MINDMATE: APLICATIVO ESTIMULA HABILIDADES E A INDEPENDÊNCIA DAS PESSOAS COM DEMÊNCIA

Na realidade a Mindmate é mais que 1 aplicativo é uma plataforma com 3 aplicativos. Um para o indivíduo que vive com demência, um para os membros da família e um projetado especificamente para os cuidados residenciais. Juntos, esses aplicativos visam:

  • Estimular o cérebro

Os jogos para estimular as capacidades cognitivas do usuário são baseados em pesquisas. Como resultado, o indivíduo que vive com demência vai encontrar uma forma envolvente e interativa para estimular atividades cerebrais.

  • Conectar quem tem demência com amigos e familiares

O aplicativo permite que cuidadores e familiares acessem as ferramentas que são fáceis e intuitivas, mantendo a pessoa com demência conectada com familiares e amigos.

  • Armazenar as memórias

O recurso “my story” armazena a história do cliente, deixando-a disponível para recurso para estimulação.

  • Proporcionar momentos de lazer com música e filmes

Ouvir, dançar e cantar junto com músicas populares das décadas de 40 a 80 também é possível. Bem como, responder a questões relacionadas à musica. A “grande pena” é que como o app ainda está só em inglês, as músicas são em outra língua.

  • Manter independente o maior tempo possível a pessoa com Alzheimer e outras demências por meio de ferramentas de gerenciamento que ajudam o doente e os cuidadores.

As ferramentas para estimular e manter a independência incluem funcionalidades como: fazer notas, listas de tarefas e lembretes customizáveis.

O aplicativo também fornece sugestões de exercícios físicos e aconselhamento nutricional para um estilo de vida mais saudável para ficar a pessoa ficar mentalmente e fisicamente apta.

Pensando em ambientes terapêuticos ou institucionais, é possível com um só app ter usuários diferentes no mesmo tablet. O MindMate Pro permite criar uma experiência personalizada, sem a necessidade de comprar um tablet por pessoa.

Os aplicativos estão disponíveis para dispositivos iOs e Android e vale a pena baixar e experimentar. Lembrando que até então, está em inglês.

CLIQUE AQUI para acessar o site da plataforma Mindmate.

Fonte: Mindmate

Tudo sobre espinha bífida, malformação que pode ser corrigida O problema ocorre logo no começo da gestação e, na sua versão mais grave, pode até causar paralisia se não for corrigido a tempo.

O primeiro mês da gestação é importante, pois é nesse período que o cérebro, a espinha e o sistema nervoso do bebê começam a se formar a partir do tubo neural, estrutura que surge na terceira semana de gravidez. Em algumas crianças, essa transição não ocorre como deveria e a espinha não fecha se totalmente. É o que os médicos chamam de espinha bífida, malformação que pode trazer complicações para a vida da criança.

O defeito do tubo neural ameaça também o sistema nervoso. “Existem graus do problema, sendo o mais grave deles a mielomeningocele, quando a medula espinhal fica exposta, o que pode atrapalhar a marcha da criança, o funcionamento da bexiga e a força nas pernas”, comenta Adriano Keijiro Maeda, neurocirurgião pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Na versão mais severa, além da malformação em si, ocorre uma síndrome que provoca alterações ortopédicas e hidrocefalia, o acúmulo de líquidos na cabeça do bebê.

A falha fica visível a partir do ultrassom morfológico que é feito perto da 22ª semana de gestação. Ela pode aparecer em qualquer lugar da coluna, mas é mais frequente na região lombar – a mais baixa das costas. A partir daí, começa uma corrida contra o tempo para proteger o sistema nervoso, que já no útero estará exposto ao risco de lesões.

Felizmente, o problema não é dos mais comuns. “A incidência muda entre os países, mas fica na casa de um para cada cem mil habitantes. No Brasil, dois estudos mais recentes mostraram uma taxa que varia entre 1,8 até 2,228 a cada cem mil”, afirma Salgado.

Os fatores de risco

Ela é multifatorial, mas há um ponto que tem parcela de culpa maior nessa história. É a carência de ácido fólico. O problema é que o nutriente é fundamental para o desenvolvimento do tubo neural do bebê – e não adianta começar a tomá-lo só depois que a gravidez é descoberta. “Percebemos que muitas mulheres acabam tomando errado o suplemento, quando a fase das malformações já passou”, comenta Maeda. Outros fatores relacionados à espinha bífida são a desnutrição no geral, uso de algumas medicações e genética.

Como é feito o tratamento

Antigamente era preciso operar o recém-nascido o quanto antes, mas agora é possível intervir ainda no útero nos casos mais graves. “A abordagem intrauterina tem resultados cada vez mais favoráveis no fechamento da espinha e proteção do sistema nervoso”, aponta Humberto Salgado Filho, cirurgião pediátrico do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim. Ela pode ser feita por vídeo ou retirando o bebê da barriga por um breve período e o devolvendo para o término da gestação em seu tempo normal.

