Resumo viagem Portugal

Tudo começou no dia que recebi um convite para desfrutar de um maravilhoso roteiro de 11 dias por Portugal que foi criado pela agencia de turismo acessível Wheel Feel Touch Portugal, assim que recebi essa proposta incrível já comecei a me programar para o dia dessa inesquecível viagem.

Finalmente no dia 11 de junho aterrissei em terras Portuguesas e fui recebido com todo o carinho pela Sandra Barbosa que é proprietária dessa agencia, o primeiro destino após a minha chegada foi o Oceanario de Lisboa que é um excelente passeio para qualquer pessoa sendo cadeirante ou não. Fiquei encantado com a acessibilidade do local todo o oceanário tem rampas e elevadores para o acesso de cadeirante e pessoas idosas, o oceanario de Lisboa é um oceanário situado na freguesia do Parque das Nações. Constitui-se em um aquário publico e instituição de pesquisa sobre Biologia marinha e Oceanografia. E o segundo maior oceanario da Península Ibérica, contendo uma extensa coleção de espécies aves, mamíferos e peixes.

Fomos visitar também a ponte 25 de abril que tem cerca de 80 metros de altura e o novo ponto turístico de Lisboa, a viagem num elevador transparente, que nos põe ao nível do tabuleiro dos carros durante 40 segundos.

Como promete o nome do centro interpretativo, da a ideia de experimentar através de varias sensações diferentes a Ponte 25 de Abril, obra da engenharia que marcou o Estado Novo, inaugurada em 1966, e que está em vias de classificação pela Direção Geral do Patrimônio Cultural. Se a experiência mais intensa é a prancha-varanda do miradouro panorâmico, onde só podem estar 40 pessoas ao mesmo tempo, há outras à espera do pilar 7, a começar pela possibilidade de entrar nesta enorme estrutura em Betão, oca, onde estão protegidas as principais amarrações dos cabos de suspenção da ponte.

Outro ponto turístico que fique encantado foi o Mosteiro dos Jerônimos ou também chamado Mosteiro de Santa Maria de Belém é um mosteiro português da Ordem de São Jeronimo, foi construído no século XVI.

 

Ponto culminante da arquitetura manuelina, este mosteiro é o mais notável conjunto monástico português do seu tempo e uma das principais igrejas-salão da Europa. A sua construção iniciou-se, por iniciativa do rei D. Manuel I, no dealbar do século XVI e prologou-se por uma centena de anos, tendo sido dirigida por um conjunto notável de arquitetos/mestres de obras (destaque-se o papel determinante de João de Castilho).

Apesar do mosteiro ser um local antigo a questão de acessibilidade e nota mil, tem rampas de acesso em todas as entradas principais do monumento. Consegui conhecer o mosteiro inteiro fiquei encantado com a arquitetura do local.

Para por fim neste dia maravilhoso visitamos a Fabrica de Pastel de Belém que em 1837 inicio a fabricação dos Pastéis de Belém, seguindo uma antiga receita do Mosteiro dos Jerónimos que diariamente renasce na fábrica pelos mesmos processos artesanais. Os Pastéis de Belém proporcionam hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa.

No outro dia fiz uma sessão de fotos na praça do comercio que antigamente era chamada de Terreiro do Paço, é uma praça Baixa de Lisboa situada no rio Tejo, na zona foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos e que hoje está parcialmente ocupada por alguns departamentos governamentais. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de com cerca de 36 000 m².

É considerada um símbolo histórico do poder politico e manifestação da capitalidade de Portugal. Esta simbologia é geralmente associada ao centralismo do Estado.

No centro da praça, vê-se a estátua equestre D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII.

No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa.

A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espetáculos.

No dia seguinte saímos em direção à Évora que fica 1 hora e 35 minutos da capital de Lisboa, lá visitamos a Igreja de São Francisco é uma igreja de arquitetura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Marim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes.

