O que é um “BPAP”?

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Você já deve ter ouvido falar do “BPAP”, mas sempre quis saber o que era?

Então eu irei explicar para vocês o que é um “BPAP”!

O BiPAP é o termo popular adotado para aparelhos biníveis, que são geradores de fluxo que fornecem duas pressões de tratamento: uma pressão de inalação (IPAP), normalmente mais elevada, e uma pressão de exalação (EPAP), mais baixa para facilitar a expiração.

O BiPAP (Bilevel Positive Pressure Airway) é um dos tipos de respiradores mecânicos usados no suporte ventilatório por pressão e que são tipicamente empregados para a ventilação não invasiva. Semelhante a um compressor, ele tem a capacidade de gerar um fluxo de ar para o paciente fazendo com que a pressão nas vias aéreas do indivíduo fique sempre positiva.

O aparelho trabalha com dois níveis de pressão (uma pressão inspiratória maior e outra pressão expiratória menor), que se alternam nas vias aéreas durante o ciclo respiratório. Normalmente ele é administrado através de uma Máscara Nasal ou Facial. Essas duas pressões positivas associadas dão ao paciente um conforto maior ao respirar, simulando uma respiração espontânea com acompanhamento da respiração voluntária do paciente.

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O bipap faz com que o seu ritmo respiratório volte ao normal, fazendo com que os seus pulmões voltem a ser expandidos por completo, melhorando as trocas gasosas, consequentemente, oxigenando melhor o seu organismo.

Sempre que você ouvir a palavra BIPAP ou CPAP, saiba que na maioria das vezes, está se falando de ventilação não-invasiva. Trata-se de um suporte ventilatório administrado através de uma Máscara Nasal ou Facial.

Os problemas respiratórios são frequentes em portadores de patologias neuromusculares e geralmente atingem os pacientes em estágios mais avançados da doença. Quando os músculos do abdômen e do tórax estão comprometidos eles deixam de cumprir um importante papel de auxílio na inspiração e na expiração. Nesses pacientes o uso do BiPAP tem como principal objetivo fornecer adequada troca gasosa e reduzir o trabalho da respiração evitando que eles evoluam para um quadro de falência respiratória.

A configuração do respirador e sua parametrização dependem de vários fatores e tem de ser ajustada ao paciente. Existem ainda várias diferenças entre aparelhos e particularidades que têm que ser consideradas e por isso deve ser feita exclusivamente por profissionais capacitados.

Então qual é a máscara ideal?

A máscara é um acessório fundamental para o uso do aparelho e escolher a máscara errada faz uma diferença enorme na adaptação da terapia.

É importante saber que todas as máscaras se adaptam a todos os equipamentos de CPAP disponíveis no mercado. O que tem que ser analisado é adaptação ao tipo de terapia que cada tipo de máscara oferece para não haver riscos de não adaptação à terapia e fugas. A fuga da máscara se dá quando a pressão de ar emitida pelo CPAP é forte para a estrutura da máscara, quando a máscara não está ajustada corretamente ou quando a máscara não é apropriada ao contorno do rosto, prejudicando o tratamento. A terapia não será completa se o paciente acordar para ajustar a máscara a cada fuga. Vale ressaltar que todas as máscaras vêm com uma saída exalatória para liberação do gás carbônico, são pequenos furos que fazem essa função.

As máscaras são classificadas por tipo: nasal, facial ou facial total.

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Nasais: são as máscaras que cobrem somente o nariz. Algumas nasais, também chamadas de almofadas nasais, são apenas almofadas que se adaptam nas narinas. Algumas máscaras nasais e as almofadas nasais não são indicada para pessoas com pressões de CPAP elevadas, para que não haja o risco de fuga durante a noite.

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Faciais (orofacial): cobrem o nariz e a boca. Há quem se adapte melhor com essas máscaras, mesmo com uma pressão de CPAP mais baixa. São indicadas para pessoas com pressão de CPAP mais alta ou pessoas que não respiram bem pelo nariz, por haver menos possibilidade de fuga. O fato de achar mais confortável, depende de cada pessoa. Por isso que a adaptação é individual.

