específicas e participações em eventos científicos.

O acelerado avanço tecnológico das últimas décadas tem trazido mais praticidade para o dia-a-dia das pessoas, modernizando e ampliando o acesso à informação e comunicação.

Para as pessoas com necessidades especiais, mais do que facilidade, a tecnologia abre novos caminhos, expandindo as possibilidades de atuação no meio e de interação. Pensando nisso, a terapia ocupacional aliou-se às Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), buscando a acessibilidade e a inclusão destes indivíduos. O presente estudo tem como objetivo apresentar aos terapeutas ocupacionais os benefícios da utilização das TICs como recurso terapêutico na reabilitação e inclusão de indivíduos com necessidades especiais.

As novas descobertas da tecnologia surgem a cada dia para facilitar a vida do homem, todavia, em resposta ao progresso acelerado da humanidade, é exigido do homem que se adapte ao meio para que não fique para trás nessa corrida pela evolução. As pessoas com necessidades especiais não devem ficar de fora deste progresso.

Pensando nisso, a terapia ocupacional que tem como objetivo central auxiliar os indivíduos na melhora do seu nível independência e autonomia, adaptando-se às exigências do meio, aliou-se à tecnologia da informática buscando facilitar a inclusão desta clientela no “mundo digital” e, ao mesmo tempo, utilizar da infinidade de possibilidades que o computador oferece para adotá-lo como um potente recurso terapêutico, mais interessante e estimulador que a maioria dos recursos comumente utilizados e que permite uma gama maior de possibilidades de desenvolvimento.

Por meio do uso computador, diversos aspectos enfocados pela terapia ocupacional podem ser trabalhados, como os aspectos motores-cognitivos, as atividades da vida prática, atividades laborativas e de lazer, tornando-se assim uma ação complementar aos atendimentos realizados (WATANABE et. al; 2003). Nesta perspectiva, o computador torna-se um grande aliado da terapia ocupacional em busca da inserção social e melhoria da qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais, o que justifica a relevância desta pesquisa.

O presente estudo tem como objetivo apresentar aos terapeutas ocupacionais a experiência de um projeto que vem sendo desenvolvido em uma instituição da cidade de Goiânia, comprovando os benefícios da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como recurso terapêutico na reabilitação e inclusão de indivíduos com necessidades especiais.

O paciente com uma lesão cerebral, seja ela secundária à paralisia cerebral, acidente vascular encefálico ou traumatismo cranioencefálico, apresenta, na maioria das vezes, comprometimento motor significativo, tornando o trabalho da terapia ocupacional muitas vezes repetitivo e de certa forma lento na visão do paciente. Foi com essa preocupação que se buscou o computador como um aliado mais dinâmico e presente nos atendimentos da terapia ocupacional.

Os pacientes são atendidos duas vezes por semana, individualmente ou em grupos, com a utilização de recursos de informática, tais como softwares de jogos de desafio, agilidade, memorização, competição, raciocínio lógico e atividades na internet, como pesquisar e discutir assuntos, redigir e enviar e-mails. Na escolha das atividades são considerados os fatores culturais e o interesse de cada paciente.

O objetivo geral do atendimento é utilizar do computador como meio motivador e estimulador da promoção da independência funcional e autonomia destes pacientes. Os objetivos específicos são variados, indo de acordo com a necessidade específica de cada um.

Os objetivos com paciente adulto foram principalmente despertar o interesse para a realização de atividades cotidianas e atividades profissionais, estimular a comunicação escrita e verbal, e possibilitar a procura de novos caminhos para agir e produzir.

Já os objetivos com os adolescentes giram em torno da melhora dos aspectos cognitivos e comportamentais, da aceitação de regras e limites, da persistência, dos aspectos psicomotores, principalmente coordenação motora fina, da função manual e destreza; promover momentos de lazer, a descoberta de novas possibilidades e ainda prepará-los para a sua inclusão profissional.

Os objetivos com as crianças são estimular desenvolvimento psicomotor (lateralidade, esquema corporal, imagem corporal, equilíbrio, noção de cores, formas, espaço, sequência, ritmo), os aspectos cognitivos (memória, atenção, raciocínio, orientação), a tolerância a frustrações, o sentimento de disputa, limites, melhorar a capacidade de comunicação, verbalização, planejamento e habilidade numérica, além de promover a socialização.

