Minha experiência viajando de avião!

Foto retirada da internet

Hoje vou contar para vocês a minha experiência viajando de avião para fora do país.

Após comprar as passagens aéreas na TAM, como eu faço uso de uma ventilação não invasiva, o chamado “BIPAP”, é necessário preencher um formulário chamado MEDIF, nesse formulário eu sinalizei que fazia uso do aparelho, que necessitava de tomada 110V para o mesmo, que usava cadeira de rodas e que precisava das poltronas na primeira fileira.

Esse formulário é encaminhado internamente para médicos da companhia aérea, que precisam me autorizar a embarcar com o aparelho na aeronave. Assim que recebi essa autorização feita pelos médicos da cia, fiquei aliviado e pude começar a pensar em outros detalhes da viagem.

Vale ressaltar que pesquisei muito e liguei na companhia para entender os procedimentos necessários para meu embarque com o aparelho, como também me certifiquei que na aeronave havia tomada 110v. O que não foi um caminho muito fácil, com muitas informações diversas dentro da própria cia.

Sou do interior do Rio de Janeiro, viajei 5 horas de carro até chegar na capital, peguei um voo até SP e no aeroporto de São Paulo ao fazer o check in para os EUA, recebi a informação que o formulário não estava no sistema da companhia. Houve um descaso enorme por parte do funcionário da empresa aérea e quase perdi o meu voo para Orlando.

Depois de muito conversa e briga (claro, já estávamos muito estressados), acharam o formulário perdido. Para embarcar o gerente precisou reacomodar dois passageiros em outras poltronas e colocou a gente nas primeiras poltronas.

Mas, o problema ainda não havia chegado ao fim, pois acontece que dentro do avião a cadeira de rodas que eles disponibilizam para levar até os assentos não passa entre as fileiras e os comissários nada fizeram para nos ajudar. Foi aí que dois generosos passageiros me levaram nos braços até a poltrona.

Essa foi minha experiência viajando na companhia TAM LINHAS AÉREAS, a companhia precisa melhorar muito os serviços de atendimento para as pessoas com deficiência.

Abaixo tem o MEDIF!

Foto retirada da internet

FALTA DE RESPEITO NAS LOJAS COM OS CADEIRANTES!!!

Charge de Jean Galvão

Hoje eu fui dar um passeio em minha cidade e como sempre me deparei com vários obstáculos como cadeirante. Fiquei apavorado com falta de respeito da lojas Americanas de Itaperuna com os cadeirantes.
Será que eles acham que os cadeirantes não tem o direito de entrar na loja? Tinha várias caixas espalhadas pelo chão, os corredores são muito apertados, não davam nem para passar uma cadeira de rodas.

Quem é cadeirante sabe como é frustrante para o cidadão que quer entrar na loja e não tem condições por que a loja tem escada, corredores minúsculos, ressaltos enormes na frente, etc… Às vezes, encontramos uma alma caridosa que ajuda e é ótimo, mas quando não têm…. perdemos o direito de ir e vir.

A nossa lei afirma que todos os lugares têm que ter acessibilidade, mas são poucas lojas que tem o acesso com rampas ou a preocupação com o tamanho dos corredores.

Sinceramente, eu acho que todos os lojistas deveriam colocar um acesso para cadeira de rodas e vendedores com boa vontade para ajudar o deficiente.
Esse foi o meu desabafo, quem sabe um dia a nossa cidade melhora no quesito de acessibilidade!

Acessibilidade nos Parques de Orlando – minha Entrevista com Carol Capel!

A alguns anos atrás eu estava procurando dicas para minha viajem para Orlando, foi nessa época que eu conheci o blog e o canal no YouTube da Carol Capel cada dia que passava eu aprendia mais com ela só que eu sentia falta de dicas para cadeirantes foi então que eu entrei em contato com ela é concedi uma belíssima entrevista para ela!

Disponibilizarei o link abaixo deste post!!!

http://www.carolcapel.com.br/2015/03/acessibilidade-nos-parques-de-orlando.html?m=1

Vamos conversar um pouco sobre acessibilidade nas cidades pequenas!

 

“O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações. Alguns exemplos são os prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para deficientes.”

Mas na minha opinião nas cidades pequenas por exemplo na cidade onde eu moro a carência por acessibilidade é muito grande, as ruas não tem calçamento direto, são poucas as lojas que tem rampa de acesso para cadeira, infelizmente a vida para um cadeirante é bem complicada nas cidades pequenas.

Eu sinceramente acho que o nosso país precisa avançar muito em termos de inclusão e acessibilidade tanto para cadeirantes quanto para pessoas com outro tipo de deficiência.

Bom por hoje é só isso pessoal estou amando dividir as minhas opiniões e ideias com vocês!

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