Mitos sobre sexualidade dos cadeirantes

 

Nós cadeirantes, somos todos iguais quando deixamos a cadeira de roda ao lado da cama, e apesar de estarmos no século 21, dois terços das pessoas não tem ideia do que realmente se passa por trás de nossas portas dos quartos.

De orgasmos à logística, aqui estão as 10 melhores ideias erradas sobre sexo e deficiência.

  1. Todo deficiente é assexuado.

Não intendo o porquê que as pessoas pensam que todo cadeirante não tem desejos sexuais, fazer sexo faz parte da natureza humana e assim como um andante fica triste, alegre, empolgado e excitado… o cadeirante também pode ficar, afinal, cadeirante também é gente mesmo que use uma cadeira de rodas para se locomover, assim como os outros usam o carro.

Cadeirante pode ser hétero, gay, bi ou possivelmente confuso, assim como o resto da humanidade. Mas cadeirantes não são assexuados.

  1. Nós não podemos ser sexy.

A deficiência não faz alguém menos sexy, é triste que muita gente acha isso, mas é só por que nunca conheceram uma pessoa sexy com deficiência antes.

Ser sexy é ter atitude, saber falar com confiança e mostrar que se ama e se valoriza acima de tudo.

E na hora H, uma lingerie ou uma cueca bonita também ajuda bastante.

E para aqueles que ainda não conhecem algum (a) cadeirante sexy, abra os olhos! Converse, conheça de verdade um cadeirante, mas cuidado, você pode se apaixonar.

  1. Nós não gostamos de ser tocados, onde não podemos sentir.

Quem não gosta de um carinho? É claro que não estou falando do carinho do pai e da mãe, e sim, daquele carinho com ternura com desejo, na hora certa e no lugar certo.

É um equivoco pensar que um cadeirante não vai gostar de ser acariciado ou que não vai sentir ser tocado. Nem todos perderam a sensibilidade, e mesmo que perderam, eles têm o prazer de olhar.

Ao lidar com uma pessoa que usa cadeira de rodas. O mais leve toque pode ser uma grande fonte de prazer.

Vá em frente, use cada centímetro de nós.

  1. Se não sentimos, não gostamos de sexo.

O corpo humano é composto de profundas camadas que captam sensações e prazeres sexuais, os hormônios que são responsáveis por isso, e ninguém é “deficiente de hormônios”.

Mesmo que a pessoa perde a sensibilidade do corpo, existem muitas outras formas de conseguir o prazer e de fazer sexo.

Sexo é alegria, relaxamento, prazer, auto estima… sexo é recomendado á todos. 

 

  1. Sexo faz-nos tristes.

Ou ideia boba de que o sexo nos faz tristes. As pessoas acham que o sexo vai fazer lembrar de nossas incapacidades em vez de nossas habilidades, ou que a falta de sensação que experimentamos durante o ato, seja algo desagradável de suportar.

Essas pessoas estão horrozamente enganadas, é durante o sexo que percebemos que somos iguais a todos, e que o essencial não é as performas das posições, mas sim a qualidade do sexo, quando os parceiros se entregam totalmente transmitindo a paixão daquele momento.

  1. Sexo com cadeirante, é sexo sem graça.

Podemos não ser ginastas na cama, mas temos muitos truques e acessórios para nos ajudar a obter o nosso e o seu “pico”.

Na hora do sexo com um cadeirante, vale-se muito- a pena usar a criatividade, assim como tem que ser com qualquer outro andante.

Está duvidando que tenha graça fazer sexo com um cadeirante? Então, faça para ver…

  1. Homens de cadeiras não pode ter uma ereção (ou ser pai biológico).

Homens com deficiência pode ter problemas de ereção, mas isso não significa que eles não podem obter uma ereção. Viagra e uma série de outras drogas, abriram as portas para os homens com deficiência.

E se eles têm dinheiro suficiente, ter filhos através de uma extração de sêmen cirúrgica também é possível. Além disso, muitos homens ainda podem ejacular sendo não necessário a inseminação.

  1. Mulheres cadeirantes não podem ter bebê.

Não podemos dizer que mulheres cadeirantes podem ou não ter bebês, cada caso é um caso. Mas muitas cadeirantes já se tornaram facilmente mães, tendo casos de ser gravides de gêmeos.