Visitamos também a capela dos ossos essa capela é um dos monumentos mais conhecidos de Évora, podemos dizer que talvez o seu ex-libris, e fica situada na Praça 1º de maio. Faz parte da não menos conhecida Igreja de São Francisco.

A Capela dos Ossos foi edificada no século XVII por iniciativa de três frades franciscanos cujo objetivo era transmitir a mensagem da transitoriedade e fragilidade da vida humana. Esta mensagem é claramente passada aos visitantes logo à entrada, através do aviso: “Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”. Mostra, no fundo, o macabro gosto do homem barroco pela necrofilia.

Esta capela foi construída no local onde inicialmente era o dormitório e sala de reflexão dos frades. É formada por três naves de cerca de 18,70m de comprimento e 11m de largura. A luz natural entra estrategicamente nestas naves apenas por três pequenas frestas do lado esquerdo. É um local bastante escuro!

As paredes da Capela dos Ossos e os oitos pilares que a constituem encontram-se revestidos com ossos e crânios humanos, cuidadosamente dispostos, ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco e pintadas com motivos que simbolizam ou aludem à morte. Para além das ossadas, a Capela dos Ossos, está também decorada com estátuas de cariz religioso e uma pintura estilo renascentista e barroco.

As arcarias apresentam-se ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Calcula-se que sejam cerca de 5000 as caveiras humanas que ali se encontram, entre inúmeros ossos, provenientes das sepulturas da igreja do convento e de outras igrejas e cemitérios da cidade.

No século XVI existiam perto de quarenta e dois cemitérios monásticos na cidade, os quais ocupavam demasiado espaço. Em jeito de solução, aqueles monges extraíram os ossos do chão e utilizaram-nos para construir e “decorar” esta capela.

A Capela dos Ossos é um monumento de arquitetura penitencial. Dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida dos eborenses como Senhor Jesus da Casa dos Ossos. Esta imagem representa de forma impressionante e vívida o sofrimento de Cristo na sua caminhada até ao calvário com a cruz às costas.

Visitamos também a coleção de presépios que foi recolhida pelo general Fernando Canha da Silva e é composta por mais 2700 representações.

No dia 16/06 visitamos Cintra, Cascas e Queluz, que também e bem pertinho de Lisboa infelizmente não conseguimos passear muito por Cintra e nem por Cascaz por causa do mau tempo nessas duas cidades.

Visitei o Palácio Nacional de Queluz que é um palácio do século XVII que fica localizado na cidade de Queluz que é um distrito de Lisboa. Esse palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança.

Após esse mergulho pela história de Portugal fomos em direção a Batalha que é uma vila Portuguesa no distrito de Leiria, essa cidade foi fundada pelo rei D. João I, juntamente com o Mosteiro de Santa Maria da Vitoria, para agradecer o suposto auxilio divino concedido na vitória da batalha de Aljubarrota (14 de agosto 1385). No 18 de Março de 1500 através do documento (Carta da Vila) d’el Rei D: Manuel foi criada a Vila da Batalha.

Ao anoitecer fomos em direção a cidade de Batalha onde fiquei hospedado em um maravilhoso hotel que se chama Villa Batalha, esse hotel e o destino sonhado por todos os cadeirantes pois e um hotel totalmente projeto para os portadores de deficiência.

Saímos da cidade de Batalha em direção a Aveiros que é conhecida como a “Veneza portuguesa”, a encantadora cidade de Aveiro é atravessada por um canal e é tida como um dos destinos mais encantadores do país, graças aos seus coloridos moliceiros, aos edifícios em tons pasteis de estilo Arte Nova e à sua tranquilidade atmosfera urbana.

Fizemos um passeio pelo canal de Aveiros numa gondola da VIVA A RIA que é adaptada para cadeirantes, entrei com a cadeira de rodas até dentro da gondola, o passeio durou 1 hora conhecemos o canal de Aveiro inteiro.