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Facial total: cobre o rosto todo. Indicada para quem tem alguma alteração facial, que não tolera a pressão da máscara na face.

 

 

ACESSIBILIDADE DENTRO DE CASA

Bom pessoal, hoje vou contar para vocês como um cadeirante pode tornar sua casa mais acessível para que ele se torne mais independente.

Segundo a ABNT NBR 9050:2004, responsável pelas alturas e medidas para as acessibilidades, os interruptores, por exemplo, devem ser posicionados entre 0,60 m e 1,00 m de altura.

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Quando as pessoas vão construir, reformar ou mobiliar sua casa, o conforto vem em primeiro lugar, o preço também é levado em conta, mas a maioria não mede esforços para deixar o lar com a sua cara, priorizando o bem-estar da família. O assunto não é diferente quando falamos das pessoas com mobilidade reduzida ou alguma deficiência física, adaptações devem ser feitas para proporcionar conforto e autonomia para todos. Confira algumas dicas para adaptar o lar para receber pessoas com algum tipo de deficiência.

Os corredores devem ter, no mínimo, um metro de largura para que as pessoas possam se locomover sem bater nas paredes e para que as cadeiras passem sem dificuldade pelo espaço. As portas devem ter, no mínimo, 90 cm de largura e o parapeito 70 cm de altura, porém, essa medida deve ser muito bem planejada, pois é uma adaptação para cadeirantes, mas que pode ser perigosa para idosos e crianças.

Em primeiro lugar, o fogão. Ele deve ser baixo o suficiente para que o cadeirante consiga ver por cima das panelas e não pode ter forno, ou seja, deve ser vazado embaixo para que o cadeirante entre com sua cadeira. Hoje em dia é bem fácil montar um fogão assim, basta utilizar uma bancada, preferencialmente de pedra, e montar um “cook top” em cima dela.

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A pia também pode ser montada sobre a mesma bancada, e também não pode ter armário embaixo para que a cadeira possa entrar. E é essa bancada o que considero a mais importante na cozinha adaptada: ela deve ter a altura certa para que o cadeirante desempenhe todas as atividades necessárias na cozinha. A NBR 9050 afirma que ela deve ter altura entre 80 e 85 centímetros, mas na prática ela deve ser definida pelo cadeirante que vai usar, pois tem cadeirante de várias alturas. Agora vem uma dica que eu creio que vá ajudar: não dá para medir a bancada acima do apoio de braço da cadeira. Os braços ficam flexionados quando apoiados ali, portanto o ideal é deixar a bancada um pouco abaixo, e como os apoios são removíveis, o ideal é removê-los ao utilizar a cozinha. Dessa forma a visão por cima da bancada fica otimizada e a pessoa pode apoiar os braços sobre a mesma.

O problema ao adaptar uma cozinha é a disposição dos armários. Como não dá para colocar armário embaixo de nada, eles devem ser montados sobre a bancada e não podem ser muito altos. É possível colocar armários acima da bancada, mas deve haver espaço para movimentar e não podem ser grandes, pois o cadeirante deve alcançar até a última prateleira. Só que se forem todos assim, vai ser preciso uma cozinha do tamanho de um campo de futebol, e nem todo mundo tem tanto espaço sobrando.

Em casa de cadeirantes, o ideal é colocar uma proteção metálica nas portas para prolongar a vida útil em caso de batidas da cadeira. As maçanetas devem ser adaptadas para pessoas com dificuldades motoras. Todos os móveis devem ser adaptados de acordo com as necessidades, tanto na altura quanto no designer para facilitar e dar mais segurança as pessoas, mas nunca esquecendo que mesmo sendo adaptados eles devem ser modernos acompanhando as tendências de estilos e cores sem perder a sofisticação, os cadeirantes devem ser circulação livre, para girar em seu próprio eixo, uma cadeira de rodas precisa de um espaço de 1,5 metro x 1,5 metro, por isso, é preciso deixar espaço livre.

