Empresa cria cadeira de rodas off-road

A Ziesel, ou, do alemão, esquilo do campo, é uma cadeira de rodas. Mas, ao contrário das cadeiras de rodas convencionais, esta encara trechos fora de estrada graças a suas esteiras rolantes, que tem funcionamento semelhante as esteiras dos tanques de guerra. O produto é a mais nova criação da companhia austríaca Mattro Mobility Revolutions.

Apesar de sua aparência pouco usual, o Ziesel tem tudo para agradar a muita gente com necessidades especiais. Suas esteiras encaram terrenos difíceis onde veículos convencionais de auxilio a deficiêntes não chegariam. A cadeira ainda se diz amiga do meio ambiente, fazendo uso de dois motores elétricos.

Estes motores dão um rendimento respeitável ao veículo. Com velocidade máxima de 35 km/h, a Ziesel pode rodar por até 8 horas com suas baterias de íon de lítio. Sistemas de aquecimento possibilitam a cadeira encarar trechos de baixas temperaturas e faróis de LEDs auxiliam na visibilidade.

Para o “rolar” da Ziesel, joysticks auxiliam como acelerador e direção. Com 245 kg, incluindo a bateria, a cadeira ainda tem torque suficiente para puxar um pequeno arado ou um carrinho cheio de malas, por exemplo.

A cadeira de rodas da Ziesel é vendida na Europa a partir de 21.710 euros, cerca de R$ 68 mil.

Cuidados para cadeirantes na hora de comprar apartamento novo

Acessibilidade é um item fundamental presente em diversos espaços públicos e privados para melhor atender as necessidades das pessoas com deficiência. No entanto, ao contrário desses espaços, em muitas construções residenciais os itens que tornam a vida do cadeirante mais fácil ainda não existem.

Por isso, ao comprar apartamento adaptado para cidadãos com mobilidade reduzida, é preciso tomar alguns cuidados a ponto deles atenderem todas as suas necessidades sem exceção.

Dê preferência à imóveis no térreo ou em andares baixos

Ao escolher algum apartamento dentro de um condomínio novo, dê preferência às unidades situadas no térreo da construção ou, no máximo, localizadas até o terceiro andar da mesma.

Apesar de haver elevadores em empreendimentos com mais de cinco andares, morar em seus pavimentos mais baixos, facilita a vida dos cadeirantes, principalmente quando há queda de energia.

Nessa situação, o indivíduo não encontrará problemas ao subir infinitas escadas até chegar em sua moradia. Nesse caso, uma boa opção é verificar se o prédio possui rampas de concreto em substituição aos degraus.

Caso você opte por comprar apartamento no térreo, saiba que ele possui outras inúmeras vantagens para atender as necessidades das pessoas com mobilidade reduzida. Dentre elas, podemos citar uma maior área interna e a possibilidade de ter um quintal na área externa semelhante ao de uma casa.

Verifique a área total do imóvel

Imóveis compactos podem não ser boas opções para pessoas com mobilidade reduzida devido a sua pequena área interna que pode acabar limitando suas movimentações.

Apartamentos maiores, com amplitude em todos os cômodos, permitem melhores distribuições entre os móveis e, consequentemente, deixa os ambientes mais livres e espaçosos.

Saiba se o condomínio atende a todas as regras de acessibilidade da ABNT

Pisos táteis, comunicação em braile, elevadores e rampas são alguns dos itens de acessibilidade que toda construção precisa ter. Apesar de ser feita uma vistoria e constatar se a empreiteira seguiu as regras da ABNT, alguns equipamentos precisam receber a manutenção correta para funcionarem bem.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 23,9% dos brasileiros apresentam algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. Isso prova que a acessibilidade precisa estar presente em todos os ambientes, sejam eles residenciais ou públicos.

Confira abaixo alguns itens que um condomínio necessita ter para ser acessível a todos os seus moradores:

  • Presença de pisos táteis na área descoberta do condomínio de forma a criar uma rota para as pessoas com deficiência saberem onde está a saída da edificação;
  • Elevadores exclusivos com espaços voltados à cadeira de rodas,
  • Estacionamentos com vagas exclusivas aos cidadãos portadores de deficiência física.

Verifique se há condições dentro do apartamento para adaptações serem feitas

Imóveis entregues pelas construtoras dentro dos empreendimentos precisam estar aptos a receberem adaptações caso seu morador seja alguém com deficiência. Por isso, esse também é um item a ser levado em consideração antes de comprar apartamento novo.