Após esse passeio seguimos em direção a Águeda que é internacionalmente conhecido pelo seu famoso festival de artes, o AgitÁgueda, criado em 2006 com a ideia de animar as noites de verão de quem vive ou passa por lá. O festival, que obteve um crescimento exponencial nos últimos anos, tornou-se um evento de sucesso e vencedor de muitos prêmios, graças à sua aposta musical de qualidade e à promoção de artes urbanas, tendo celebrizado os chapéus-de-chuva coloridos do “Umbrella Sky Project”, que se tornaram uma imagem de marca da cidade e do concelho e que ampliaram ainda mais o turismo no município.

Na manhã seguinte fomos conhecer a cidade de Óbidos que é uma vila portuguesa que foi construída dentro de uma muralha.

Fiquei encantado com o estilo medieval dessa cidade, parecia que estávamos dentro de um filme medieval e para ser ainda melhor consegui rodar a cidade toda com a cadeira de rodas.

O castelo de Óbidos foi declarado em 2007 pelo concurso as Sete Maravilhas de Portugal o segundo dos sete monumentos mais relevantes do património arquitetônico português.

Quem for a Óbidos não pode deixar de experimentar a ginjinha, ou simplesmente ginja, é um licor obtido a partir da maceração da fruta da ginja (nome científico Prunus cerasus), similar à cereja, muito popular em Portugal, especialmente em Lisboa, em Óbidos, em Alcobaça e no Algarve.

É costume servi-la com uma fruta curtida no fundo do copo, popularmente dito “com elas”, ou, quando pura, “sem elas”.

Ao sair dessa cidade fantástica fomos para Nazaré, a vila da Nazaré é, atualmente, um dos destinos mais atrativos em Portugal. Está localizada muito próxima da Capital Lisboa, mas aqui parece que o tempo parou. Esta pequena vila conhecida mundialmente pelas suas ondas, é também irresistível por se manter fiel à mais pura tradição.

Atualmente, a pacata vila da Nazaré é considerada um destino obrigatório para os amantes do surf. De fato, as suas furiosas ondas têm corrido mundo e muitos são os surfistas destemidos que, vindos dos quatro cantos do mundo, ousam desafiar estas águas bravas.

No entanto, Nazaré não é apenas sinónimo de ondas. Nazaré é sinónimo de tradição. E nem as multidões turísticas que chegam à vila desde o início do século XX, e a tornaram num dos destinos turísticos mais atraentes em Portugal, a fazem mudar. Sendo uma pequena vila de pescadores, a Nazaré mantém viva uma das mais genuínas tradições portuguesas.

Na verdade, a sua gente sempre foi muito ligada ao mar. Não para surfar as enormes ondas do grande desfiladeiro, mas porque o trabalho assim o exigia. Hoje em dia, o turismo é o principal fator de crescimento económico da vila, mas durante muitos anos a pesca foi a atividade principal. E, no seio de algumas famílias, ainda continua a ser a única fonte de sustento.

Aqui as mulheres brilham, pois elas sabem vender o peixe melhor do que ninguém. E para além disso, elas chamam à atenção com as suas sete saias – outra tradição. Há várias lendas associadas às saias das mulheres. Uma dela diz que as mulheres, enquanto esperavam seus maridos na praia nos dias frios, usavam várias camadas de saias para aquecerem as costas e as pernas e, assim, manterem-se quentes.

Para além disso, diz-se que são sete as saias que elas devem usar pois sete são as virtudes, sete são os dias da semana, sete são as cores-do-arco-íris, sete são as ondas do mar, entre outras lendas e mitos associados ao número sete.

A tradição leva igualmente os barcos a manterem a sua estrutura original. São coloridos, estreitos, com proas curvas e decoração evocativa dos primeiros pescadores da Região: o povo fenício.