A questão é, como se trata de uma vida, é sempre importante consultar médicos antes de querer ter um filho, sendo cadeirante ou não.

Mas é claro que é possível muitas mulheres cadeirantes ficarem grávidas, por isso também é recomendável o uso de preservativo

  1. Não podemos atingir o orgasmo.

Orgasmos são definitivamente possível para as pessoas com deficiência.

Profissionais da saúde, acreditam que sempre existe uma maneira do cadeirante chegar ao orgasmo. Assim como as demais pessoas, é importante tentar descobrir quais partes do corpo pode fazer chegar no auge e ir em busca de novas maneiras de procurar o prazer físico.

Existem também os orgasmos mentais, que são uma outra faceta do orgasmo, que muitas pessoas que usam cadeira de rodas utilizam, através do visual, do cheiro, das palavras.

  1. Na hora do sexo com um cadeirante, tem que tomar muito cuidado.

Esse pensamento provavelmente seja uns dos mais cometidos e ofensivos, muitas pessoas acham que o cadeirante é de vidro e que qualquer coisinha pode quebra-lo, e se tocar nele, ele (a) já sente dor. Gente, acorda! É claro que existem algumas limitações em uma pessoa com deficiência, mas a pessoa não é tão delicada assim não, é superimportante antes mesmo de ter uma conclusão dessas, conversar com o cadeirante (caso você tenha interesse sexual com ele (a)), e na hora do “rali-rola” ir com calma nas primeiras vezes para ver o que pode ou não ser feito.

A americana, de Raleigh na Carolina do Norte, perdeu o movimento de seu corpo do pescoço para baixo ao ser empurrada para dentro de uma piscina durante sua festa de despedida de solteira em 2009.

Depois do acidente, um dos maiores medos da jovem era de nunca mais sentir prazer sexual. Desde então, ela sempre conseguiu fazer sexo normalmente, mas não chega mais ao orgasmo como antes.

Por isso, com a ajuda de sua equipe de reabilitação, aprendeu novas maneiras de aproveitar a relação. Como Rachelle ainda tem sensações em seu pescoço, seu marido passou a utilizar essa parte do corpo como zona erógena.

Para acabar com a impressão – errônea – que as pessoas têm sobre a vida sexual de deficientes físicos, ela decidiu pousar semi-nua para uma campanha empoderadora.

“Eu espero que isso inspire outras pessoas a focarem nas coisas que amam sobre si mesmas e não serem tão críticas”, disse a jovem em entrevista à People.

Além disso, ela teve sua própria iniciativa inspiradora no Twitter e Facebook. “Eu estou encorajando todo mundo a utilizar as redes sociais para dizer algo sobre que amam em si mesmos com a hashtag #WhatMakesMeSexy (O que me faz ser sexy, em inglês)”.

Eu quero dar uma nova cara para a deficiência”, contou com o objetivo de atingir outras mulheres paraplégicas. “Nós todos temos defeitos, e pela primeira vez na minha vida não estou escondendo meu cateter. Eu não vou me esconder mais.”

Em 2015, Rachelle teve sua primeira filha – de uma gravidez de barriga de aluguel – e supera suas dificuldades um dia de cada vez.

“Pessoas acham que como paraplégica eu não consigo mover nada, mas não é verdade”, desabafou. “Isso é principalmente para educar pessoas em relação a maternidade, do que sou capaz, como é ter uma lesão na espinha e meu relacionamento. Tem muita coisa que eu posso fazer e eu quero que as pessoas vejam isso.”

Historia da Raquel Batista

Hoje eu tive o prazer de conhecer a historia da Raquel, ela me contou a historia da vida dela!!

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Raquel Batista

“Meu nome é Raquel Batista tenho 43 anos. Sou portadora da distrofia muscular facio escapulo umeral e os primeiros sintomas desta doença se manifestaram aos 9 anos de idade pois minhas escápulas ficaram salientes mais eu corria pulava subia em árvores como uma criança normal mais aos 12 anos não conseguia levantar os braços caia e não conseguia me levantar aos 26 anos de idade fui para cadeira de rodas E em setembro de 2011 caí da cadeira de banho quebrei o fêmur e estou acamada a 5 anos.

