Por que um cadeirante não pode ter tatuagem???

Eu tenho 21 anos, sou cadeirante e adoro tatuagens, gosto tanto que já tenho 9 no meu corpo. Mas confesso que sempre quando estou na rua de camiseta, as pessoas mantem um olhar curioso em relação as minhas tatuagens, e pelo fato de ser cadeirante percebo preconceito por partes das pessoas.

As vezes me questiono, será que pelo fato de ser cadeirante não posso ter tatuagens ou piercing por exemplo?

Podemos sim, não é o fato de estarmos numa cadeira de rodas que não nos faz sermos um ser humano igual a qualquer outro.

Infelizmente a nossa sociedade e recheada de preconceitos e tabus que envolvem as pessoas com deficiência, afinal de contas não é a nossa condição física que nos faz menos do que os outros.

Se o cadeirante pode trabalhar, votar, pagar impostos e até mesmo dirigir, por que não podemos fazer uma tatuagem e até mesmo colocar um piercing.

É fácil responder a esses tipos de questionamentos, se temos deveres e obrigações, podemos perfeitamente fazer as nossas escolhas em relação ao que queremos e gostamos.

Somos todos iguais perante a Deus e a lei!!!!

Então vamos parar de tratar os cadeirantes como pessoas anormais e começar a trata-los de igual para igual, afinal de contas ser diferente é normal.

Pois a vida é muito curta para ficarmos cheios de preconceito com o próximo.

Tem um trecho de uma musica que diz muito sobre esse assunto:

Olho pela janela e não é o que vejo não

Seria muito mal se fosse essa a situação

Chega de preconceito e viva a união

De toda raça, toda cor, sexo e religião

Quer saber? Sou como sou

Não quero me encaixar em nenhum padrão

Pode crer, sou como sou

Não preciso ser galã de televisão.

Imagem retirada da internet

 

Academias se adaptam para receber deficientes em busca de socialização

Reduto de pessoas com corpos perfeitos e muita disposição, as academias muitas vezes são um ambiente hostil para quem tem algum tipo de deficiência física. Fazer exercícios, entretanto, é fundamental para a reabilitação física e psicológica de quem tem limitações de movimento. Pensando nisso, academias e até mesmo parques de São Paulo desenvolveram programas com equipamentos especiais para deficientes.

 O biólogo Fernando Krynski, de 47 anos, perdeu grande parte do movimento das pernas após um erro médico há 15 anos. A vida na cadeira de rodas o fez deixar o trabalho de campo em sua área. Após anos fazendo reabilitação em centros de fisioterapia, ele resolveu experimentar a academia. “Na época eu achei que não ia dar para treinar. Antes da cirurgia nem fazia exercício, não gostava de academia, mas era muito ativo no trabalho. Depois, achei que faltava algo, alguma atividade.”

 A escolhida pelo biólogo foi a Fórmula Academia, que tem sua unidade no Shopping Eldorado, na Zona Oeste da capital paulista, toda adaptada. “Quando entrei vi que tinha adaptação, elevador, os professores sabiam lidar com o aluno na cadeira de rodas”, conta ele, que chegou a nadar para competir, mas parou depois de desmaiar na piscina devido a um pico de pressão alta.

 Hoje, faz musculação de três a quatro vezes por semana. Em algumas máquinas ele consegue fazer os exercícios sem deixar sua cadeira. Em outros, precisa se sentar no aparelho, o que não é um problema. “Mas preciso da ajuda do professor. Às vezes a máquina é com cabos, tem que puxar, e eu não tenho altura. Às vezes precisa apoiar as coisas, e não tenho um bom equilíbrio do tronco”, afirma Krynski.

 

Por isso, a academia conta com um ou dois professores por turno direcionados a atender os alunos com limitações. A grande maioria dos equipamentos é adaptada e conta com cintos, por exemplo. Para os exercícios aeróbicos, há uma “bicicleta” para as mãos na qual o cadeirante não precisa sair de sua cadeira de rodas.

Estética e socialização

 Além de fazer um trabalho específico para cada pessoa, verificando quais as suas limitações e a partir daí definindo os exercícios, as academias também trabalham com a socialização dos alunos. “O trabalho é direcionado com a proposta de, através dos exercícios, melhorar suas funções para as atividades da vida diária. Os exercícios são voltados para o fortalecimento, amenizar as assimetrias e integrá-los no meio ambiente da academia com a missão de fazer amigos e estarem bem fisicamente”, afirma Wilmar dos Santos Villas, da Cia Athletica, que cita a criatividade e o bom senso como armas dos professores.

