poema

Eu sei que você e eu

Nunca fomos iguais.

E eu costumava olhar para as estrelas à noite

E queria saber de qual delas eu vim.

Porque eu pareço ser parte de um outro mundo

E eu nunca saberei do que ele é feito.

A não ser que você me construa uma ponte, construa-me uma ponte,

Construa-me uma ponte de amor.

Eu espero pelo dia no qual você sorrirá para mim

Apenas porque perceberá que existe uma pessoa decente e inteligente

Enterrada profundamente em meus olhos caleidoscópios,

Pois eu tenho visto como as pessoas me olham

Embora eu nada tenho feito de errado.

Construa-me uma ponte, construa-me uma ponte,

E, por favor, não demore muito.

Vivendo na beira do medo,

Vozes ecoam como trovão em meus ouvidos,

Vendo como eu me escondo todo dia.

Estou apenas esperando que o medo vá embora,

Eu quero muito ser uma parte do seu mundo.

Eu quero muito ser bem-sucedido,

e tudo o que preciso é ter uma ponte,

Uma ponte construída de mim até você,

e eu estarei junto à você para sempre,

Nada poderá nos separar,

Se você me construir uma ponte, uma pequena, minúscula ponte

De minha alma, para o fundo do seu coração.”

 

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

MÓDULO DE LOCOMOÇÃO MOTORIZADO TRANSFORMA CADEIRA DE RODAS MANUAL EM MOTORIZADA

Um módulo de locomoção motorizado que pode ser acoplado a cadeiras de rodas manuais quando o usuário precisar percorrer longas distâncias. Essa é a novidade desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Mecânica (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O novo equipamento é formado por um motor elétrico recarregável, acoplado a duas pequenas rodas. Esse conjunto, que é acionado via controle remoto, deve ser colocado na parte de baixo da cadeira.

“Uma das vantagens do módulo de locomoção é a independência que o usuário tem para inserir e retirar a motorização quando necessário”, disse Flávia Bonilha Alvarenga, uma das responsáveis pelo projeto à Agência FAPESP. “Outra vantagem, sem dúvida, é o custo do equipamento”, explica a pesquisadora.

Segundo Flávia, o preço médio de uma cadeira motorizada é de R$ 8 mil contra R$ 120 de uma manual. O custo do módulo da FCM está estimado em R$ 600. O pedido de patente da tecnologia já foi depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a pesquisadora, agora, está em busca de empresas interessadas em fabricar o produto.

“Devido aos altos custos da cadeira motorizada, a grande maioria dos portadores de necessidades especiais no Brasil possui uma cadeira manual”, explica. “Ao mesmo tempo em que o usuário pode utilizar o módulo para subir uma rampa de acesso extensa, ele também pode continuar fazendo exercícios com os braços”, conta.

A pesquisa sugere ainda a utilização do equipamento em locais públicos, como universidades ou centros comerciais. Nesses casos, os estabelecimentos forneceriam temporariamente o módulo de locomoção aos portadores de necessidades especiais.

O projeto que gerou o equipamento de motorização das cadeiras de roda manuais é resultado da dissertação de mestrado de Flávia. O trabalho, apresentado ao Departamento de Projeto Mecânico da FCM, teve a orientação do professor Franco Giuseppe Dedini.

FAMÍLIA CRIA BIKE ADAPTÁVEL A CADEIRA DE RODAS PARA MENINO QUE NÃO ANDA

Em Jaraguá do Sul, no Norte do estado, um menino de 13 anos que não fala e não anda conseguiu realizar o sonho de andar de bicicleta neste Natal. Com uma engenhoca, a cadeira de rodas foi transformada em bike, e agora o garoto pode passear na companhia de parentes e amigos, como mostrou o RBS Notícias deste sábado (24)

Gustavo nasceu com uma malformação no sistema nervoso, por isso, tem um atraso no desenvolvimento. No entanto, é capaz de socializar. “Apesar de ter limitações, ele pega muito do que a outra criança está fazendo e acaba imitando. Não na mesma velocidade de uma criança normal, mas ele consegue interagir e brincar. E a gente vê que nas brincadeiras ele desenvolveu mais”.

Com a chegada da adolescência, os pais perceberam que o filho queria um pouco mais de liberdade. Na internet, encontraram um modelo que parecia perfeito.