O banheiro deve ser adaptado ás necessidades, com barras para segurança na hora de sair e voltar para a cadeira permitindo dessa forma que os movimentos

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Os cômodos devem ser amplos para que haja fácil acesso para a cadeira de rodas, e os móveis também devem ser de acordo com o espaço exigido. As portas devem respeitar os padrões para que o cadeirante possa passar tranquilo sem se machucar.

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Quanto menos degrau tiver na casa melhor, até na hora de sair e entrar se tiver um desnível mesmo que bem pequeno pode ser de grande risco causando a queda e dificultando a passagem do cadeirante.

Mesas e camas de menor altura. Portas e armários eletrônicos. Máquina de lavar roupas com abertura e botões frontais. Essas são algumas medidas simples que facilitam bastante a vida de portadores de deficiência física.

Os corredores e a abertura das portas são mais largos (1,5m) e, na sala de estar, não há mesa de centro, aumentando a área para manobras em cadeiras de rodas. Os sofás de 46cm de altura não têm braços, facilitando a aproximação e a transferência do cadeirante. A mesa de jantar é mais baixa e tem quinas protegidas para evitar ferimentos. Os telefones e a campainha têm luzes para indicar quando estão tocando.

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As pias têm que ter uma ducha móvel, como uma mangueira, que pode direcionar o jato de água.

 

 

CADEIRANTES PODEM TER FILHOS?

 

Não faz muito tempo eu li uma historia e fiquei me perguntando que mesmo em pleno século 21 muita gente ainda pergunta para um (a) cadeirante se ele pode ter filhos?

Foi por isso que eu resolvi fazer esse post para desmitificar esse assunto.

Então eu digo e afirmo CADEIRANTES PODEM TER FILHO SIM!

Muitos mitos cercam o mundo das pessoas com deficiência, e um deles é o de que elas são assexuadas.

 Ter um filho é uma decisão séria que todos devem pensar muito bem antes de ter ou não ter, pois isso envolve muitas questões tanto psicológicas quanto financeiras…

Quando a pessoa que deseja ser pai ou mãe é cadeirante o cuidado é dobrado, por que além das questões mencionadas a cima existe a questão do estado físico. No mundo em que vivemos o físico da pessoa não importa, mas quando se trata de um filho, isso é fundamental.

 Existem muitos homens cadeirantes que possui uma fertilidade como de um homem “andante”, o fato de estar na cadeira de rodas não gera nenhuma alteração neste fator.

Mas também não são todos os casos, em alguns é evidente as alterações. Se existir alguma mudança nessa função, é recomendável que se converse com um médico para ele avaliar o estado e indicar um tratamento para sua melhora.

Para as mulheres a questão de ser “mãe” já muda um pouco, por que além de ser fértil ou não, ela precisa ser fisicamente capaz de carregar o bebê por no mínimo 7 meses.

É fundamental e altamente recomendável a orientação de um profissional-médico- para saber se a pessoa pode ou não pode ter uma criança sem correr algum risco. Todo cuidado é valido ainda mais quando se trata de uma nova vida que pode vir ao mundo.

Então por favor vamos parar com esse preconceito de que o cadeirante e quase um ALIENIGENA!!!!

 

Mitos sobre sexualidade dos cadeirantes

 

Nós cadeirantes, somos todos iguais quando deixamos a cadeira de roda ao lado da cama, e apesar de estarmos no século 21, dois terços das pessoas não tem ideia do que realmente se passa por trás de nossas portas dos quartos.

De orgasmos à logística, aqui estão as 10 melhores ideias erradas sobre sexo e deficiência.

  1. Todo deficiente é assexuado.

Não intendo o porquê que as pessoas pensam que todo cadeirante não tem desejos sexuais, fazer sexo faz parte da natureza humana e assim como um andante fica triste, alegre, empolgado e excitado… o cadeirante também pode ficar, afinal, cadeirante também é gente mesmo que use uma cadeira de rodas para se locomover, assim como os outros usam o carro.