Essa doença causa fraqueza muscular e perda da coordenação motora e compromete a musculatura da face.”

Se você também quiser que sua historia seja contada no meu blog e só me mandar um e-mail para:

ricardotostes@lifesobrerodas.com

AME-SE!

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Imagem retirada da internet

É cada vez maior o número de pessoas que fazem uso de aplicativos e redes sociais, por exemplo, para interagir, conhecer novos amigos e, por que não, a sua “cara metade”.

Seria essa uma situação comum e saudável nos dias de hoje, se não fosse pelo fato de que, em se tratando de pessoas com deficiência (PCDs), a maioria opta por “se esconder” numa falsa “zona de conforto virtual” que tem por causas outras situações e sentimentos – vergonha de sair de casa… receio do que os outros vão pensar… se sentem reprimidos pelos olhares alheios… preferem não se desgastar com situações de falta de acessibilidade de certos lugares, etc.

É claro que há aquelas PCDs que não tem problema algum em enfrentar questões de inacessibilidade ou de assumirem a sua deficiência e vão desvendando novos ares (e ainda batalham pela inclusão física/arquitetônica), falam abertamente sobre si, etc.

Por outro lado, não podemos ignorar que existem deficientes que se escondem, vivem se privando de convívio social real porque ainda enfrentam o conflito de aceitar a sua atual situação. Ignoram o espelho, abandonam a vaidade e desistem de si porque “virou deficiente” ou “é um deficiente” e não quer ser magoado (ninguém quer).

Falo isso com propriedade porque já passei por isso e sei o quão profunda é nossa tristeza e constrangimento por não conseguir, num determinado momento da nossa nova trajetória (eu, por exemplo, virei cadeirante aos 19 anos), entender e gostar de “quem somos”. Fazemos comparações, vivemos (alguns) de passado, nos apegamos demais ao “se” e ao “quando”.

Culpa de uma sociedade que dita “regras” e padrões de “normalidade” e beleza? NÃO SEI. Prefiro não julgar.

Fato é que depois de muito ignorar festas de família, idas a barzinhos com os amigos, oportunidades de estudo e trabalho por me achar incapaz (sem ao menos tentar!), desviar de espelhos e fugir de fotos (e como fiz isso!), aprendi uma coisa: NINGUÉM QUER FICAR PERTO DE FANTASMAS E GENTE MAL HUMORADA… NEM EU!

Está ruim? Melhora. Um sorriso já ilumina o dia de qualquer “coração de pedra”.

Respeite o seu ritmo de vida e abandone as auto comparações negativas.

Não ficou bem de azul? Muda “a roupa”, encontre um novo estilo que te deixe confortável, feliz e, consequentemente, linda (o)!

Saia “da toca” para respirar um pouco, sem aquele compromisso de médicos, trabalho, obrigações. Apenas saia…

Tire aquela foto da rede social onde só aparece um décimo do seu corpo (só o rostinho com meio sorriso) e registre ali a imagem que possui a melhor versão de você.

Não viva para o seu corpo, VIRE A REGRA DO JOGO. Eleve a alma!

Tenha a certeza de que você nunca vai agradar a todos. E DAÍ?

É difícil? SIMMMMMM. Mas não impossível.

Pode parecer cliché o que quero dizer com todas essas palavras e sei que se trata de um exercício diário de amor próprio, mas quando você menos perceber, o seu sorriso passa a ser espontâneo, a visão de muitas pessoas passa a ser natural (sem pré-julgamentos pela deficiência) regada de admiração e aquele nosso “casulo” (antiga zona mínima de conforto) ganha novos ares a serem vividos e saboreados intensamente.

Por tudo isso, faça um favor a você agora: AME-SE!!!… PORQUE NINGUÉM VALE MAIS DO QUE A SUA PRÓPRIA PAZ.

Superação na OAB: Estudante com paralisia cerebral é aprovado no exame de ordem

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Imagem retirada do site Nação Jurídica 

Adinilson Marins dos Santos, vice-presidente da APAE de Patos de Minas, tem motivos de sobra para comemorar. Mesmo com todas as dificuldades, conseguiu um feito incomparável. Ele foi aprovado no último exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Adinilson não consegue escrever e fez as duas provas oralmente.