É incrível como este lugar que ainda consegue manter viva a mais pura tradição esteja tão próxima das cidades cosmopolitas de Portugal. Partindo da capital, Lisboa, bastam duas horas de viagem pela costa atlântica em direção ao Norte para alcançarmos a vila da Nazaré.

Para além de paisagens estupendas na viagem, ao chegar à Nazaré vai sentir o tempo parar. É um local que vale a pena conhecer, por conseguir mostrar a mais pura essência portuguesa: o trabalho duro e arriscado de um povo que muito tanto tem para agradecer (e temer) ao mar.

Outro local que adorei conhecer foi o Santuário de Fatima, foi formalmente intitulado pela Igreja Católica como Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, é um santuário mariano dedicado a Nossa Senhora de Fátima, localizado na Cova da Iria, na cidade de Fátima, concelho de Ourém, em Portugal.

O Santuário de Fátima é, por excelência, um local de peregrinação cristã e devoção católica, preservando a memória dos acontecimentos que levaram à sua fundação, nomeadamente as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos – Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto – em 1917. A sua magnitude e relevância do ponto de vista religioso é de há muito consensualmente reconhecida, nacional e internacionalmente. Por vontade expressa da Santa Sé Apostólica, este é um Santuário Nacional. É também um dos mais importantes santuários marianos do mundo pertencentes à Igreja Católica e de maior destino internacional de turismo religioso, recebendo cerca de seis milhões de visitantes por ano. Foi distinguido com três rosas de ouro papais e visitado pelos Papas Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000), Bento XVI (2010) e Francisco (2017).

No dia seguinte visitamos a cidade de Coimbra, que particularmente foi uma das cidades que eu estava mais ansioso para conhecer pois e onde tem a mais antiga faculdade de Direito, dentro do espaço da universidade de Coimbra visitei a Biblioteca Joanina que é uma biblioteca do século XVIII situada no Palácio das Escolas da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente barroco, sendo reconhecida com uma das mais originais e espetaculares bibliotecas barrocas europeias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.

Outro ponto que visitei dentro do pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra foi a Capela de São Miguel.

A Capela de São Miguel é uma capela da Universidade de Coimbra construída entre os séculos XVI e XVIII. Pertence ao conjunto arquitetônico do Paço das Escolas, núcleo histórico da Universidade de Coimbra, estando por isso classificada como Monumento Nacional (desde 1910) e inscrita na listagem de Património Mundial da UNESCO (desde junho de 2013).

Para finalizar esse passeio por Coimbra visitei o mais antiga Faculdade de Direito do mundo, a Universidade de Coimbra.

A Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra é umas das faculdades que constituem a Universidade de Coimbra e também a faculdade mais antiga de Portugal, declarado em 22 de junho de 2013 a Património Mundial pela UNESCO. O seu atual diretor é o Professor Doutor Rui Manuel de Figueiredo Marcos

Os estudos jurídicos na Universidade de Coimbra remontam à fundação da Universidade de Coimbra, durante o reinado de D. Dinis, mais especificamente a 1 de março, quando foi assinado em Leiria, pelo rei, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, que institui a própria Universidade pedindo ao Papa a confirmação.

Para finalizar esses 11 dias maravilhosos fomos para a cidade do Porto, a cidade do Porto é a segunda cidade e o quarto município mais populoso de Portugal, situada no Noroeste do pais e capital da Área Metropolitana do Porto.

É a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (c. 200 a.C.), quando se designava de Portus Cale, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense, de onde se formou Portugal. É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, pelas suas pontes e arquitetura contemporânea e antiga, o seu centro histórico, classificado como Património Mundial pela UNESC.

No Porto visitei a Livraria Lello, também conhecida como Livraria Lello & Irmão ou Livraria Chardron, situa-se na Rua das Carmelitas, 144, no Centro Histórico da cidade do Porto, em Portugal.

Em virtude do seu ímpar valor histórico e artístico, a Lello tem sido reconhecida como uma das mais belas livrarias do mundo por diversas personalidades e entidades, casos do escritor espanhol Enrique Vila-Matas, do jornal britânico The Guardian e da editora australiana de guias de viagens Lonely Planet.

