Universidade não oferece acessibilidade digna para aluno cadeirante poder se formar!

A formatura é um momento em que todos os alunos deveriam poder comemorar e celebrar por mais uma etapa concluída, porém, este dia tão especial está sendo ameaçado ao acadêmico Alex Viana.

Alex é cadeirante, e desde 2005 é aluno de uma Universidade no Rio Grande do Sul onde cursou a escola técnica e recentemente concluiu a graduação, a qual aguarda pela formatura que será realizada no dia 10 de Agosto. Porém, até hoje nada foi feito para que alunos com deficiência, como Alex, pudessem participar de cerimônias de formatura sem constrangimento e auxílio de terceiros.

Com a colação de grau se aproximando, Alex Viana fez um desabafo em suas redes sociais contando tudo sobre o ocorrido, veja:

 Não oferecer meios para alunos com deficiência participarem de todas as atividades junto aos colegas, é DISCRIMINAÇÃO!

RIO DE JANEIRO É A CAPITAL DO SUDESTE COM MAIOR ÍNDICE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA

Uma em cada quatro pessoas do Rio de Janeiro têm algum tipo de deficiência ou algum tipo de mobilidade reduzida, seja motora ou intelectual. Além dos fatores congênitos, acidentes e disfunções, a violência urbana e o elevado percentual de idosos contribuem para manter o índice acima da média nacional. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Pereira Passos (IPP) – órgão ligado à Casa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro, com base no último censo do IBGE, cerca de 25 % da população carioca – equivalente a 6,32 milhões de habitantes – estão enquadrados nessa categoria: são mais de 1,5 milhão de pessoas.

“Apesar de elevado, o percentual de pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida no Rio de Janeiro não está muito acima da média nacional, de 24%. Porém, é preciso atenção a esse contingente, oferecendo produtos e serviços que os atendam, objetivando atenção e melhoria da qualidade de vida”, ressalta Rodrigo Rosso, organizador da MOBILITY & SHOW 2018 Rio de Janeiro – Exposição de Automóveis, Veículos e Adaptações, Equipamentos e Serviços para Pessoas com Deficiência e Familiares, Idosos e Pessoas com Mobilidade Reduzida e Sequelas Motoras, programada para 27 a 29 de Julho de 2018, no Riocentro.

“A mobilidade é um grande desafio para as pessoas com algum tipo de deficiência em qualquer cidade, especialmente no Rio de Janeiro. O MOBILITY & SHOW 2018 foi planejado para oferecer uma série de novas tecnologias que contribuem para a qualidade de vida das pessoas, além de destacar os benefícios fiscais para aquisição de automóveis 0 Km adaptados”, explica Rodrigo Rosso.

 

Uma em cada quatro pessoas do Rio de Janeiro têm algum tipo de deficiência ou algum tipo de mobilidade reduzida, seja motora ou intelectual. Além dos fatores congênitos, acidentes e disfunções, a violência urbana e o elevado percentual de idosos contribuem para manter o índice acima da média nacional. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Pereira Passos (IPP) – órgão ligado à Casa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro, com base no último censo do IBGE, cerca de 25 % da população carioca – equivalente a 6,32 milhões de habitantes – estão enquadrados nessa categoria: são mais de 1,5 milhão de pessoas.

“Apesar de elevado, o percentual de pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida no Rio de Janeiro não está muito acima da média nacional, de 24%. Porém, é preciso atenção a esse contingente, oferecendo produtos e serviços que os atendam, objetivando atenção e melhoria da qualidade de vida”, ressalta Rodrigo Rosso, organizador da MOBILITY & SHOW 2018 Rio de Janeiro – Exposição de Automóveis, Veículos e Adaptações, Equipamentos e Serviços para Pessoas com Deficiência e Familiares, Idosos e Pessoas com Mobilidade Reduzida e Sequelas Motoras, programada para 27 a 29 de Julho de 2018, no Riocentro.

“A mobilidade é um grande desafio para as pessoas com algum tipo de deficiência em qualquer cidade, especialmente no Rio de Janeiro. O MOBILITY & SHOW 2018 foi planejado para oferecer uma série de novas tecnologias que contribuem para a qualidade de vida das pessoas, além de destacar os benefícios fiscais fiscais para aquisição de automóveis 0 Km adaptados”, explica Rodrigo Rosso.

O MOBILITY & SHOW 2018 Rio de Janeiro espera reunir de 6 a 8 mil visitantes e realizar cerca de 800 test-drivers em veículos adaptados com instrutores treinados, durante os dias 27 a 29 de julho, no Riocentro. Além disso, o evento terá várias atividades, como simulador 5D, óculos que leem texto para pessoas com deficiência visuais ou baixa visão, impressora 3D para próteses, isenção de impostos para compra de carros 0 Km, apresentações e oficinas artísticas, atividades esportivas, apresentações musicais e outras. Tudo isso com infraestrutura totalmente acessível, incluindo banheiros, rampas e pisos táteis, e o melhor: tudo de graça para a população !