A autora Luzia Iara Pfeifer, em seu artigo: A utilização do computador como recurso terapêutico ocupacional confirma a importância no computador como recurso auxiliar na aquisição destes objetivos destacados. Para a autora, o computador pode ser um instrumento de comunicação em caso de crianças gravemente comprometidas em seu aspecto motor; pode também ser um estímulo a portadores de deficiência mental na aquisição de conhecimentos pedagógicos através da ludicidade dos softwares educativos; além de auxiliar crianças com déficit de aprendizagem através do desenvolvimento da independência do processo de aprendizagem, na memorização de conteúdos de forma prazerosa, na identificação dos próprios erros através do corretor ortográfico e a possibilidade de corrigir sozinho.

Cabe ao terapeuta ocupacional ter domínio desse recurso e, principalmente, identificar as dificuldades e facilidades da criança a ser atendida, além de analisar as necessidades de adaptações para a utilização do computador, para propiciar o desenvolvimento satisfatório da criança.

Assim, é necessário que se realize uma seleção cuidadosa dos programas que serão utilizados, considerando a acessibilidade ao equipamento, os aspectos posturais, o quadro clínico que o paciente apresenta e suas implicações, as adaptações necessárias, o interesse e as demandas do paciente. Ao eleger o programa que será utilizado, é imprescindível analisar se as habilidades que ele requer são apropriadas para as demandas com as quais se está lidando. Os elementos chaves nessa seleção são: as habilidades físicas, cognitivas e afetivas exigidas para a utilização do programa, as diversas habilidades requeridas e a velocidade necessária para o processamento destas habilidades (WATANABE et. al; 2003).

Para ser utilizado como recurso terapêutico o computador precisa ser adaptado às necessidades de cada paciente, em relação aos aspectos ergonômicos, e ao uso de adaptações que possibilitem ou facilitem o acesso e graduação das atividades e softwares que serão utilizados.

Para a acessibilidade ao computador são criados e utilizados recursos de acessibilidade, desenvolvidos aproveitando os potenciais remanescentes do paciente para facilitar o seu acesso à maquina, sendo compreendidos como recursos de tecnologia assistiva, que se constituem de adaptações funcionais, de hardwares e/ou de softwares (OLIVEIRA, 2007).

Adaptação é um ramo da tecnologia assistiva que pode ser definido como modificação da tarefa, método e meio ambiente, para a promoção da independência e função. O ato de adaptar promove ajuste, acomodação e adequação do indivíduo a uma nova situação (TEIXEIRA, ARIGA; YASSUKO, 2003).

Dos pacientes atendidos pelo projeto, 50% possuem distúrbios de movimento relacionados a ataxia ou a presença de componentes atetóides, com os quais são utilizadas adaptações que permitam maior controle do movimento. Os demais pacientes possuem espasticidade de moderada à grave, sendo necessárias adaptações que favoreçam principalmente o controle postural, ampliem a capacidade de alcance e facilitem o acesso às atividades.

Foram introduzidas adaptações tais como desentupidor de pia para minimizar as reações associadas em pacientes com sequela de hemiplegia, cadeira de rodas adaptada, mesa recortada, contensor, pulseira de peso, ponteira, jogos adaptados nos quais não há necessidade de clicar, apenas mover o mouse, entre outras adaptações de maior complexidade.

Alguns participantes apresentaram resistência à utilização das adaptações, o que desenvolveu neles a persistência, onde o próprio paciente buscou descobrir formas de manusear o mouse sem precisar de adaptações.

Vale ressaltar que as adaptações favorecem um condicionamento. Algumas crianças no início dos atendimentos necessitavam do uso de contensor, agora conseguem controlar os movimentos e não precisam mais dele.

No início houve criança que apresentou resistência ao uso do computador, dizendo que não gostava, porém, mascarando o medo de não conseguir “dominá-lo”. As atividades foram graduadas para que ela conseguisse, o que fez com que despertasse o seu interesse, ao acreditar no seu potencial, então aos poucos foram sendo introduzidas atividades de maior complexidade.

A utilização do computador como aliado da terapia ocupacional vem demonstrando grande aceitação pelos usuários do CEAD e principalmente um estimulo para novas formas de aprendizado. As crianças demonstram interesse para aprender, estímulo para movimentar os membros superiores, seus ganhos são notórios. Em cada atendimento trazem consigo o aprendizado anterior. O ganho maior foi a socialização e principalmente a interação com a família que se tornou parte da equipe interagindo aos atendimentos propostos, podendo ela mesma perceber o potencial de seu filho.

Para as pessoas, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis” (RADABAUGH, 2001, p.13 apud OLIVEIRA, 2008).

O computador é um meio estimulante que facilita a aprendizagem, proporciona oportunidades de realização de atividades que não seriam possíveis sem seu auxílio, aumenta a motivação e as perspectivas dos pacientes e potencializa o processo de reabilitação (WATANABE et. al; 2003). Fornece ambientes de aprendizagem e oferece novos caminhos possíveis para a pessoa, sem limitar o seu potencial ou restringir a sua capacidade (FILHO, et. al; 2006).