A Livraria Lello é um dos locais mais icónicos do Porto e, certamente, uma das livrarias mais famosas do mundo. Considerada por diversas vezes como uma das livrarias mais bonitas do mundo, a Livraria Lello já foi casa de homens das letras e das artes e já serviu de inspiração para escritores e artistas, entre os quais se conta a autora de Harry Potter, J. K. Rowling. A autora era frequentadora assídua do espaço, durante a temporada em que viveu no Porto, e foi nas célebres escadarias de madeira da Lello que se inspirou para criar as escadas de Hogwarts.

Sim, as escadas da Livraria Lello inspiraram a autora de Harry Potter a criar as escadas de Hogwarts que se moviam de um lado para o outro e levavam os alunos a zonas do castelo onde não deveriam estar. Foi por isso que a livraria portuense foi o local escolhido para receber o lançamento de Harry Potter and The Cursed Child. Já é impossível dissociar este local icónico ao feiticeiro mais famoso de todos os tempos.

Só tenho a agradecer a agencia Wheel Feel Touch Portugal por esse roteiro incrível que eu tive o prazer de apreciar por 11 dias.

Diário de Viagem 4!

Pela manhã seguimos em direção a cidade de Óbidos que é uma vila portuguesa que foi construída dentro de uma muralha.

Fiquei encantado com a cidade parecia que estávamos dentro de um filme medieval a cidade toda tem esse estilo, conseguimos andar facilmente com a cadeira de rodas por toda a cidade, o castelo de Óbidos foi declarado em 2007 pelo concurso as Sete Maravilhas de Portugal o segundo dos sete monumentos mais relevantes do património arquitetônico português.

Quem for a Óbidos não pode deixar de experimentar a ginjinha, ou simplesmente ginja, é um licor obtido a partir da maceração da fruta da ginja (nome científico Prunus cerasus), similar à cereja, muito popular em Portugal, especialmente em Lisboa, em Óbidos, em Alcobaça e no Algarve.

É costume servi-la com uma fruta curtida no fundo do copo, popularmente dito “com elas“, ou, quando pura, “sem elas“.

O processo de produção começa nos ginjais da região, onde o fruto é colhido na fase certa de maturação. Após um processo de maceração que dura no mínimo um ano, é extraído o licor decorrente do processo sem recorrer a corantes ou conservantes artificiais.

 

Ao sair dessa cidade fantástica fomos para Nazaré, a vila da Nazaré é, atualmente, um dos destinos mais atrativos em Portugal. Está localizada muito próxima da Capital Lisboa, mas aqui parece que o tempo parou. Esta pequena vila conhecida mundialmente pelas suas ondas, é também irresistível por se manter fiel à mais pura tradição.

Atualmente, a pacata vila da Nazaré é considerada um destino obrigatório para os amantes do surf. De fato, as suas furiosas ondas têm corrido mundo e muitos são os surfistas destemidos que, vindos dos quatro cantos do mundo, ousam desafiar estas águas bravas.

No entanto, Nazaré não é apenas sinónimo de ondas. Nazaré é sinónimo de tradição. E nem as multidões turísticas que chegam à vila desde o início do século XX, e a tornaram num dos destinos turísticos mais atraentes em Portugal, a fazem mudar. Sendo uma pequena vila de pescadores, a Nazaré mantém viva uma das mais genuínas tradições portuguesas.

Na verdade, a sua gente sempre foi muito ligada ao mar. Não para surfar as enormes ondas do grande desfiladeiro, mas porque o trabalho assim o exigia. Hoje em dia, o turismo é o principal fator de crescimento económico da vila, mas durante muitos anos a pesca foi a atividade principal. E, no seio de algumas famílias, ainda continua a ser a única fonte de sustento.