 Utilizando a cadeira de rodas desde a infância, a dançarina Sônia Maria Souza Alvim Crespo, de 50 anos, é muito popular na Fórmula. Em um grupo de dança para cadeirantes há dez anos, ela prega a terapia do movimento. “Você pode fazer movimentos através da dança, mesmo na cadeira você pode se soltar”, conta ela, que também faz musculação e alongamento. “Aproveito bastante o movimento dos braços, os pesos. Os professores também fazem movimentos com as minhas pernas, trabalham a musculatura.”

 Sua colega Lina de Souza, de 42 anos, que perdeu o braço e a perna esquerdos em um acidente de trem quando tinha 16 anos, faz natação e compete. “Comecei a fazer exercícios há 12 anos. Eu nem queria, fui obrigada. Me mandaram para a natação, fiquei morrendo de vergonha, mas vi pessoas com situação pior que a minha. Nadar mudou a minha vida. Antes eu não fazia nada. Agora eu viajo, conheço pessoas, mudei minha cabeça”, conta ela.

Competição

 O maratonista e professor de dança Alex de Souza, de 35 anos, já venceu diversas meias maratonas em sua categoria e está em período de treinamento para a próxima prova. Com uma prótese em formato de lâmina na perna direita, ele corre nas esteiras da academia sem parecer fazer muito esforço. Usando próteses desde os 3 anos, ele afirma que fazer os exercícios é um aprendizado constante. “Às vezes um exercício não dá certo, é tudo uma adaptação. A maior parte eu consigo fazer tranquilo, tem um ou outro que preciso adaptar, o professor dá as dicas. A academia é toda adaptada, isso facilita”, conta.

 Todos eles, entretanto, concordam que fazer exercícios é fundamental. “Tanto para a cabeça quanto para a saúde física. Hoje a academia é o que me preenche. Meus braços são agora minhas pernas, uso o dia inteiro, a todo momento, tenho que fazer exercícios. E é diferente treinar dentro de um shopping, com gente bonita. Só de estar em um ambiente que não é um hospital já é um grande passo”, diz o biólogo Krynski.

Parque da Juventude

 Quem não tem dinheiro para pagar uma academia mas quer fazer exercícios na cadeira de rodas pode utilizar os aparelhos adaptados instalados no Parque da Juventude, na Zona Norte de São Paulo, desde maio de 2010. São três conjuntos de equipamentos com atividades que podem ser feitas pelos cadeirantes – placas ao lado de cada um deles explicam como eles devem ser usados.

 “Dá para a pessoa usar sozinha, são muito fáceis, muito simples, bem práticos, não é nada complicado. Está tendo um certo uso, não é tão grande, mais aos finais de semana. Mas o comentário que eles [os usuários] fazem é muito positivo. É difícil eles encontrarem esses equipamentos em outro local”, conta Paulo Pavan, diretor do parque.

 Por enquanto, não há profissionais especializados para dar suporte. Os equipamentos estão instalados próximos à entrada da Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630, ao lado da Estação Carandiru do Metrô. O parque é todo acessível e a área onde estão os aparelhos fica aberta das 6h às 18h30 – durante o horário de verão, o fechamento ocorre às 19h30.

XBOX ONE TERÁ FUNÇÃO PARA AJUDAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Anunciada há pouco tempo, a nova atualização da interface do Xbox One trará, além de mudanças visuais, uma função inovadora. Por meio dela, será possível que um jogador atue como “copiloto” durante partidas dos games.

Para tal, será necessário ter dois controles. Eles funcionarão de maneira redundante, ou seja, os games aceitarão comandos de ambos os acessórios, mesmo em partidas de apenas um jogador.

A ideia é que isso facilite o acesso de pessoas com deficiência, permitindo que um segundo jogador as auxilie com determinadas ações que gerem dificuldades a esse público.

Além disso, outra possibilidade é que jogadores mais experientes possam ajudar novatos a superar, por exemplo, porções mais complicadas dos games.