  • As aberturas para instalar as portas dos cômodos precisam ter, ao menos, 90 cm de largura pois, caso contrário, a passagem da cadeira de rodas não será possível em nenhum ambiente interno;
  • Portas de correr são excelentes opções em substituição aquelas que, ao abrir, formam um ângulo de 90º. Além delas auxiliarem os cidadãos com mobilidade reduzida, é possível obter economia de espaço no apartamento;
  • Pisos antiderrapantes em todo o imóvel é essencial para a pessoa não correr o risco de sofrer algum acidente grave;
  • Maçanetas e fechaduras na altura da cadeira de rodas facilita o trabalho do cadeirante ao ter que abrir e fechar toda vez;
  • Nos toaletes, barras de segurança tanto dentro do box, quanto próximo a latrina precisam estar presentes. Assim, a pessoa sentirá mais facilidade em poder se abaixar, sentar e se movimentar perfeitamente nesse cômodo,
  • Na varanda, é importante o condomínio estar ciente da necessidade de envidraça-lá em nome de mais segurança. Sacadas abertas podem acabar provocando acidentes não só em cidadãos com deficiência, como também em todas as pessoas.

iPhone, iPad e autismo

Hoje, dia 2 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. E o que o iPhone e o iPad tem a ver com este assunto? Tem muito a ver, conforme você verá neste texto.

Primeiramente, irei me apresentar. Meu nome é Marco Miyashiro, sou pai de dois filhos, sendo um deles autista, o Vinicius, com 15 anos de idade. Ele foi diagnosticado com autismo aos 4 anos pela Fundação Casa da Esperança, em Fortaleza. Esta instituição é referência no assunto autismo, porque lá eles contam com uma equipe altamente especializada, desde terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e psiquiatras.

O termo autista ou TEA (transtorno do espectro autista) é um distúrbio em que a pessoa tem dificuldade em interagir com outros indivíduos. Geralmente se fecham no mundo delas. Quando jovens, possuem fixação por tudo que gira, sejam as rodas dos carrinhos, as hélices do ventilador e coisas do tipo.

Dependendo do caso, podem ter problemas de atraso para desenvolver a fala ou, infelizmente, nunca falar. Costumam ter estereotipias quando mais jovens, como por exemplo balançar as mãos e o tronco repetidamente, porém, com a ajuda de profissionais especializados, estas manias costumam desaparecer.

O autismo por enquanto não tem cura, mas eu nem sei se podemos classificar esta síndrome como uma doença, tendo em vista que grandes nomes nas artes, ciência e música foram autistas e são considerados gênios pelos seus feitos, tais como Albert Einstein, Mozart, Michelangelo, Charles Darwin e Isaac Newton.

Mas se não existe cura para o autismo, o que fazer? Como proceder? Bem, para isto existem terapias específicas, com fonoaudiólogos especializados na área, para ajudar na fala, terapeutas ocupacionais, psicólogos, psiquiatras. E é lógico, principalmente, a aceitação por parte dos pais desde o momento em que o seu filho é diagnosticado com autismo, pois quando o casal aceita que o seu filho tem esta síndrome, tudo fica mais fácil.

Meu filho frequenta todos os dias uma escola japonesa especial, específica para crianças e jovens especiais, sejam portadoras de Síndrome de Down, autismo ou outras síndromes, e ela ajuda e muito no desenvolvimento do meu filho e de outras crianças e jovens especiais. E o que me chama a atenção é que esta escola também utiliza o iPad como meio de terapia para as pessoas que lá frequentam.

E o que o iPhone e o iPad tem a ver com o autismo? Bom, pelo menos aqui em casa, desde 2008, ano em que eu adquiri o meu primeiro iPhone, este device faz parte da nossa família e na minha visão, ele ajudou o meu filho a desenvolver o chamado tato fino, dentre outras habilidades.

Uma das características do autista é serem meio que atrapalhados, e utilizando o iPhone percebi que o meu filho aprendeu a desenvolver o tato fino, para poder digitar o que ele deseja, seja na busca de vídeos no YouTube, jogar games, ver fotos. Enfim, na minha modesta opinião, penso que o iPhone e o iPad fizeram e ainda fazem parte na ajuda para tornar o meu filho o mais independente possível.

Mas, como assim independente? Os autistas por suas características acabam ficando muito dependentes dos seus pais, não que isto seja ruim, porém, se pensarmos pelo bem dos nossos filhos autistas, quanto mais independentes de nós eles forem, melhor.

Cito um exemplo aqui em casa mesmo: uma vez que o meu filho me viu digitando palavras no YouTube em busca de um determinado vídeo, e o que ele fez? Aprendeu sozinho e eu nem precisei ensiná-lo. O mais impressionante foram os games; tem jogos que eu nunca joguei, mas baixei porque eram gratuitos e o que o meu filho fez? Foi lá e aprendeu a jogar, sozinho.