Cadeirante pode ser hétero, gay, bi ou possivelmente confuso, assim como o resto da humanidade. Mas cadeirantes não são assexuados.

  1. Nós não podemos ser sexy.

A deficiência não faz alguém menos sexy, é triste que muita gente acha isso, mas é só por que nunca conheceram uma pessoa sexy com deficiência antes.

Ser sexy é ter atitude, saber falar com confiança e mostrar que se ama e se valoriza acima de tudo.

E na hora H, uma lingerie ou uma cueca bonita também ajuda bastante.

E para aqueles que ainda não conhecem algum (a) cadeirante sexy, abra os olhos! Converse, conheça de verdade um cadeirante, mas cuidado, você pode se apaixonar.

  1. Nós não gostamos de ser tocados, onde não podemos sentir.

Quem não gosta de um carinho? É claro que não estou falando do carinho do pai e da mãe, e sim, daquele carinho com ternura com desejo, na hora certa e no lugar certo.

É um equivoco pensar que um cadeirante não vai gostar de ser acariciado ou que não vai sentir ser tocado. Nem todos perderam a sensibilidade, e mesmo que perderam, eles têm o prazer de olhar.

Ao lidar com uma pessoa que usa cadeira de rodas. O mais leve toque pode ser uma grande fonte de prazer.

Vá em frente, use cada centímetro de nós.

  1. Se não sentimos, não gostamos de sexo.

O corpo humano é composto de profundas camadas que captam sensações e prazeres sexuais, os hormônios que são responsáveis por isso, e ninguém é “deficiente de hormônios”.

Mesmo que a pessoa perde a sensibilidade do corpo, existem muitas outras formas de conseguir o prazer e de fazer sexo.

Sexo é alegria, relaxamento, prazer, auto estima… sexo é recomendado á todos. 

 

  1. Sexo faz-nos tristes.

Ou ideia boba de que o sexo nos faz tristes. As pessoas acham que o sexo vai fazer lembrar de nossas incapacidades em vez de nossas habilidades, ou que a falta de sensação que experimentamos durante o ato, seja algo desagradável de suportar.

Essas pessoas estão horrozamente enganadas, é durante o sexo que percebemos que somos iguais a todos, e que o essencial não é as performas das posições, mas sim a qualidade do sexo, quando os parceiros se entregam totalmente transmitindo a paixão daquele momento.

  1. Sexo com cadeirante, é sexo sem graça.

Podemos não ser ginastas na cama, mas temos muitos truques e acessórios para nos ajudar a obter o nosso e o seu “pico”.

Na hora do sexo com um cadeirante, vale-se muito- a pena usar a criatividade, assim como tem que ser com qualquer outro andante.

Está duvidando que tenha graça fazer sexo com um cadeirante? Então, faça para ver…

  1. Homens de cadeiras não pode ter uma ereção (ou ser pai biológico).

Homens com deficiência pode ter problemas de ereção, mas isso não significa que eles não podem obter uma ereção. Viagra e uma série de outras drogas, abriram as portas para os homens com deficiência.

E se eles têm dinheiro suficiente, ter filhos através de uma extração de sêmen cirúrgica também é possível. Além disso, muitos homens ainda podem ejacular sendo não necessário a inseminação.

  1. Mulheres cadeirantes não podem ter bebê.

Não podemos dizer que mulheres cadeirantes podem ou não ter bebês, cada caso é um caso. Mas muitas cadeirantes já se tornaram facilmente mães, tendo casos de ser gravides de gêmeos.

A questão é, como se trata de uma vida, é sempre importante consultar médicos antes de querer ter um filho, sendo cadeirante ou não.

Mas é claro que é possível muitas mulheres cadeirantes ficarem grávidas, por isso também é recomendável o uso de preservativo

  1. Não podemos atingir o orgasmo.

Orgasmos são definitivamente possível para as pessoas com deficiência.