Por ora, essa atualização estará disponível a membros do programa Preview do Xbox One. Ainda não há uma data definida para que todos os donos do console recebam essas novidades.

Fontes:  jogos.uol.com.br – cantinhodoscadeirantes.com.br

Tetraplégico recupera controle do corpo após receber células-tronco!!!!

Pela primeira vez, os neurocientistas têm tratado um tetraplégico total, com células-tronco, e ele se recuperou substancialmente as funções de sua parte superior do corpo apenas dois meses depois do processo.

O Centro Medico da USC Keck autorizou que uma equipe de médicos se tornou o primeiro na Califórnia para injetar um tratamento experimental feita a partir de células – tronco, AST-OPC1, na coluna cervical danificada de um homem recentemente paralisado como parte de um multi-center ensaio clinico.

Em 6 de março, pouco antes do seu aniversario de 21 anos, Kristopher (Kris) Boesen, de Bakersfield, sofreu uma lesão traumática na sua coluna cervical quando seu carro derrapou em uma estrada molhada, bateu em uma arvore e em um poste de telefone.

Os pais Rodney e Annette Boesen foram avisados que havia uma boa chance de seu filho ficar permanentemente paralisado do pescoço para baixo. No entanto, eles também aprenderam que Kris poderia qualificar-se para um estudo clinico que poderia ajudar.

Líder da equipe cirúrgica e trabalhando em colaboração com Rancho Los Amigos Nacional Centro de Reabilitação e Keck de Medicina da USC, Charles Liu, MD, PhD, diretor do USC Neurorestoration Center, injetou uma dose experimental de 10 milhões de células AST-OPC1 diretamente na medula espinhal cervical de Kris, no inicio de abril.

“Normalmente, os pacientes com lesão medular submetem a uma cirurgia que estabiliza a coluna vertebral, mas geralmente faz muito pouco para restaurar a função motora ou sensorial”, explica Liu.

“Com este estudo, estamos testando um procedimento que pode melhorar a função neurológica, o que poderia significar a diferença entre ser permanentemente paralisado e ser capaz de usar os braços e as mãos. Restaurar esse nível de função poderia melhorar significativamente a vida diária de pacientes com lesões na coluna vertebral graves “.

Duas semanas após a cirurgia, Kris começou a mostrar sinais de melhora. Três meses depois, ele é capaz de alimentar-se, usa seu telefone celular, escreve seu nome, opera uma cadeira de rodas motorizada e abraça seus amigos e familiares. Melhoria da sensação e movimento em ambos os braços e as mãos também tornaram mais fácil para Kris cuidar de si mesmo, e a imaginar uma vida mais independente.

“A partir de 90 dias pós-tratamento, Kris ganhou uma melhoria significativa em sua função motora, até dois níveis da medula espinhal”, disse Liu. “No caso de Kris ‘, dois níveis da medula espinhal significa a diferença entre usar as mãos para escovar os dentes, operar um computador ou fazer outras coisas que não seriam capazes de fazer, assim porque, este nível de independência funcional não pode ser exagerada. “Os médicos tem cuidado de não prever o progresso futuro de Kris.

“Tudo o que eu queria desde o início foi uma chance de lutar”, disse Kris, que tem uma paixão em dirigir carros esportivos e estava estudando para se tornar um corretor de seguros no momento do acidente. “Mas se há uma chance para eu andar novamente, eu quero fazer todo o possível para conseguir. ”

Uma vez que Kris tomou a decisão de prosseguir como voluntário no estudo, dezenas de médicos, enfermeiros, especialistas em reabilitação entraram em ação. Porque ele precisa fornecer confirmação de voz do seu desejo de participar do estudo, Kris tinha que ser capaz de respirar sem um ventilador. O desarme de um paciente de respiração assistida geralmente é um processo que dura pelo menos três semanas. Ele fez isso em cinco dias, com a ajuda de uma equipa de cuidados respiratórios. Ele assinou a papelada e começou uma semana de avaliações, exames e outros testes de pré-cirurgia.

Cerca de seis semanas depois, Kris recebeu alta e voltou para Bakersfield para continuar a sua reabilitação. Médicos revisado seu progresso em sete dias, 30 dias, 60 dias e 90 dias após a injeção, e Kris pode olhar para a frente para avaliações detalhadas após 180 dias, 270 dias e um ano.