Eles pediram ajuda a um amigo da família que trabalha com metalurgia. Arlei Manske e os colegas pesquisaram e projetaram a adaptação. A ideia era criar um suporte que integrasse a cadeira de rodas e a bicicleta.

“Na verdade, o desafio era fazer a união entre a cadeira de rodas e a bicicleta sem alterar qualquer característica original, e esse objetivo a gente conquistou”, diz Arlei. Protótipo desenvolvido, a experiência foi um sucesso.

Rotina mais divertida

Não demorou muito para que a rotina de Gustavo se tornasse mais divertida. A mãe, o pai e os amiguinhos se revezam nos passeios pelas ruas do bairro – sempre acompanhados da Maia, a cachorra da família.

A bike adaptada pode ser desmontada, o que facilita o transporte. A engenhoca deu tão certo que agora eles pensam em disponibilizar o projeto para que mais pessoas tenham acesso.

“O fato de o Gustavo poder andar de bicicleta e nós três juntos dá a sensação de liberdade, de um ‘também consigo’, ‘eu também posso’. Porque quando ele vê uma bicicleta, ele aponta na rua. Então eu imagino que, quem sabe, ele também gostaria de estar dirigindo e ele está. Querendo ou não, ele está”.

MERGULHADOR PARAPLÉGICO CRIA CADEIRA DE RODAS SUBMARINA

O mergulhador paraplégico Igor Skikevich, de 51 anos, desenvolveu uma cadeira de rodas movida à propulsão que pode ser usada de baixo d’água. Com a invenção, que será produzida em larga escala e tem preço de mercado, deficientes físicos vão poder mergulhar com segurança.

Segundo o jornal “Mirror”, Skikevich disse que pensou em como poderia ter mais mobilidade durante seus mergulhos. Então, ele acoplou motores à propulsão e tanques de oxigênio em uma cadeira de rodas e mergulhou. Com o sucesso do experimento, cadeiras de rodas adaptadas vão ser produzidas por uma fábrica russa.

O mergulhador acoplou motores e tanques de oxigênio a uma cadeira de rodas Foto: Reprodução / Facebook

A primeira cadeira de rodas parada mergulhadores do mundo foi inventada pela artista britânica Sue Austin. N

o entanto, o modelo criado por ela não é vendido por menos de £ 7,4 mil (cerca de R$ 31,4 mil), enquanto a invenção de Skikevich deve chegar ao mercado ao valor de 70 mil rublos (aproximadamente R$ 3,8 mil).

Fonte: Extra Globo

O que a vida me ensinou?

O que a vida me ensinou com a minha deficiência?

Bom, primeiramente eu acho que o ensinamento mais importante para mim foi que nunca devemos nos achar melhores que ninguém, pois não é porque a pessoa é cadeirante que é menor que alguém. Na verdade, para mim ninguém é melhor do que eu só porque anda.

Eu aprendi uma grande lição com uma professora minha que foi nunca me diminuir perante a ninguém pelo motivo que eu ando numa cadeira de rodas. Ela me ensinou também que eu devo sempre me colocar para cima, pois sempre tem algumas pessoas que querem se melhores que a gente pelo fato de andar.

A vida nos faz superar vários obstáculos, ainda mais para quem é cadeirante, pois temo muito mais obstáculos a serem superados. Um outro professor meu me disse uma frase um dia que nunca mais saiu da minha cabeça: “Meu amigo você é um grande vencedor, nunca deixe ninguém te puxar para baixo”. Essas palavras nunca saíram da minha cabeça e ate hoje eu guardo elas no meu coração para me dar forças.

Eu nunca senti pena de mim mesmo ou deixei alguém ter esse tipo de sentimento em relação a mim. Para mim, a minha vida é ótima, nunca me senti mal por não andar.

Eu nunca me senti menos que ninguém, para falar a verdade eu acho que a minha vida é maravilhosa, tem muita gente que anda, mas não tem a determinação que eu tenho. Então vamos fazer uma bela reflexão dentro de nossos corações e almas para que não tratemos as pessoas com deficiência com indiferença e nem façamos elas se sentirem para baixo.

 

A vida ensina para pessoa que é cadeirante a lutar com ainda mais força para vencer na vida, vamos manter a nossa cabeça erguida para conquistarmos os nossos objetivos sempre.

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.