Entrevista com DIEGO SILVA

Conte-nos o motivo pelo qual você se encontra hoje em uma cadeira de rodas?

Eu era agente penitenciário e em uma emboscada de bandidos houve uma troca de tiros comigo e levei 7 tiros faz 2 anos e meio.

Faça um breve relato da sua patologia.

 

Minha lesão e relativamente baixa nível T12, ou seja, torácica na 12º vertebra, abaixo do umbigo não sinto mais nada.

Você já foi vitima de preconceito por ser cadeirante?

 

Não nunca, pelo menos que eu tenha percebido não, na verdade nunca dei espaço para preconceito.

Na sua infância e adolescente, antes do acidente, como foi seu contato com as pessoas com deficiência?

 

Praticamente nenhum.

O que mudou na sua vida: como você era e como é hoje?

 

Ah claro que mudou minha profissão, mas no geral eu faço tudo que uma pessoa “normal” faz, na verdade hoje eu me dedico mais ao esporte a minha saúde a minha vida.

Você pratica algum esporte, ou já se interessou por alguma modalidade especial?

 

Sou atleta de alto rendimento de jiu-jitsu, já fui da canoagem também, mas hoje só me dedico ao jiu-jitsu é a musculação, remo só por hobby.

Qual maior dificuldade que você encontrou até no presente momento?

 

Questão de intestino e bexiga, isso para mim é a maior dificuldade de ser lesado medular.

Poderia deixar uma mensagem ao nosso leitor?

 

Vivam independente da situação, sempre busquem o melhor pra vocês, vocês merecem ter o melhor, nunca desistam, mesmo que demore um dia chega porque lá no final você terá orgulho de dizer que fez que viveu e que sua vida foi intensa.

 

Insta do Diego:

https://www.instagram.com/diegosilvapjj/?hl=pt-br

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

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