A primeira prova foi composta de 80 questões objetivas de múltipla escolha sobre disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de direito, além de direitos humanos, Código do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, direito ambiental, direito internacional, filosofia do direito, Estatuto da Advocacia e da OAB, seu Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB.

Na segunda fase, Adinilson teve que “redigir” uma peça profissional valendo cinco pontos e responder quatro questões (valendo 1,25 pontos cada) sob a forma de situações-problema na área escolhida. A aprovação é obrigatória para o bacharel em direito exercer a advocacia e o índice de reprovação no exame é alto. Muitos bacharéis tentam várias vezes até conseguir a aprovação.

Conhecedora da trajetória de Adnilson, a presidente da APAE Patos de Minas, Maria Abadia de Oliveira, contou um pouco sobre a história do vencedor. Ela disse que ele chegou a estudar na APAE nos primeiros dois anos de escola. No entanto, como não tinha deficiência intelectual, a associação orientou a família a transferi-lo para uma escola comum. Houve muita resistência.

Ele terminou os anos iniciais e mudou para outra escola onde conseguiu concluir o ensino fundamental e médio de forma mais célere. O sonhado diploma de Direito veio em 2010, após aprovação no UNIPAM. No ano seguinte, ele fez sua primeira tentativa no exame da OAB. Não teve sucesso. Mas ele não desistiu. Se preparou mais e, após três anos, na segunda tentativa, conseguiu a admissão nos quadros da OAB.

Adinilson possui comprometimento motor e na fala. A aplicação de sua prova foi feita de forma oral. “Minha prova foi oral e também não precisei de intérprete, pois a fiscal na ocasião foi a mesma que já me acompanhava no UNIPAM”, comentou Adinilson. Ele também destacou que, devido sua deficiência, nunca conseguiu escrever, não sendo essa limitação empecilho para conquistar seus objetivos.

E a vida de Adinilson, mesmo com todas as dificuldades, parece não ter limites. Maria Abadia contou que ele está em Brasília, representando a Federação das APAES do Estado de Minas Gerais no Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (CONPED) e a Federação Nacional das APAES no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE). Reconhecendo a conquista, a Federação Mineira deu os parabéns ao novo advogado.

Maria Abadia também falou sobre o que representa a conquista de Adinilson. “A gente que o conhece sabe das dificuldades que enfrentou. Para nós da APAE é uma conquista incomparável. É um prêmio. Não temos palavras para resumir. O nosso trabalho é fazer a inclusão social da pessoa com deficiência e hoje ele é totalmente independente e incluído na sociedade”, ressaltou. Ela também aproveitou para destacar que é preciso que as pessoas recebam o deficiente como qualquer cidadão.

Com informações do site Assim Passei

Fonte: Nação Jurídica 

INCLUSÃO

Desde meados dos anos 80 e princípio dos anos 90, inicia-se no contexto internacional um movimento materializado por profissionais, pais e as pessoas com deficiência, que delineavam a necessidade de unificar a educação especial e a regular num único sistema educativo, criticando a ineficácia da educação especial.

Aparecia assim, pela primeira vez uma defesa importante à prevalência de um único sistema educativo para todos, que foi denominado de inclusão.

De todas as conferências realizadas até então sobre o assunto, cabe destacar a Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, de 1994, em Salamanca, por ser a que de maneira mais decisiva contribuiu para impulsionar a Educação Inclusiva em todo o mundo. Nesta Conferência reconheceram a necessidade e urgência de que o ensino chegasse a todas as crianças, jovens e adultos com necessidades educacionais especiais no âmbito da escola regular.

Outro documento também importante é a Declaração Mundial de Educação para Todos surgida após a Conferência de Jomtien na Tailândia em 1990, Plano de Ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem, promovida pelas Nações Unidas para a educação, ciência e cultura (UNESCO), fundação das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD) e Banco Mundial. O objetivo era traçar ações concretas para mudar até 2000 a situação do analfabetismo, incluindo a situação das pessoas com necessidades educacionais especiais. (ROSSETO, 2006).

Desse modo, a educação inclusiva pressupõe a formação docente de qualidade e a organização das escolas para garantia do direito de todos à educação. Este trabalho retratará o assunto que concerne à inclusão de Alunos com necessidades especiais no contexto escolar, mas cabe aqui lançarmos alguns questionamentos sobre o real significado do termo inclusão.