Depois do nascimento, o acompanhamento é multidisciplinar: envolve fisioterapeuta, neurologista, ortopedista e urologista pediátrico, dependendo da extensão das sequelas. Isso nos casos em que há exposição da medula e risco ao sistema nervoso. Ou seja, além da mielomeningocele, existe a meningocele: quando o fluido espinhal e os nervos estão expostos, mas a medula não.

Há ainda a versão mais branda, a espinha bífida oculta, que pode até passar despercebida. “A criança pode ter só um pequeno furo nas costas ou sinais que indicam o local da malformação, como acúmulo de pelos e manchas”, detalha Maeda. O quadro geralmente não traz complicações, mas precisa ser investigado mesmo assim.

Fonte: Bebe.com.br 

CONHEÇA FATORES QUE CAUSAM TROMBOSE ALÉM DA PÍLULA ANTICONCEPCIONAL Predisposição genética e tabagismo podem desencadear essa doença, uma das maiores causas de mortalidade cardiovascular

Nesta sexta-feira, é lembrado o Dia Mundial da Trombose, que conscientiza sobre os riscos, necessidade de diagnóstico precoce e tratamento dessa doença que pode causar infarto e embolia pulmonar.

Nos últimos anos, a trombose, caracterizada pela obstrução de veias com a formação de coágulos de sangue, tem sido associada à ingestão da pílula anticoncepcional, o que leva algumas mulheres a buscarem alternativas.

Outros hábitos ou situações, porém, podem desencadear a doença e é preciso estar atento aos sintomas e fatores de risco. Só no ano passado, 65 mil brasileiros foram afetados pela doença de acordo com o Ministério da Saúde.

A hematologista Suely Resende, professora do departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do conselho diretor da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostase (ISTH, na sigla em inglês), aponta que é importante diferenciar a trombose arterial da trombose venosa.

A primeira é a mais conhecida e provoca o entupimento da artéria, que pode desencadear um acidente vascular cerebral se isso ocorrer no cérebro, por exemplo. Já a segunda vem por conta da obstrução das veias, principalmente nas pernas e coxas.

“As duas doenças são a terceira maior causa de mortalidade cardiovascular. Muitas vezes, o médico desconhece, passam despercebidas. A pessoa pode ficar a vida toda sem diagnóstico”, alerta a especialista.

Risco nas mulheres: A especialista da ISTH explica que os hormônios femininos, principalmente o estrogênio, diminuem a ação anticoagulante no corpo. Por isso, mulheres que usam pílula ou fazem reposição hormonal podem ter mais chances de desenvolver trombose venosa.

Nem toda mulher, porém, terá a doença por conta da pílula, cuja incidência é baixa segundo o ginecologista Rogério Bonassi, presidente da Comissão de Anticoncepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Em entrevista ao E+ sobre métodos alternativos de contracepção, ele diz que “não chega a dez casos para cada 10 mil mulheres”.

Outros fatores: Pessoas que fumam, obesas, sedentárias ou que sofrem de diabetes e hipertensão também podem desenvolver trombose. “Não se entende bem o que acontece, mas esses fatores influenciam na formação da placa que eleva a obstrução na veia (aterosclerose)”, diz Suely. No caso do tabagismo, a nicotina atua dessa maneira.

Ficar muito tempo parado, na mesma posição, é peça-chave para a obstrução nas veias. Um exemplo dado pela especialista é quando pacientes ficam muito tempo internados e não conseguem se movimentar.

“É preciso oferecer uma profilaxia (prevenção), que são as medicações anticoagulantes”, orienta a médica. A recomendação é ainda mais importante quando a pessoa tem alto risco de trombose.

Genética: Além dos fatores já mencionados, há ainda a possibilidade de a pessoa ter predisposição genética para a trombose. Neste caso, é preciso evitar ao máximo os ricos anteriores. “Qualquer mulher que tem histórico na família não deve usar anticoncepcional”, orienta Suely.

Nessa chamada trombofilia hereditária, ocorre mutações nos genes de proteínas da coagulação, ou seja, há deficiência de anticoagulantes naturais, explica a hematologista. Esses casos, porém, são raros e atingem de 30% a 40% das pessoas, enquanto a doença por fatores adquiridos (citados anteriormente) é mais comum e afeta de 50% a 60% das pessoas.

Prevenção e tratamento: Mesmo que seja identificado que a pessoa tem predisposição genética para desenvolver trombose, não é certo de que terá. Neste caso, e se houver fator de risco, o médico pode orientar e prescrever algum medicamento. O mesmo vale para o tratamento, feito com remédios anticoagulantes a partir do diagnóstico – que pode ser feito através de exame laboratorial e de imagem.

É importante não deixar que os sintomas passem despercebidos. Falta de ar súbita com dor no peito (embolia pulmonar) ou dores e vermelhidão nas pernas (trombose venosa) podem ser indicativos de que algo está errado.

Por afetar, principalmente, as veias das pernas e coxas, a hematologista orienta movimentar os membros inferiores com frequência. Em uma viagem longa, por exemplo, em que se tem de ficar sentado por muito tempo, tirar uns minutos para caminhar e fazer o sangue circular é importante.

