Experiência de quase morte!

O termo experiência de quase morte (ou EQM) refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente, sendo as mais divulgadas a projeção da consciência (também chamada de “projeção astral”, “experiência fora do corpo”, “desdobramento espiritual”, “emancipação da alma”, etc.), a “sensação de serenidade” e a “experiência do túnel”. Esses fenômenos são normalmente relatados após o indivíduo ter sido pronunciado clinicamente morto ou muito perto da morte, daí a denominação “EQM”. O termo “experiência de quase morte” (em francês, “expérience de mort imminente”), foi proposto pelo psicólogo e epistemólogo francês Victor Egger em 1896 em “Le moi des mourants” como resultado das discussões no final século XIX entre filósofos e psicólogos, relativamente às histórias de escaladores sobre a revisão panorâmica da vida durante quedas. O interesse popular pelas EQMs se iniciou devido principalmente ao trabalho do psiquiatra e parapsicólogo norte-americano Raymond Moody em seu best seller Vida Depois da Vida (1975).

Em geral parapsicólogos e espiritualistas, e mesmo alguns médicos e cientistas, interpretam as experiências como provas ou evidências do dualismo mente-cérebro e da vida após a morte. Por outro lado, muitos outros médicos e cientistas, apontam as EQMs como tendo características de alucinações, sendo esta a explicação cientificamente corroborável até o momento.

Nesse espaço, a pessoa que vive a EQM percebe a presença do que a maioria descreve como um “ser de luz”, embora seu significado possa variar conforme os arquétipos culturais, a filosofia ou a religião pessoal. O portal entre essas duas dimensões é também descrito como a fronteira entre a vida e a morte. Por vezes, alguns pacientes que viveram essa experiência relatam que tiveram de decidir se queriam ou não regressar à vida física. Muitas vezes falam de um campo, uma porta, uma sebe ou um lago, como uma espécie de barreira que, se atravessada, implicaria não regressarem ao seu corpo físico.

Até por volta da década de 60, este fenômeno costumava ser considerado pela ciência estrita como um assunto vulgar, fruto de lendas, crendice popular ou religiosidade. No entanto, na década de 1970, pesquisas como a do médico Raymond Moody e a da médica Elizabeth Kubler-Ross, principalmente após a publicação dos best-sellers Vida Depois da Vida e Sobre a Morte e o Morrer, respectivamente, levaram ao início de uma corrente de pesquisas em todo o mundo sobre o fenômeno. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica sobre a realidade das experiências de quase-morte. Entre os cientistas que pesquisam o assunto, em geral há os que interpretam as experiências como reações do cérebro (visão monista) e há os que interpretam tais experiências como prova ou evidência de que a consciência não é produzida pelo cérebro (posição dualista); e de que existe vida após a morte.

Há alguns anos atrás eu tiver essa experiência, fiquei algumas horas em coma, lembro como se fosse ontem. Estive no céu mesmo, vi um lugar muito lindo mesmo, para onde eu olhava não conseguia enxergar o fim. Foi quando eu vi um grande portão dourado, na frente desse portão tinha uma pessoa ate hoje não sei se era DEUS ou um anjo, não consigo me lembrar do rosto desse homem.

Quando eu chequei perto,  o mesmo me disse que ainda não era a minha hora de entrar naquele lugar, que eu deveria voltar pois eu ainda tinha muito o que fazer, foi nessa mesma hora que eu acordei imediatamente, minha mãe estava ao meu lado, acredito firmemente que estive no CEU mesmo.

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

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