Por meio da atividade de utilização do computador, há a criação de novas possibilidades e finalidades na intervenção de terapia ocupacional, já que proporcionam um conhecimento e uma experiência de acordo com os seus próprios interesses, necessidades e potencialidades, e lhes oferecem instrumentos para seu próprio uso, ampliando a comunicação, possibilitando crescimento pessoal, autonomia, interação social e inclusão cultural (WATANABE et. al; 2003).

Para a estimulação da pessoa com deficiência, a tecnologia da informação se torna fundamental, pois a velocidade da renovação do saber e as formas interativas da informatização trazem uma nova perspectiva de educação para essa clientela. Portanto, torna-se necessário desenvolver serviços e propostas educativas abertas e flexíveis que atendam às necessidades de mudanças (MACIEL, 2000).

O aprendizado adquirido em terapia, com a utilização do computador como recurso, tem refletido em outras esferas da vida destes indivíduos, contribuindo para melhora dos aspectos psicossociais e na execução das atividades da vida diária, prática e lazer. As TICs tornaram-se, portanto, importantes aliadas da terapia ocupacional no auxílio à inclusão educacional e social das pessoas com necessidades especiais. Pode-se afirmar pelo exposto que o Computador é um grande aliado no processo de inclusão da pessoa com deficiência.

Cientistas e profissionais vêm sistematizando modelos de Terapia Ocupacional atendendo ao tipo de doente, grau da doença ou incapacidade, maior ou menor disfunção e integração social do doente no seu meio (familiar, laboral, de relações). Entre outros modelos, anotamos os seguintes:

Modelo de Desempenho Ocupacional: – pretende habilitar o doente para o desempenho de tarefas de forma satisfatória, que sejam apropriados ao estado de desenvolvimento, cultura e ambiente do indivíduo. Como tarefas consideram-se todas aquelas que o indivíduo leva a cabo na sua vida do dia-a-dia (ser estudante, ser pai, ser mãe, por ex.)

Modelo de Reabilitação: – pretende reabilitar o doente de forma a permitir a sua independência nas atividades da vida diária, atividades produtivas e atividades de lazer.

Modelo Biomecânico: – modelo que se baseia em atividades adaptadas às capacidades do doente, que podem ser utilizadas para tratar a diminuição da amplitude e dificuldades do movimento.

Modelo Comportamental: – o modelo baseia-se nas teorias e trabalhos experimentais de Pavlov (1849 – 1936), de Edward Thorndike (1874–1949) e de B. F. Skinner (1904 – 1990). A ideia central das teorias comportamentais consiste na afirmação de que a aprendizagem é a base de todos os comportamentos, que influência o indivíduo conduzindo-o para um comportamento adaptativo ou para um comportamento inadaptado. Quando a aprendizagem se aplica à Terapia Ocupacional, o utente é visto como tendo desenvolvido um reportório de comportamentos adaptativos e inadaptados, que determinam a sua habilidade para funcionar em atividades da vida diária, tais como trabalho, atividades recreativas e lazer.

Modelo de Incapacidade Cognitiva: – modelo desenvolvido em Terapia Ocupacional por Claudia Kay Allen através de duas décadas de observação intensa e investigação empírica no campo da psiquiatria. Segundo Allen a incapacidade cognitiva representa uma restrição fisiológica ou biomecânica das capacidades de processamento de informação do cérebro, que produz limitações observáveis e mensuráveis no comportamento de rotina. Este modelo foi desenvolvido para conceitualizar estratégias de intervenção para pessoas que, como resultado de patologia cerebral, não são capazes de realizar as suas atividades diárias normais. O modelo deriva de pesquisa realizada nos campos das neurociências, processamento de informação, psicologia cognitiva e psiquiatria biológica.

Modelo de Neurodesenvolvimento: – Berta e Karel Bobath criaram o modelo de Neurodesenvolvimento como parte do seu trabalho nos anos 1940-50, com pacientes com paralisia cerebral e acidente vascular cerebral. A base para a elaboração deste modelo provém da observação do desenvolvimento normal e dos conhecimentos já conseguidos em neurofisiologia. As posturas do corpo, o tónus muscular, os movimentos dos membros, etc., podem a definir o tratamento adequado que permitirá a reabilitação do doente, que passará por uma recuperação do cérebro ou das zonas lesadas deste.

Modelo de Ocupação Humana ou ‘modelo moral’: – este modelo baseia-se em teorias que tiveram o seu começo nas proposições filosóficas articuladas pelos fundadores da profissão no princípio do século XX. Toda a ocupação humana procede duma tendência espontânea, inata do sistema humano, a necessidade de explorar e dominar o ambiente. Este modelo considera o indivíduo como um sistema aberto que evolui e sofre diferentes formas de crescimento, desenvolvimento e mudança através da interação progressiva com o ambiente externo.