“Pensamos em tudo para oferecer um pacote completo não só para as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e seus familiares, mas para uma imensa parcela da população que tem direito à isenção de impostos na compra do carro 0 Km e não sabe disso, como a grande maioria dos idosos, pessoas com câncer, hepatite C, e outras patologias, por exemplo. Na mostra, os visitantes terão todas as informações sobre os benefícios e orientação de como obtê-los de forma gratuita”, enfatiza Rodrigo Rosso. Mais informações: www.mobilityshow.com.br

Canabidiol – Conheça mais sobre o uso medicinal da substância química encontrada na Cannabis

Recentemente a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária,  informou a retirada do Canabidiol da lista de substâncias proibidas no Brasil. Assim, a substância passa a ser controlada e pode ser utilizada (ainda que com  consentimento do órgão) em medicamentos para problemas neurológicos.

O que é o Canabidiol?

O Canabidiol (CBD) é uma substância química que corresponde a 40% dos extratos da planta Cannabis sativa (nome científico da maconha). No Brasil, assim como em boa parte do mundo, seu uso medicinal era proibido pois a substância é associada a seu efeito psicoativo mas, apesar da imagem negativa, o uso medicinal da erva é extremamente antigo e, em países onde seu uso já era legalizados, não são poucos os tratamentos possíveis com a substância.

Como o Canabidiol pode ser usado no tratamento de doenças?

Cerca de 38 estudos controlados foram realizados para definir a eficácia do uso da substância em tratamentos médicos. Segundo Gregory Carter, Diretor médico do Instituto de Reabilitação de Saint Luke, nos Estados Unidos, ela é extremamente indicada para qualquer doença que cause inflamações, espasmos, distúrbios do sonos e disfunções intestinais pois ajuda no alívio de dor e traumas cirúrgicos.

Confira abaixo algumas doenças em que o canabidiol pode auxiliar no tratamento:

Câncer – são duas as substâncias encontradas na maconha que podem contribuir no tratamento do câncer e, principalmente, combater os efeitos adversos das sessões de quimioterapia: o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabidiol (THC). Apenas o CBD encontra-se legalizado no país mas é ele o maior responsável pelo combate ao mal estar provocado pelo tratamento intensivo e, diferente do THC, não carrega tantos malefícios.

A quimioterapia é um tratamento invasivo e acaba por provocar muitas dores, enjoos, náuseas e mal-estar generalizado em seus pacientes, remédios com base em canabidiol já são muito utilizados em países como Estados Unidos e Canadá no combate a esses efeitos adversos, permitindo que os pacientes na luta contra o câncer possam viver de maneira mais confortável durante o período de tratamento.

Esclerose múltipla – a esclerose múltipla é uma doença crônica inflamatória que compromete o funcionamento do sistema nervoso, ela costuma acometer pessoas jovens e seus surtos surgem na forma de fortes espasmos musculares, dor e mal funcionamento da bexiga e intestinos.

Acredita-se que remédios com base em canabidiol auxiliem no alívio da dor e na diminuição dos espasmos, como já visto com a jovem Anne Fischer, de 5 anos. No caso de Anne, o medicamento serviu para controlar as convulsões frequentes que sofria devido a epilepsia.

Ansiedade e fobia social – um estudo realizado pela USP de Ribeirão Preto (SP) revelou que uma dose de 600 miligramas da substância provoca uma sensação de “segurança” em pacientes com fobia e crises de ansiedade. Isso acontece porque a substância consegue atuar no organismo de forma que amortece os sinais de estresse no cérebro.

O Canabidiol pode causar dependência?

Uma das grandes preocupações quando se debate o uso do canabidiol em medicamentos é acreditar a substância possa causar dependência, assim como acontece com a droga originada da mesma planta, a maconha.

Como a substância era proibida até mesmo para pesquisas brasileiras, podemos nos basear nos dados de pesquisas anteriores realizadas nos países que já legalizaram o uso da maconha para fins medicinais. Esses estudos indicam que, das duas substâncias que citamos anteriormente, somente o THC apresenta os malefícios da droga, podendo causar distúrbios e dependência.

Nos casos em que o THC é extremamente necessário, é feita também uma dosagem em spray do canabidiol, que inibe os efeitos negativos da droga.

 

Como usar o canabidiol?

Por ser um medicamento legalizado muito recentemente no Brasil, ainda não há consenso sobre o seu uso. Pesquisas apontam que o ideal é fumar um cigarro feito com a mistura de componentes da maconha dosados em laboratório (evitando o THC, por exemplo) ou isolá-los diretamente na forma de comprimidos.

Existem também estudos que defendem o uso da fumaça para que seja inalada com um vaporizador. É recomendado também o uso da substância em óleo (principalmente para crianças e adolescentes).

COPA DO MUNDO DA RÚSSIA TAMBÉM TERÁ AUDIODESCRIÇÃO

A Copa do Mundo na Rússia vai repetir um recurso de acessibilidade para torcedores com deficiência utilizado nos últimos torneios promovidos pela FIFA. trata-se de uma narração especial para cegos e deficientes visuais. O recurso consiste em um profissional especializado em audiodescrição que relata tudo o que acontece durante o jogo para quem não consegue captar todos os detalhes. O serviço de audiodescrição para torcedores com deficiência visual já se tornou requisito obrigatório em todas as copas, sendo oferecido nos torneios disputados na Alemanha, Japão/Coréia, África do Sul e Brasil.