E os jogos desenvolvem a lógica, o raciocínio, o tato fino. Muitas vezes, é surpreendente o que ele faz com o iPhone e o iPad. Há jogos que só ele consegue jogar eu não, não sei nem pra onde vai!

Hoje em dia, existem muitos aplicativos específicos voltados para o autismo na própria App Store, só que o meu filho não se interessa por nenhum, quer saber de YouTube, jogos e fotos. Eu nem forço, já que ele sabe bem o que quer e o que procura no seu iPhone.

Se até a escola especial que o meu filho frequenta faz uso do iPad como parte da terapia para desenvolver as crianças e os jovens de lá, quem sou eu para ser contra a sua utilização? Pelo contrário, eu aprovo e até incentivo o uso de iPhone e iPad aqui em casa com o meu filho.

FONTE: Blog do iPhone

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

2 de abril: Dia mundial da conscientização do Autismo

Chamamos de Autismo a condição clínica determinada por uma configuração neuropsicobiológica, que tem como resultado dificuldades na interação social, no desenvolvimento da linguagem e na abertura para interesses do mundo ao redor.

Neste artigo, nossa proposta é dar algumas dicas que facilitarão sua comunicação com um autista, seja ele seu filho(a), irmã(o) ou qualquer outro ente querido. Nossa finalidade, com esta iniciativa, é tornar um pouco mais fácil o convívio humano, facilitando, principalmente, a vida desses autistas. Quanto mais o cuidador ou o professor ou qualquer outra pessoa envolvida diretamente numa relação com um autista entender as particularidades do seu mundo, mais autêntica poderá ser a relação estabelecida e menos frustrante para os dois lados envolvidos.

O autista tem dificuldades importantes na interpretação de elementos não-verbais da linguagem. Isso quer dizer que sinalizações óbvias para os não-autistas, como perceber que uma pessoa está triste sem que ela verbalize este sentimento, mas os expresse pela sua mímica, tom de voz ou postura corporal, pode assumir a complexidade de um enigma para os autistas.

Deste modo, os outros seres humanos sempre estarão rodeados de uma aura de mistério e imprevisibilidade, fazendo com que a convivência social se torne uma fonte permanente de ansiedade para o autista, que só conta com a inteligibilidade do que é expressamente falado para se orientar quanto ao que esperar das outras pessoas.

Para o autista: E esse outro ser humano que se aproxima? O que será que ele quer? Vai me agredir? Tenho que reagir de algum modo específico? O que todas essas pessoas estranhas esperam de mim? Sou igual a elas? Não sou?

Assim, fica evidente o motivo da “paixão pelo imutável” dos autistas (expressão utilizada por Leo Kanner, que descreveu pela primeira vez o mundo dessas pessoas para os não-autistas).

Repetir sistematicamente rotinas para se vestir, para chegar ao trabalho, para se alimentar, etc., torna um pouco menos imprevisível o mundo à nossa volta. O “apego ao mesmo” gera sensação de segurança, da mesma forma que as surpresas (festas de aniversário, passeios, idas ao médico ou ao dentista) geralmente assustam muito os autistas.

O ambiente mais acolhedor para o autista é o ambiente conhecido, como seu quarto, seu quarteirão, a padaria da esquina. Por isso, ao sair com seu filho autista, leve o máximo de partes de seu ambiente doméstico junto (travesseiro, pedaços de brinquedos, peças de roupa, além, é claro, DE VOCÊ MESMO).

Quanto menos mudamos abruptamente nosso humor, e, portanto, o tom de nossa voz, nossas expressões faciais e nosso contato, mais nos tornamos um porto seguro e estável para nosso familiar autista. É difícil nos mantermos estáveis o tempo todo, mas é importante lembrar que mudanças repentinas em nosso comportamento lançam nosso ente querido autista no mais aterrador desamparo.

Por último, é importante lembrar que apesar de demonstrar pouca ressonância com o ambiente que o cerca, o autista NÃO DEVE SER VISTO COMO ALGUÉM QUE NÃO SENTE NADA! Muito pelo contrário! Sente muito, e de forma tão total, intensa e aterrorizante que vai conduzir sua vida (acompanhado das pessoas que se importarem com ele), na tentativa de sobreviver às inconstâncias, instabilidades e imprevisibilidades do caminho.

Cadeira de rodas motorizada ou manual. Qual escolher?

Decidir entre uma cadeira de rodas motorizada ou manual é uma tarefa que requer uma avaliação criteriosa.

Isto porque, o modelo escolhido vai impactar diretamente na qualidade de vida da pessoa que vai utilizá-la.