Aqui as mulheres brilham, pois elas sabem vender o peixe melhor do que ninguém. E para além disso, elas chamam à atenção com as suas sete saias – outra tradição. Há várias lendas associadas às saias das mulheres. Uma dela diz que as mulheres, enquanto esperavam seus maridos na praia nos dias frios, usavam várias camadas de saias para aquecerem as costas e as pernas e, assim, manterem-se quentes.

Para além disso, diz-se que são sete as saias que elas devem usar pois sete são as virtudes, sete são os dias da semana, sete são as cores-do-arco-íris, sete são as ondas do mar, entre outras lendas e mitos associados ao número sete.

A tradição leva igualmente os barcos a manterem a sua estrutura original. São coloridos, estreitos, com proas curvas e decoração evocativa dos primeiros pescadores da Região: o povo fenício.

É incrível como este lugar que ainda consegue manter viva a mais pura tradição esteja tão próxima das cidades cosmopolitas de Portugal. Partindo da capital, Lisboa, bastam duas horas de viagem pela costa atlântica em direção ao Norte para alcançarmos a vila da Nazaré.

Para além de paisagens estupendas na viagem, ao chegar à Nazaré vai sentir o tempo parar. É um local que vale a pena conhecer, por conseguir mostrar a mais pura essência portuguesa: o trabalho duro e arriscado de um povo que muito tanto tem para agradecer (e temer) ao mar.

 

Na pagina do blog no facebook (clique aqui) para acessar varias fotos dos passeios que estou fazendo junto com a agencia de turismo acessível Wheel Feel Touch Portugal aqui em Lisboa e fiquem ligados que todos os dias terá o diário de viagem!

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DIARIO DE VIAGEM 1

DIARIO DE VIAGEM 2

DIARIO DE VIAGEM 3

Diário de Viagem 3!

Hoje saímos da cidade de Batalha em direção a Aveiros que é conhecida como a “Veneza portuguesa”, a encantadora cidade de Aveiro é atravessada por um canal e é tida como um dos destinos mais encantadores do país, graças aos seus coloridos moliceiros, aos edifícios em tons pasteis de estilo Arte Nova e à sua tranquilidade atmosfera urbana.

Fizemos um passeio pelo canal de Aveiros numa gondola da VIVA A RIA que é adaptada para cadeirantes, entrei com a cadeira de rodas até dentro da gondola, o passeio durou 1 hora conhecemos o canal de Aveiro inteiro.

Após esse passeio seguimos em direção a Águeda que é internacionalmente conhecido pelo seu famoso festival de artes, o AgitÁgueda, criado em 2006 com a ideia de animar as noites de verão de quem vive ou passa por lá. O festival, que obteve um crescimento exponencial nos últimos anos, tornou-se um evento de sucesso e vencedor de muitos prêmios, graças à sua aposta musical de qualidade e à promoção de artes urbanas, tendo celebrizado os chapéus-de-chuva coloridos do “Umbrella Sky Project”, que se tornaram uma imagem de marca da cidade e do concelho e que ampliaram ainda mais o turismo no município.

Na pagina do blog no facebook terá varias fotos de todos os passeios que eu fizer aqui em Lisboa e fiquem ligados que todos os dias terá o diário de viagem!

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DIARIO DE VIAGEM 1

DIARIO DE VIAGEM 2

Diário de Viagem 2!

Dia 14/06 não fizemos muita coisa, fomos para a praça do comercio a tarde para fazer uma sessão de fotos em Lisboa.

No dia 15/06 fomos para Évora que fica 1 hora e 35 minutos da cidade de Lisboa, lá visitamos a Igreja de São Francisco que é uma igreja de arquitetura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Marim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes.

Após a visita à Igreja de São Francisco fomos visitar a capela dos ossos que é um dos mais conhecidos monumentos de Évora. Está situada dentro da Igreja de São Francisco e foi construída no século XVII por iniciativa de três monges franciscanos. Almoçamos num típico restaurante Português chamado O Moinho uma verdadeira preciosidade gastronômica.