Fonte: Estadão 

DECORE A CASA PARA OS IDOSOS

As pessoas com mais idade precisam de cuidados especiais, principalmente no lugar onde moram. O local onde vivemos reflete quem somos, nada mais justo que adequar o espaço físico àqueles que têm necessidades específicas, no que se refere ao conforto e à segurança.

Com dicas simples, você pode transformar ou adaptar uma casa para que fique segura e confortável para os idosos. Comece pensando nas atividades, onde eles vão com mais frequência e escute a opinião deles sobre as melhorias a serem feitas.

A primeira coisa a ser estudada, é a mobilidade. Nem sempre podemos ter corredores largos e escadas adaptadas, mas podemos facilitar e muito a circulação dentro de casa. Retire os tapetes das áreas de passagem para que os idosos não tropecem nele. As portas e janelas devem ser fáceis de abrir. Utilize pisos antiderrapantes, principalmente nas áreas externas e molhadas.

As escadas retas são as mais indicadas, sendo que não devem ser usadas as de tipo leque ou caracol. Aplique fitas antiderrapantes nos degraus, demarcando muito bem o início e o fim das escadas.

Deve-se dar uma atenção especiais aos móveis. Prateleiras e cabideiros mais baixos, além de sofás mais altos para facilitar quando a pessoa for levantar. Opte por sofás não muito macios, pois dificultam a movimentação. As cadeiras devem ter braços e não serem muito baixas. O ideal é que a casa não tenha muito móveis para não obstruir a circulação.

No quarto, o ideal é que haja um interruptor de luz e um telefone perto da cama. Esta deve ser mais baixa, com 45 a 50cm (já com o colchão) de altura, de modo que ao sentar, os pés toquem o chão.

O banheiro é o principal vilão entre os idosos. É neste local que acontecem muitas quedas e arranhões. São necessários iluminação na entrada e pisos antiderrapantes. Coloque barras de segurança no box e ao lado do vaso sanitário. Em caso de dificuldade para se abaixar, o box deve ter um banco, de preferência fixo. E o ideal é que o box tenha espaço para duas pessoas, para facilitar a ajuda ao idoso durante o banho. Todos os materiais devem ser inquebráveis e acessíveis, qualquer porta-objeto deve ser fixo e caso o idoso possua problemas de memória, retire a tranca interna e instale a porta abrindo por fora também.

As paredes devem ter acabamento liso, pois as texturas dificultam na hora de se apoiar nas mesmas. Procure não ter pisos ofuscantes dentro de casa já que o contraste entre a luz e a sombra também causa confusão. Por fim, tenha o mínimo de desníveis pela casa para evitar quedas e tropeções.

Fonte: Blog giacomelli

Tatuagem inteligente muda de cor para indicar desidratação e diabetes

Ao sinal de alguma fraqueza o mal-estar, confira a tatuagem. Se ela tiver mudado de cor, é porque houve alterações no sangue e há necessidade de cuidados. É isso o que faz uma tinta inteligente para tatuagens desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Harvard e do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

A tinta possibilita monitorar a saúde e indicar, por exemplo, se a pessoa tatuada está desidratada ou com alta concentração de açúcar no sangue – no caso de diabéticos. A ideia dos pesquisadores ao desenvolverem a tecnologia foi a de radicalizar o conceito de wearables — as tecnologias vestíveis que estão na crista da onda da inovação. E, claro, aplicar a ideia na saúde.

A tatuagem inteligente superaria desvantagens dos atuais dispositivos wearable. Além de se integrar totalmente ao corpo, não dependeria de baterias e de internet. Chamado de “Dermal Abyss”, o produto ainda está em desenvolvimento.

Entre os aspectos que requerem aperfeiçoamento está a própria cor e tom da tinta, que não pode ficar mais fraco e nem espalhar para o entorno do tecido.

Testadas em pele de porco, as tintas de tatuagem mudam de cor de acordo com as condições químicas do fluído interno da pele, que indicam a composição do sangue. Os pigmentos criados pelo grupo de cientistas mudam de verde para marrom quando aumenta a concentração de glicose (indicação de crise de diabetes), ou de verde menos intenso para mais intenso quando aumenta a concentração de sódio, (que indica desidratação).

Veja no GIF uma simulação da tatuagem inteligente funcionando:

Tatuando doenças?

Ao mesmo tempo que promete amplas aplicações, a tatuagem inteligente levanta debates éticos. Um deles envolve o quanto as pessoas estariam dispostas a ter informações de saúde tatuadas no corpo e exibidas para que todos vejam.

Uma possível forma de solucionar esse dilema é a criação de uma tinta inteligente invisível, que muda de cor para indicar problemas no corpo, mas que só é legível sob tipos específicos de luz. Para facilitar a consulta à tatuagem – facilidade essa que dá sentido à tecnologia –, a tattoo poderia se tornar visível com a luz emitida por um smartphone.

As tatuagens podem ser duradouras, para monitorar condições crônicas, ou temporárias, para monitoramento de doenças de menor duração. O uso vai de pacientes normais a astronautas, que checam as condições de saúde.

Fonte: Paraíba.com.br