Como identificar sinais de deficiência mental em sala de aula

Deficiência mental

  • Atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor (a criança demora para firmar a cabeça, sentar, andar, falar);
  • Dificuldade no aprendizado (dificuldade de compreensão de normas e ordens, dificuldade no aprendizado escolar).
  • É preciso que haja vários sinais para que se suspeite de deficiência mental. Um único aspecto não pode ser considerado como indicativo de qualquer deficiência.

 

O que você pode fazer?

Nem sempre é fácil o diagnóstico da deficiência mental, porque os sinais podem ser indicadores de problemas de outra ordem, como as questões emocionais que interferem no aprendizado. Portanto, o professor deve ser cuidadoso e procurar descartar esta possibilidade antes de encaminhar a família para um diagnóstico de deficiência.

Este tipo de diagnóstico é feito por uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, médico e assistente social. Tais profissionais, atuando em equipe, têm condições de avaliar o indivíduo em sua totalidade, ou seja, o assistente social através do estudo e diagnóstico familiar (dinâmica de relações, situação da pessoa com deficiência na família, aspectos de aceitação ou não das dificuldades da pessoa, etc.) analisará os aspectos sócio culturais; o médico através de entrevista detalhada e exame físico (recor­rendo a avaliações laboratoriais ou de outras especialidades, sempre que necessário) analisará os aspectos biológicos e finalmente o psicólogo que, através da entrevista, observação e aplicação de testes, provas e escalas avaliativas específicas, avaliará os aspectos psicológicos e nível de deficiência mental.

Dicas de convivência

Mitos sobre deficiência mental

  • Toda pessoa com deficiência mental é doente;
  • Pessoas com deficiência mental morrem cedo, devido a “graves” e “incontornáveis” problemas de saúde;
  • Pessoas com deficiência mental precisam usar remédios controlados;
  • Pessoas com deficiência mental são agressivas e perigosas, ou dóceis e cordatas;
  • Pessoas com deficiência mental são generalizadamente incompetentes;
  • Existe um culpado pela condição de deficiência;
  • Meio ambiente pouco pode fazer pelas pessoas com deficiência;
  • Pessoas com deficiência mental só estão “bem” com seus “iguais”;
  • Para o aluno com deficiência mental, a escola é apenas um lugar para exercer alguma ocupação fora de casa.

Como tratar pessoas com deficiência mental?

  • Aja naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência mental;
  • Trate-a com respeito e consideração, de acordo com sua idade;
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa;
  • Dê atenção a ela, converse e vai ver como pode ser agradável;
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência mental levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

Alunos com deficiência mental

 

  • Não subestime a inteligência das pessoas com deficiência mental! Encoraje as perguntas e a expressão de suas opiniões;
  • Não superproteja as pessoas com deficiência mental. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário;
  • Valorize mais o processo do que o resultado. Mas não ignore os resultados, eles também devem ser esperados e cobrados do aluno com deficiência m e n t a l ;
  • Promova a participação em atividades estimulantes e diversificadas;
  • Respeite as preferências, os gostos e as decisões da pessoa.

As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nômades, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais” Declaração de Salamanca, UNESCO, 1994.

COMO ADAPTAR A CASA PARA IDOSOS?

Os idosos necessitam de cuidados especiais, inclusive no que diz respeito à decoração da casa. Em alguns casos é necessário fazer adaptações para deixar o ambiente mais funcional, ou seja, com todos os espaços montados de acordo com as limitações dos mais velhos. Diante dessa finalidade, a proposta de decoração tem sido inovada em muitos contextos.

O projeto de uma casa para idosos reconhece as necessidades de conforto e facilidades nas tarefas do dia-a-dia. Os ambientes adaptados conservam estruturas reduzem as dificuldades de circulação de uma área para outra e reduz as chances de possíveis acidentes. Móveis, revestimento e objetos decorativos são pensados de acordo com o perfil da terceira idade.

Muitos asilos e casas de repouso já adotam uma decoração sob medida para transformar os espaços dos idosos. As idéias são bem inovadoras, mas podem aumentar os gastos com a obra. Nos projetos é possível notar a valorização dos moradores da terceira idade, principalmente aqueles que estão doentes ou possuem dificuldades para realizar atividades básicas.

SUGESTÕES PARA ADAPTAR A CASA PARA IDOSOS

– Revestimento do chão: os idosos costumam sofrer quedas quando a residência não possui as devidas adaptações. Isso pode agravar um quadro de doença ou até mesmo danificar alguma parte do corpo, já que os ossos se encontram mais frágeis nessa faixa etária. A melhor forma de prevenir acidentes é instalando pisos antiderrapantes e construir dessa forma superfícies mais firmes para o deslocamento dos idosos. Dependendo da forma como são usadas, as peças conseguem aliar beleza e segurança.

– Cuidados com o banheiro: o ambiente sanitário costuma ser o principal cenário para acidentes com idosos, isso porque o chão é escorregadio e nem sempre há uma estrutura adaptada. Procure instalar barras no banheiro para facilitar o acesso do idoso e acrescente um vaso sanitário mais alto. Retire do cômodo os objetos perigosos, como é o caso de itens de vidro. Quando o morador idoso possui Alzheimer, não é recomendado usar muitos espelhos na decoração porque isso pode causar alterações comportamentais. O banheiro deve estar situado no primeiro andar da casa.