Visitamos também a coleção de presépios que foi recolhida pelo general Fernando Canha da Silva e é composta por mais 2700 representações.

A noite fomos jantar no restaurante Guitarras de Lisboa que tem um excelente show de Fado que é um estilo musical Português. Geralmente e cantado por uma só pessoa (fadista) e acompanhado por uma guitarra clássica (nos meios fadistas denominada viola) e uma guitarra portuguesa. O fado foi elevado à categoria de Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Hoje dia 16/06 visitamos Cintra, Cascaz e Queluz, que também e bem pertinho de Lisboa infelizmente não conseguimos passear muito por Cintra e nem por Cascaz por causa do mau tempo nessas duas cidades.

Visitei o Palácio Nacional de Queluz que é um palácio do século XVII que fica localizado na cidade de Queluz que é um distrito de Lisboa. Esse palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança.

Após esse mergulho pela história de Portugal fomos em direção a Batalha que é uma vila Portuguesa no distrito de Leiria, essa cidade foi fundada pelo rei D. João I, juntamente com o Mosteiro de Santa Maria da Vitoria, para agradecer o suposto auxilio divino concedido na vitória da batalha de Aljubarrota (14 de agosto 1385). No 18 de Março de 1500 através do documento (Carta da Vila) d’el Rei D: Manuel foi criada a Vila da Batalha.

Na pagina do blog no facebook terá varias fotos de todos os passeios que eu fizer aqui em Lisboa e fiquem ligados que todos os dias terá o diário de viagem!

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DIARIO DE VIAGEM 1

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

DIÁRIO DE VIAGEM PORTUGAL

Hoje se inicia direto de Lisboa o primeiro diário de viagem desse blog, como já foi anunciado vim para Lisboa a convite da Agencia de Turismo Wheel Feel Touch Portugal para desfrutar de um maravilhoso roteiro de 11 dias por varias cidades de Portugal.

Após a minha chegada em terras Portuguesas fui recebido com todo o carinho pela Sandra Barbosa que é proprietária da agencia, como estava muito cansado do voo resolvemos ir para o Hotel descansar, o que posso falar do hotel?

Estou hospedado no Hotel Czar que fica localizado bem no centro de Lisboa, depois de um bom descanso saímos para um maravilhoso jantar no restaurante Salsa & Coentros, super indico esse restaurante, atendimento maravilhoso e os funcionários são muito gentis.

Hoje dia 12/06 fui conhecer o Oceanário de Lisboa que fica situado na freguesia do Parque das Nações, um local com uma bela acessibilidade e muito maravilhoso. Fiquei encantado com o tamanho desse Oceanário. Logo depois fomos fazer um passeio pelo miradouro que é um elevador recém-inaugurado que fica na ponte 25 de Abril que é uma ponte suspensa rodoferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade Almada, a ponte atravessa o estuário do Rio Tejo.

Logo após o termino do passeio pelo elevador da ponte 25 de Abril fizemos uma pequena pausa para o almoço, seguimos para o Mosteiro dos Jerónimos ou Mosteiro Santa Maria de Belém é um mosteiro Português da Ordem de São Jerónimo construído no século XVI. Situado na freguesia de Belém, apesar do Mosteiro ser uma construção antiga o acesso e facilmente feito por rampas em vários pontos de entrada e saída.

Por fim visitamos a Fabrica de Pastel de Belém que em 1837 inicio a fabricação dos Pastéis de Belém, seguindo uma antiga receita do Mosteiro dos Jerónimos que diariamente renasce na fábrica pelos mesmos processos artesanais. Os Pastéis de Belém proporcionam hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa.

Na pagina do blog no facebook terá varias fotos de todos os passeios que eu fizer aqui em Lisboa e fiquem ligados que todos os dias terá o diário de viagem!

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