O professor de Educação Física Adaptada deve estar preparado e motivado para desenvolver conteúdos estimulantes e criativos, adaptando-se aos diferentes níveis de aprendizagem e limitações de seus alunos. Dessa forma garantindo a oportunidade de educação a todos estes alunos com necessidades especiais. Dessa forma o professor contribuirá para o pleno desenvolvimento de seus alunos.

A escola deve se adaptar as necessidades dos alunos, de modo que ofereça diferentes estratégias de aprendizagem e avaliação, garantindo que nenhum aluno será excluído das atividades desenvolvidas, os cuidados com a acessibilidade devem ser seguidos desde a construção e reformas da escola, através de uma planificação criteriosa e das limitações de pessoas com deficiência e seus alunos.

A inclusão é um direito de todos; e, como profissionais da educação, é o nosso dever estarmos conscientes das possibilidades desta inclusão nas aulas de Educação Física. Mantoan (2005), afirma que:

A escola tem que ser o reflexo da vida do lado de fora. O grande ganho, para todos, é viver a experiência da diferença. Se os estudantes não passam por isso na infância, mais tarde terão muita dificuldade de vencer os preconceitos. A inclusão possibilita aos que são discriminados pela deficiência, pela classe social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade. Se isso não ocorrer, essas pessoas serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade. Você não pode ter um lugar no mundo sem considerar o do outro, valorizando o que ele é e o que ele pode ser. Além disso, para nós, professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação.

A inclusão deve dizer respeito a todos os alunos, pois tem o mesmo direito a uma educação de qualidade, portanto os sistemas educacionais têm de mudar pra poder responder a essas necessidades.

Os questionamentos que surgem quando se fala em inclusão dizem respeito à real diferença que existe entre crianças com deficiência que não têm acesso às escolas ou são discriminadas na sala de aula e crianças sem deficiência que fracassam na escola, se evadem e são marginalizadas socialmente. Qual a diferença real se ambas são excluídas e tem violado o seu direito fundamental à educação? Qual a diferença real entre necessidades educacionais que foram geradas por uma deficiência e necessidades educacionais que foram geradas por uma deficiência social e econômica?

Assim a educação inclusiva surge tentando compreender essas questões, dizendo respeito às várias barreiras que as crianças enfrentam, sejam barreiras de acesso à escolarização ou de acesso o currículo, que levam ao fracasso escolar e à exclusão social.

Eu sempre fui bem aceito tanto no ambiente escolar quanto no ambiente universitário, graças a Deus eu encontrei a Faculdade Redentor que tem um excelente projeto de inclusão de pessoas com qualquer tipo de deficiência, na minha faculdade estuda pessoas com diversos tipos de deficiência tanto física quanto mental.

A Faculdade Redentor tem o Centro de Atendimento Clinico – CACI que conta com os mais gabaritados profissionais das áreas da saúde, tais como Pedagoga, Psicólogos, médicos.

O trabalho da Pedagoga Gilmara Moreno que está sendo realizado no CACI é o Centro de Desenvolvimento Infantil (Centrinho), que é o setor que trabalha com crianças com Transtorno do Espectro Autista. Gilmara realiza atividades para otimizar o trabalho de inclusão de crianças autistas em escolas regulares, assim, quando estiverem preparadas para frequentar a escola, não terão problemas para estarem em atividades coletivas e terão conhecimentos suficientes para iniciarem o ensino formal.

Gilmara ressalta que todas as atividades feitas no Centrinho são passadas às famílias, para que sejam feitas em casa. “Com isso, a criança terá um desempenho melhor”, destacou.

Atualmente o CACI – Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna é uma das referências no Brasil em atendimento das diversas síndromes e transtornos em crianças, como o autismo. Médicos em São Paulo e Rio de Janeiro estão indicando o CACI para as famílias, com isso, muitas têm se mudado para Itaperuna ou cidades próximas, para que os filhos possam ser atendidos no Centro de Desenvolvimento Infantil (Centrinho).

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O CACI funciona na Rua José Egídio Tinoco, nº 79, bairro Cidade Nova (atrás do Terminal Rodoviário), Itaperuna/RJ. Telefone de contato: (22)3824-3812.