O objetivo do Comitê Organizador Local é oferecer 200 kits de fones de ouvido em cada uma das 64 partidas da Copa do Mundo na Rússia que serão disputadas entre 14 de junho e 15 de julho de 2018. O uso dos fones será gratuito e reservado para quem tem qualquer tipo de limitação visual. Dos 12 estádios que receberão as partidas da Copa, apenas dois terão a audiodescrição em russo e inglês: a Arena Luzhniki, em Moscou, e o estádio Krestovsky, em São Petersburgo. O primeiro será palco de sete jogos, incluindo a abertura e a final da Copa, enquanto o segundo receberá sete jogos, entre eles uma semifinal e o segundo jogo do Brasil, contra a Costa Rica, no dia 22 de junho. Nas demais arenas, o serviço de audiodescrição será exclusivamente em russo, voltado para os torcedores locais.

O serviço de audiodescrição, usado em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília durante a Copa de 2014, também foi oferecido na última Copa das Confederações, quando quatro narradores trabalharam nas quatro cidades-sede utilizadas no torneio. Segundo dados oficiais, 234 espectadores usaram a ferramenta nas 16 partidas disputadas na Copa das Confederações.

“É importante destacar que todos os torcedores que usaram o serviço de audiodescrição na Copa das Confederações estavam sentados com os demais espectadores no estádio. Ou seja, pessoas cegas ou com deficiência visual não ficaram isoladas e tiveram a mesma experiência dos demais”, disse Dmitri Grigoriev, chefe da divisão de serviços ao espectador do comitê local. Procedimento semelhante foi adotado nas Copas do Mundo da Alemanha, Japão/Coréia, África do Sul e Brasil.

Para oferecer tal ferramenta nos jogos da Copa do Mundo, profissionais da comunicação estão fazendo cursos teóricos e práticos na Universidade Russa de Economia Plekhanov. O responsável pelas aulas é Pavel Obiukh, que é deficiente visual.

“Atualmente, as narrações de rádio são muito similares às da televisão. Os comentaristas preenchem as pausas do jogo com informações genéricas, mas um espectador que não pode ver o jogo está interessado nos detalhes do ambiente. No nosso caso, o objetivo é descrever tudo que acontece e deixar as conclusões para o torcedor”, explicou Obiukh ao site oficial da Fifa.

FONTE: Uol

Guilherme Massena, de 20 anos, lança livro de aventuras sobre herói cadeirante Para jovem escritor, o que não pode ter limites é a imaginação

RIO — A cadeira de rodas pode até impor limitações aos movimentos do jovem Guilherme Massena, de 20 anos. Mas não à criatividade do rapaz, que dá asas à imaginação ao criar mundos de fantasia, com direito a heróis, monstros, dragões e outros personagens incríveis. Foi no universo particular de seu quarto, onde convive com bonecos de Harry Potter, Avatar e Disney, entre outros, que ele criou o primeiro livro, “Profundezas — Os cavaleiros elementares” (editora Enova), que será lançado hoje.

A história fala do herói cadeirante Rafael, que, a bordo de sua cadeira de rodas com diversos eixos mecânicos comandados pelo movimento dos pés, lidera os cavaleiros elementares em uma jornada cheia de aventura, suspense e ficção científica.

— Sempre me questionei por que não existe um super- herói com alguma deficiência, por isso criei o Rafael. Consegui juntar nesse livro várias referências de que gosto e que vejo todos os dias na internet e na TV — conta ele, que já está escrevendo a sequência da saga de Rafael.

O jovem autor mora no Jardim Botânico e é estudante do 3º ano do nível médio da Escola Nova, na Gávea. Bom aluno, já sabe exatamente o que fazer no ano que vem: dar início à faculdade de Cinema, pois quer ser roteirista.

— Tenho muitas ideias na minha cabeça. Sempre que penso em alguma coisa escrevo o início para servir como fonte de inspiração depois — explica ele, que sonha em ver a história do super-herói Rafael no cinema.

Gabriel tem um problema motor degenerativo e foi parando de andar aos poucos. Aos 14 começou a usar a cadeira de rodas. Com 15 anos ganhou um iPad. Foi quando um novo universo se abriu para o rapaz, que começou a escrever suas histórias.

— Guilherme é muito inteligente e busca todos os recursos para aprender. Adora literatura, é fã de Harry Potter e Senhor dos Anéis — conta a mãe, Paula Massena.

Ela achava que o filho estava escrevendo apenas de brincadeira. E se surpreendeu quando viu o livro terminado.

— Eu não acreditei. Fiquei deslumbrada quando vi aquela obra realizada. Mostramos para a direção da escola, que incentivou a publicação. Agora que começou, não vai parar mais. Guilherme é um grande exemplo para mim.

O lançamento aconteceu no dia 23 de junho, às 18h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco 290).

 

FONTE: O globo

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