Modelo de Integração Sensorial: – baseando a sua estrutura teórica na neurobiologia, Anna Jean Ayres (1920 – 1989) utilizou dados de neurociência, neuropsicologia e neurofisiologia, e desenvolveu uma abordagem ao tratamento que teve um impacto muito grande na profissão do terapeuta ocupacional. As suas investigações iniciais com crianças com incapacidade para a aprendizagem originaram postulados acerca da função cerebral que permitiram a elaboração da sua teoria. Segundo este modelo, a aprendizagem baseia-se nas experiências sensório-motoras e depende da capacidade da criança em receber informações sensoriais provenientes da interação do corpo com o meio ambiente, processando e integrando essas informações no sistema nervoso central, para posteriormente poder utilizá-las de uma forma organizada e adaptada.

O Terapeuta Ocupacional pode atuar através da prevenção, habilitação ou da reabilitação (saúde). Todas as pessoas que possuem uma disfunção ocupacional nas suas atividades da vida diária são elegíveis de obter ganhos através da terapia ocupacional. Sendo que a disfunção ocupacional ocorre quando não se consegue realizar de maneira satisfatória as atividades de trabalho, lazer e auto-cuidado. Desta forma, pessoas com disfunções neurológicas (Parkinson, Alzheimer, por ex.), com condições incapacitantes ou degenerativas (cancro, artrose, artrite reumatoide, fibromialgia, etc.), com disfunções motoras (traumatismos do membro superior, coluna, etc.), com disfunções relacionadas com o trabalho (lesão por esforço repetitivo, stress, baixo rendimento, etc.), com condições pediátricas incapacitantes (hiperatividade, distúrbios do brincar, distúrbios de aprendizagem, síndromas diversas, distúrbios de coordenação, etc.), com transtornos mentais (psicose, depressão, transtornos obsessivos compulsivos, neuroses e outros transtornos mentais) são o público-alvo do terapeuta ocupacional.

Os terapeutas ocupacionais atuam numa variedade de lugares como clínicas e centros de reabilitação, hospitais gerais (em ambulatórios, enfermarias ou em unidades e centros de terapia intensiva), maternidades, creches, escolas especiais, escolas regulares, asilos, postos e centros de saúde, centros de saúde mental, organizações e projetos sociais oficiais ou não governamentais, empresas, instituições de ensino superior.

Especialidades reconhecidas pela Resolução Creffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) nº 366/2009 – Órgão Brasileiro

Especialidade em Saúde Funcional

Áreas de Atuação:

Desempenho Ocupacional Cognitivo

Desempenho Ocupacional Neuropsicomotor

Desempenho Ocupacional Musculoesquelético

Desempenho Ocupacional Tecnologia Assistiva

Especialidade: Saúde Mental

Áreas de Atuação:

Desempenho Ocupacional Arte terapêutico

Desempenho Ocupacional Psicossocial

Desempenho Ocupacional Percepto-Cognitivo

Desempenho Ocupacional Senso-Perceptivo

Desempenho Ocupacional Psicoafetivo

Desempenho Ocupacional Psicomotor

Especialidade: Saúde Coletiva

Áreas de Atuação:

Desempenho Ocupacional e Saúde do Escolar

Desempenho Ocupacional e Saúde do Idoso

Desempenho Ocupacional e Saúde da Mulher

Desempenho Ocupacional e Saúde do Trabalhador

Desempenho Ocupacional e Saúde do Indígena

Especialidade: Saúde da Família

Área de Atuação:

A ser criada (em regulamentação)

Especialidade: Contextos Sociais

Áreas de Atuação:

Desempenho Ocupacional e Contexto Asilar

Desempenho Ocupacional e Contexto Prisional

Desempenho Ocupacional e Geração de Renda

Desempenho Ocupacional e Justiça e Cidadania

Desempenho Ocupacional e Inclusão Laboral

Desempenho Ocupacional e Liberdade Assistida

Desempenho Ocupacional e Liberdade Condicional

Desempenho Ocupacional e Seguridade Social

RESOLUÇÃO COFFITO nº. 366, de 20 de maio de 2009.

A alguns dias atrás eu tive um bate – papo com o Terapeuta Ocupacional Brunno Ferreira Gomes falando sobre a Terapia Ocupacional!

Vai lá no meu canal no youtube e confere essa conversa!

Fontes de pesquisa:

Wikipédia

http://goiania.apaebrasil.org.br/artigo.phtml/20263

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