Rodney e Annette Boesen dizem que são surpreendidos com o nível de colaboração e cooperação que permitiu que o seu filho participasse do estudo. “Tantas coisas tinham que acontecer, e havia tantas coisas que poderia ter colocado um obstáculo”, maravilha-se Rodney. “As pessoas na Keck

Centro Médico da USC e em outros lugares movido céus e terra para fazer as coisas. Nunca houve um momento através de tudo isso, quando nós não pensamos que nosso filho estava recebendo cuidados de classe mundial”.

A cirurgia pioneira é o exemplo mais recente de como os campos emergentes de neurorestoration e medicina regenerativa pode ter o potencial para melhorar a vida de milhares de pacientes que sofreram uma lesão medular grave.

O procedimento com células-tronco Kris recebido é parte de um ensaio clínico de Fase que está avaliando a segurança e a eficácia de doses crescentes de células AST-OPC1 desenvolvidos pela Califórnia-baseado Fremont, Asterias Biotherapeutics.

As células AST-OPC1 são feitas a partir de células estaminais embrionárias, convertendo-as cuidadosamente em células progenitoras de oligodendrócito (OPCs), que são células encontradas no cérebro e espinha medular que suporta o funcionamento saudável das células nervosas. Em estudos laboratoriais anteriores, AST-OPC1 foi mostrado para produzir fatores neurotróficos, estimular a vascularização e induzir a remielinização de axônios desnudas.

Todos são fatores críticos para a sobrevivência, rebrota e condução dos impulsos nervosos através de axônios no local da lesão, de acordo com Edward D. Wirth III, MD, PhD, diretor médico chefe da Asterias e investigador principal do estudo, chamado de “SCiStar.”

“No nível de 10 milhões de células, nós estamos agora em uma escala de dose que é o equivalente humano, de onde estávamos quando vimos eficácia em estudos pré-clínicos”, diz Wirth. “Enquanto continuamos a avaliar segurança em primeiro lugar e acima de tudo, também estamos olhando agora como o tratamento pode ajudar a restaurar o movimento nesses pacientes.”

Para se qualificar para o ensaio clínico, os inscritos devem estar entre as idades de 18 e 69, e sua condição deve ser estável o suficiente para receber uma injeção de AST-OPC1, entre os acidentados de 14 a 30 dias pós lesão.

Keck é um dos seis locais em os EUA autorizado a inscrever assuntos e administrar a dosagem ensaio clínico.

O pesadelo na vida de todo cadeirante!

Você sabe qual é o pesadelo na vida de todo cadeirante?

Então, hoje eu vou te contar qual é o pesadelo que todo cadeirante tem que são as escaras, ou as chamadas ulcera de pressão.

Quem é cadeirante sabe como e ruim ter uma escara, como e dolorido é chato de ser tratada.

Então vamos lá, hoje eu vou contar para vocês o que é uma escara, e como prevenir e cuidar de uma escara.

Senta que lá vem um texto enorme!!!

Lidar com uma deficiência não é nada fácil, no entanto, é preciso ter alguns cuidados essenciais para garantir maior qualidade de vida. Tanto para a pessoa com deficiência, como para a família essa é uma luta que precisa ser enfrentada diariamente, mas nada de desânimo, pois a esperança e positividade elevam o espírito e dá força ao âmago

A ESCARA ou Ulcera de Decúbitos decorre da compressão e a consequente falta de oxigenação e nutrição dos tecidos (pele, mucosas e tecidos subjacentes), quando uma pessoa com diminuição de mobilidade permanece na mesma posição por longos períodos, como os portadores de lesões neurológicas ou motoras, por exemplo.

É importante que considere o oxigênio e nutrientes transportados pela corrente sanguínea, como elementos imprescindíveis para a preservação da integridade cutânea e dos tecidos subjacentes, sem as quais a incidência de escaras torna-se risco potencialmente maior, particularmente quando comprimida área corporal próxima de proeminências ósseas. Frequentemente, por falta de observação e cuidado de se oferecer ajuda para mudar de posição ou, ainda nos casos de perda significativas do nível de consciência (confusão mental, agitação psicomotora, etc.), a imobilidade aumenta os riscos de se desenvolver processo de necrose do tipo escaras.