Profissionais da saúde, acreditam que sempre existe uma maneira do cadeirante chegar ao orgasmo. Assim como as demais pessoas, é importante tentar descobrir quais partes do corpo pode fazer chegar no auge e ir em busca de novas maneiras de procurar o prazer físico.

Existem também os orgasmos mentais, que são uma outra faceta do orgasmo, que muitas pessoas que usam cadeira de rodas utilizam, através do visual, do cheiro, das palavras.

  1. Na hora do sexo com um cadeirante, tem que tomar muito cuidado.

Esse pensamento provavelmente seja uns dos mais cometidos e ofensivos, muitas pessoas acham que o cadeirante é de vidro e que qualquer coisinha pode quebra-lo, e se tocar nele, ele (a) já sente dor. Gente, acorda! É claro que existem algumas limitações em uma pessoa com deficiência, mas a pessoa não é tão delicada assim não, é superimportante antes mesmo de ter uma conclusão dessas, conversar com o cadeirante (caso você tenha interesse sexual com ele (a)), e na hora do “rali-rola” ir com calma nas primeiras vezes para ver o que pode ou não ser feito.

A americana, de Raleigh na Carolina do Norte, perdeu o movimento de seu corpo do pescoço para baixo ao ser empurrada para dentro de uma piscina durante sua festa de despedida de solteira em 2009.

Depois do acidente, um dos maiores medos da jovem era de nunca mais sentir prazer sexual. Desde então, ela sempre conseguiu fazer sexo normalmente, mas não chega mais ao orgasmo como antes.

Por isso, com a ajuda de sua equipe de reabilitação, aprendeu novas maneiras de aproveitar a relação. Como Rachelle ainda tem sensações em seu pescoço, seu marido passou a utilizar essa parte do corpo como zona erógena.

Para acabar com a impressão – errônea – que as pessoas têm sobre a vida sexual de deficientes físicos, ela decidiu pousar semi-nua para uma campanha empoderadora.

“Eu espero que isso inspire outras pessoas a focarem nas coisas que amam sobre si mesmas e não serem tão críticas”, disse a jovem em entrevista à People.

Além disso, ela teve sua própria iniciativa inspiradora no Twitter e Facebook. “Eu estou encorajando todo mundo a utilizar as redes sociais para dizer algo sobre que amam em si mesmos com a hashtag #WhatMakesMeSexy (O que me faz ser sexy, em inglês)”.

Eu quero dar uma nova cara para a deficiência”, contou com o objetivo de atingir outras mulheres paraplégicas. “Nós todos temos defeitos, e pela primeira vez na minha vida não estou escondendo meu cateter. Eu não vou me esconder mais.”

Em 2015, Rachelle teve sua primeira filha – de uma gravidez de barriga de aluguel – e supera suas dificuldades um dia de cada vez.

“Pessoas acham que como paraplégica eu não consigo mover nada, mas não é verdade”, desabafou. “Isso é principalmente para educar pessoas em relação a maternidade, do que sou capaz, como é ter uma lesão na espinha e meu relacionamento. Tem muita coisa que eu posso fazer e eu quero que as pessoas vejam isso.”

Historia da Raquel Batista

Hoje eu tive o prazer de conhecer a historia da Raquel, ela me contou a historia da vida dela!!

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Raquel Batista

“Meu nome é Raquel Batista tenho 43 anos. Sou portadora da distrofia muscular facio escapulo umeral e os primeiros sintomas desta doença se manifestaram aos 9 anos de idade pois minhas escápulas ficaram salientes mais eu corria pulava subia em árvores como uma criança normal mais aos 12 anos não conseguia levantar os braços caia e não conseguia me levantar aos 26 anos de idade fui para cadeira de rodas E em setembro de 2011 caí da cadeira de banho quebrei o fêmur e estou acamada a 5 anos.

Essa doença causa fraqueza muscular e perda da coordenação motora e compromete a musculatura da face.”

Se você também quiser que sua historia seja contada no meu blog e só me mandar um e-mail para:

ricardotostes@lifesobrerodas.com