A escolha da cadeira de rodas ideal deve levar em conta a análise de fatores que vão além das características do usuário, sua rotina e ambientes de circulação.

Comumente, filhos que buscam melhorar a qualidade de vida dos pais e familiares que querem oferecer mais conforto para seus parentes têm dificuldade para eleger um modelo de cadeira de rodas diante de tantas variáveis disponíveis no mercado.

Optar por uma solução inadequada pode causar problemas musculares, potencializar dores e até mesmo acarretar piora em alguns casos clínicos.

Neste post nós reunimos as principais informações sobre cadeira de rodas motorizada e manual. Saiba mais:

Cadeira de rodas motorizada

Como funciona?

A cadeira de rodas elétrica permite que o deslocamento seja comandado pelo próprio usuário.

Independentemente do comprometimento motor do paciente, os recursos de direção e velocidade da cadeira funcionam por meio de controladores eletrônicos, como joysticks.

Isso permite autonomia de locomoção, sem gasto energético.

Como a cadeira motorizada não precisa ser “empurrada”, pois seus motores usam energia gerada por baterias recarregáveis, o cadeirante aproveita o convívio social e o direito de ir e vir com mais independência e menos esforço.

Uso indicado

Esse tipo de cadeira de rodas é indicado para pessoas com mobilidade reduzida ou comprometimento do desempenho funcional, mas que tenham habilidades motoras nos membros superiores para acionar o joystick com a mão.

Seu uso é recomendado exclusivamente para pacientes que apresentem nível de compreensão suficiente para conduzir o equipamento com eficiência e segurança.

Por isso, a venda desse tipo de cadeira leva em conta a condição física do indivíduo, mediante avaliação visual, auditiva e cognitiva.

Pessoas portadoras de patologias progressivas, como distrofia muscular, amiotrofia espinhal, esclerose múltipla ou lateral amiotrófica, habitualmente têm indicação de uso desse tipo de cadeira de rodas.

Indivíduos acometidos por patologias não progressivas, como AVC e lesões medulares, tais como tetraplegia e paraplegia, geralmente, também recebem indicação de uso desse tipo de equipamento motorizado.

Vantagens

Frequentemente, as cadeiras de rodas motorizadas estão associadas a mais liberdade e menor esforço do usuário.

Elas, normalmente, são muito confortáveis, ergonômicas e oferecem bastante comodidade. São especialmente vantajosas no deslocamento em grandes distâncias.

Pontos de atenção

As cadeiras de rodas motorizadas modelo monobloco não são tão leves quanto às com fechamento em X ou às cadeiras de rodas manuais.

Assim, elas demandam auxílio de uma segunda pessoa no seu transporte, para quando for necessário colocá-la em um carro que não seja adaptado e não tenha elevador.

Esse tipo de cadeira de rodas exige manutenção mais cuidadosa, devido aos seus componentes eletrônicos modernos.

No entanto, geralmente, por ser fabricada com materiais de primeira linha, costuma oferecer uma durabilidade superior aos modelos manuais.

Cadeira de rodas manual

Como funciona?

As cadeiras de rodas manuais são movidas à força humana, ou seja, precisam ser impulsionadas pelo próprio usuário ou por um terceiro.

Elas contêm manoplas na parte traseira para facilitar seu manuseio por parte do cuidador.

Uso indicado

Esse tipo de cadeira de rodas é indicado para indivíduos com nenhum, baixo ou médio comprometimento dos membros superiores.

Também é recomendado para pessoas sem capacidade de “dirigir” uma cadeira de rodas motorizada, que dependem de um cuidador para se locomover.

Vantagens

A cadeira de rodas manual demanda esforço a partir da atividade física de manuseio para locomoção, contribuindo para a manutenção do peso corporal e condicionamento físico do usuário.

É mais leve do que a cadeira de rodas motorizada e, geralmente, mais fácil de ser transportada.

Esse tipo de cadeira de rodas tem manutenção mais barata, no entanto, apresenta menor durabilidade do que os equipamentos motorizados.

É uma cadeira bastante funcional em trajetos curtos, além de permitir transferências independentes para dentro do carro ou da cadeira de rodas para outro tipo de assento.

Pontos de atenção

O uso da cadeira de rodas manual em longos trajetos pode causar desgaste muscular, ocasionando fadiga, câimbras e dores.

Conclusão

A melhor opção entre cadeira de rodas motorizada e manual vai depender da especificidade de cada caso.

É preciso analisar todas as variáveis sem perder de vista o principal objetivo da cadeira que deve ser alcançar o máximo da funcionalidade ao usuário, com conforto e segurança.

Por isso, sempre vale alertar para que a compra seja feita com ajuda de profissionais e em lojas especializadas em produtos para saúde e bem-estar.