– Acesso aos cômodos da casa: se possível, é recomendado evitar escadas longas ou cheias de curvas. Caso seja necessário instalá- las para ligar dois pavimentos, procure adotar corrimãos. Todos os ambientes devem ser espaçosos para que o idoso se sinta a vontade e não coloque a segurança em risco. Para facilitar o acesso do idoso a determinadas áreas da casa, é recomendado instalar suportes que permitam o descanso e contribuam com a prevenção de acidentes.

– Mobiliário de uma casa para idosos: para evitar quedas ou outros perigos envolvendo os ambientes residenciais, é necessário adotar móveis sem quina e fixos no chão. A medida ajuda a evitar ferimentos caso o idoso resolva buscar equilíbrio no item mobiliário. Tudo deve ser planejado em prol da acessibilidade e movimentação do idoso dentro do espaço.

– Adaptações indicadas: se possível substitua alguns degraus distribuídos na casa por rampas, tornando o lar mais seguro. Construa janelas amplas e adote cortinas claras, assim fica mais fácil obter a entrada de luz natural durante o dia e facilita as atividades do idoso que necessitam da claridade. Armazene os objetos de uso em lugares sob medida, ou seja, nem muito alto e nem muito baixo.

Na hora de decorar uma casa para idosos, é melhor evitar os apetrechos desnecessários que representam obstáculos, como vasos e esculturas. Evite qualquer acessório que possa resultar em quedas, como é o caso dos tapetes. Crie facilidade para o idoso abrir as portas adotando maçaneta de alavanca ao invés de redondas. É recomendado ainda deixar os corredores iluminados e se preocupar com o contraste da porta com a parede para que a pessoa possa enxergar com mais nitidez.

Aproveite as dicas de decoração e faça as mudanças necessárias para tornar a casa do idoso mais segura.

Fonte: www.mundodastribos.com

CONHEÇA AS TIRINHAS DA CASADAPTADA ( TOM E TONY)

Conheçam as tirinhas que o meu amigo do blog casa adaptada!

Espero que gostem!

 

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

Autismo: a maneira como bebês olham para rostos pode dar novas pistas sobre o transtorno Pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Washington mostrou que a maneira com que olhamos uns para os outros é determinada por um forte componente genético e isso pode ser um caminho para descobrir quais genes estão diretamente ligados ao transtorno do espectro autista

A ciência já sabe que crianças autistas olham menos para rostos e mais para objetos do que as que têm desenvolvimento típico. Mas não é só isso. Uma nova pesquisa da Universidade de Washington mostrou que a genética é o fator decisivo para essa diferença.

No estudo, os cientistas analisaram os movimentos oculares de 338 bebês entre 1 ano e meio e dois anos, levando em consideração para onde direcionavam o olhar ao ver uma cena com diversos elementos. Entre eles havia 250 crianças de desenvolvimento normal (41 pares de gêmeos idênticos, 42 pares de gêmeos não idênticos e 84 crianças sem parentesco) e 88 crianças com autismo.

Durante os testes, os pequenos assistiram a vídeos de mulheres e crianças brincando em uma creche. Os resultados surpreenderam os cientistas, pois mostraram que os movimentos dos olhos dos gêmeos idênticos ao encarar a cena foram iguais em 91% do tempo. No caso, dos gêmeos não idênticos, a semelhança caiu para 35% e quando os dados de duas crianças sem nenhum parentesco foram comparados não houve coincidência alguma.

Isso mostra que a genética é o fator determinante para a maneira como os bebês interagem em suas primeiras experiências sociais como fazer contato visual ou observar expressões faciais. O próximo passo da pesquisa é descobrir que genes se manifestam no controle visual, e, como essa é uma grande diferença entre as crianças autistas e as de desenvolvimento normal, isso pode se tornar um campo de pesquisa promissor para tratamentos do transtorno.

De acordo com Alysson Muotri, diretor do programa de células-tronco da Universidade da Califórnia em San Diego, a pesquisa comprova que existe um componente genético muito forte na visualização de cenas sociais e, como isso está fora de sincronia em autistas, é mais uma evidência da significativa contribuição dos genes para essa condição. “Como são diversos genes implicados no autismo, descobrir exatamente quais estariam ligados a visualização social é um desafio grande, mas importantíssimo para entender esse mecanismo e, quem sabe, desenvolver tratamentos que sejam mais específicos para auxiliar os autistas”, explica.

CONINTEA , 1ª EDIÇÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE O TEA (TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO)

O CONINTEA é um Congresso que aborda temas ligados ao TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) com o intuito de levar conhecimento através de fontes confiáveis para todos os interessados no tema, com palestras com Terapeutas Ocupacionais, Médicos, Fonoaudiólogos,Pedagogos, Psicólogos, Pesqisadores, Pais e Famíliares.

O Congresso é totalmente ONLINE e GRATUITO durante os dias e horários de exibição ao vivo, ou seja, ao se cadastrar, você pode assistir todas as palestras no horário em que cada uma está programada para ir ao ar (ao vivo). As palestras não serão reprisadas, cada uma será exibida ao vivo e somente uma vez, no horário definido.

Caso você queira assistir à todas palestras a qualquer momento, poderá adiquirir o “Acesso VIP” de palestras pelo valor de R$147 (cento e quarenta e sete reais). Nesta opção, você terá acesso liberado à todas as palestras no horário e ordem que quiser. O acesso estará disponível por 01 (um) ano.

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