Imagem mostrando uma escara

Há variados tipos de escaras. Algumas são mais comuns e menos graves, outras, no entanto, são mais difíceis de tratar e o indivíduo sofre mais com os incômodos trazidos por elas: A mais leve é a que se apresenta apenas na região superficial da pele. Aparece em forma de vermelhidão. É mais fácil de tratar e de evitar que ela evolua; atinge outro nível quando já há o aparecimento de bolhas. Já fica mais grave quando chega ao tecido muscular. Quando já avançou muito, começam a abrir “crateras” de feridas expostas. Em todos esses casos, as escaras incomodam muito e doem. Mesmo quando está no comecinho, já provocam irritações na pele.

Dentre os vários fatores de risco para o desenvolvimento de escaras de decúbito, poderíamos destacar a limitação dos movimentos ativos, estado nutricionais debilitados, nível de consciência comprometido, perda da sensibilidade tátil ou térmica, estresse, etc.

Os primeiros sinais aparecem na forma de áreas hiperemiadas (avermelhadas), localizadas próximas de grandes proeminências ósseas, como na região sacro-coccigea (final da coluna – muito frequente), calcâneos, joelhos, escapulas, nadegas, lateral da coxa, dentre outras. Por isso, recomenda-se friccionar bem as regiões avermelhadas com creme hidratante ou anti-septico até que a coloração da pele retorne a aspecto normal, visando estimular a circulação de sangue e, consequentemente, a oxigenação da área.

Preservaram a sensibilidade (frequentemente portadores de lesão cerebral), o que para aqueles que perderam a sensibilidade tátil e térmica (portadores de lesão medular) pode representar maior risco de o processo progredir e culminar com a formação de feridas (escaras), em decorrência de se permanecer numa posição por longo período sem perceber que a área de atrito está sendo altamente comprometida. Por isso, recomenda-se aos paraplégicos e demais usuários de cadeira de rodas o movimento de elevação do acento da cadeira de 4 em 4 horas, por cerca de 3 minutos, visando a revascularização da área comprimida.

Pessoal, a melhor prevenção contra escaras é a conscientização que não podemos ficar muito tempo na mesma posição, isto é incontestável. É importante manter a pele sempre muiiiiiiito seca e bem hidratada (evitar fralda molhada por longos períodos), a melhor hora para a hidratação é após o banho, recomendo: óleo de girassol = Dersani (não conheço nada melhor para sumir com um ponto roxo) ou creme da semente de uva, que um dermatologista me receitou a uns 3 anos (não conheço hidratante melhor, uso diariamente).

Felizmente tem como evitar que elas se agravem ou que surjam. Algumas medidas devem ser tomadas para combater esse mal que aflige tantas pessoas. Para evitar que elas apareçam, o mais importante é sempre mudar, trocar o paciente de posição. No caso de alguém acamado, o correto é fazer isso a cada 30 minutos, no mínimo. Já os cadeirantes, devem repetir esse processo, só de 15 em 15 minutos.

É indispensável também, cuidar da higiene pessoal. Banho; usar cremes e manter a pele sempre seca.

É muito comum que as escaras apreçam mais em determinadas regiões do corpo, tais como cabeça, costas, pés, pernas – porque estão em contato com superfícies de maior pressão.

Sendo assim, faz-se necessário o uso de alguns métodos cruciais para não desenvolver a doença:

– Sempre examinar todo o corpo da pessoa;

– Usar colchões de água ou de casca de ovo;

– Usar almofadas próprias para pra prevenir úlceras de pressão na pele.

– Não deixar a pele molhada depois do banho e sempre utilizar cremes de hidratação;

– Nunca esfregar a pele;

– Manter os lençóis bem esticados para evitar dobrinhas que machucam o acamado;

– Não deixar que a pessoa fique com a mesma fralda por horas. Trocar com Frequência para que ela esteja sempre fresca e seca;

– Fazer exercícios que estimulem o movimento do corpo. Isso ajuda no sentido de evitar que o paciente fique “travado”.

Todos esses cuidados são de extrema importância para como cuidar e prevenir escaras, em pessoas que se encontram nesse quadro. Se tais recomendações forem rigorosamente seguidas, provavelmente o paciente não apresentará nenhum tipo de lesão corporal. Prevenir ainda é o melhor remédio contra esse mal.