Apple Watch: configuração para realizar exercícios com cadeira de rodas

Se você é um usuário de cadeira de rodas e também tem um relógio Apple, você pode ter ficado ansioso para iOS 10 e watchOS 3 que permitem o registro de exercícios de cadeira de rodas em seu Apple Watch. No entanto, você pode ter notado que os exercícios não aparecem quando você atualiza o seu telefone. Isto porque é preciso apenas um ajuste simples em seu aplicativo de Saúde para habilitá-los.

Em seu aplicativo de Saúde, entre em seu perfil no canto superior direito, pressione Editar e defina cadeira de rodas para “Sim”.

Configurando para treinos com uso de cadeira de rodas

Se você for um usuário de cadeira de rodas manual, há dois tipos de exercícios específicos em ambiente externo que medem tempo, ritmo, distância, calorias e frequência cardíaca: Caminhada com cadeira de rodas externa e Corrida com cadeira de rodas externa. Você deve levar o iPhone junto para que o GPS acompanhe o ritmo e a distância e para aprimorar a medição de calorias. O Apple Watch Series 2 está tem GPS integrado; por isso, não é preciso levar junto um iPhone emparelhado.

Selecionar se o ritmo do exercício feito com cadeira de rodas é de caminhada ou de corrida ajuda a acompanhar os tipos de exercícios no app Atividade. Escolha o que melhor descreve a atividade, mas não é preciso manter um ritmo regular, e você pode misturar as velocidades.

Para medir tempo, calorias e frequência cardíaca para exercícios como bicicleta com as mãos e basquete com cadeira de rodas, use o tipo de exercício “Outro”. Todos esses exercícios também enviam notificações ao app Atividade.

Lembrando que caso não veja essas opções, talvez você precise atualizar suas informações:

  1. Abra o app do Apple Watch no iPhone.
  2. Toque na aba Meu Relógio e, em seguida, toque em Diagnóstico.
  3. Toque em Editar e, em seguida, toque em Cadeira de Rodas e selecione Sim.
  4. Toque em OK.

Bom exercício!

 

FONTE: reab.me 

Após fratura na coluna, zagueiro brasileiro luta para se recuperar Leandro Padovani sofreu grave lesão em campo e foi socorrido por cirurgião de férias na fronteira com o Iraque. Após nove meses, evolui e tenta retomar movimento nas pernas

Em meio ao pouco falado futebol do Irã, um jogador brasileiro viveu um drama nos últimos meses e ainda busca plena recuperação. O zagueiro Leandro Padovani, que atuou em clubes como Brasiliense e Volta Redonda, sofreu uma fratura na coluna cervical durante uma partida da primeira divisão local, em fevereiro, passou por uma cirurgia emergencial e até hoje tenta recuperar os movimentos dos membros inferiores. O Esporte Espetacular foi até a capital Teerã para conhecer a história de perto.

Para poder contar o ocorrido e celebrar cada evolução, hoje, Padovani contou com a ajuda de um cirurgião renomado que estava de férias perto da cidade em que houve o acidente, na fronteira com o Iraque. Os nove meses de tratamento ocorreram em uma clínica da Cruz Vermelha, lado a lado com sobreviventes de guerra e atentados terroristas.

O acidente

Leandro passou boa parte de sua carreira no país islâmico e, quando chegou a um dos clubes locais com maior popularidade, o Estheglal, passou, dentro de campo, pelo acidente que modificou para sempre a sua vida. Em 24 de fevereiro deste ano, ainda no sexto jogo da temporada, Leandro foi a campo e, pouco antes de o árbitro apitar o fim do primeiro tempo, caiu no chão. O jogador de 34 anos subiu para tentar afastar um lançamento e se chocou com um companheiro de equipe, permanecendo no solo, sem se movimentar.

preocupação logo tomou conta de companheiros e adversários, antes de que Padovani fosse tirado de campo em uma maca, praticamente imóvel. Ali começava uma jornada em busca dos movimentos de quem era um atleta, que se foram por conta de uma fratura na coluna cervical, causada na queda, quando o pescoço do jogador sofreu uma fratura. A vértebra C6 se deslocou da seguinte, a C7.

– Ontem você estava num estádio, diante de 50 mil pessoas, e no outro dia você está do lado de médicos, enfermeiros, máquina para tudo que é lado. O que é que aconteceu? – recorda Leandro Padovani.

O atendimento imediatamente após o incidente não contou com os cuidados adequados. Na cidade de Ahwaz, na perigosa fronteira com o Iraque, Padovani foi socorrido por médicos que demoraram a entender o que tinha acontecido. A situação poderia ter sido pior se não fosse uma coincidência: Eydi Abdolkhani, neurocirurgião famoso no Irã e que hoje mora no Canadá, estava de férias em uma fazenda a 70 quilômetros do estádio onde ocorreu o fato.

– Era preciso fazer o realinhamento e a fixação da coluna cervical o mais rápido possível. Uma situação de urgência. Eu não podia perder tempo. Para aumentar as esperanças de recuperação, eu tinha que fazer uma cirurgia o mais rápido possível – explica o médico.

Ele realizou a cirurgia, sem mesmo a autorização da esposa de Padovani, Larissa, que estava na capital Teerã sem conseguir informações. O procedimento durou oito horas e obteve sucesso.

– Aquele médico foi o anjo da guarda. Ele foi maravilhoso. Se não tivesse ali naquele momento e naquela hora, não sei o que teria acontecido – lembra Larissa.

A recuperação

Após a cirurgia, começou o processo de recuperação do jogador de 1,94 metros, que atraía o carinho dos torcedores por gols marcados através de bolas aéreas e cobranças de pênaltis. Para isso, contou com o amigo do irmão, Alessandro, que abriu mão de um contrato no futebol da Indonésia para ficar ao lado de Leandro.

– Desde o primeiro momento que eu vi meu irmão, já tinha na mente que a coisa mais importante pra mim era estar ao lado dele. Não pensei mais no futebol, não pensei em mais nada – diz Alessandro.

O tratamento foi iniciado no Irã, já que Leandro não tinha condições de enfrentar a longa viagem até o Brasil. Em um centro de recuperação da Cruz Vermelha, que pertence ao governo iraniano e recebe até sobreviventes de guerras e atentados, Padovani passou os últimos nove meses, seis dias por semana e 10 horas por dia. Lá, Padovani conseguiu evoluiu, e hoje apenas os membros inferiores continuam sem movimento.

– Eu consigo mexer meus braços, consigo levantar da cadeira, fazer a transferência do carro, casa, banheiro. Fazer as coisas do dia a dia – explica Leandro.

Tudo isso graças à ajuda e dedicação dos funcionários do hospital, que contrastam com a postura do Esteghlal, que não pagou parte do tratamento e, três meses depois, deixou de lado o jogador – que tinha contrato apenas até maio.

Larissa e Padovani, então, usaram a Internet para divulgar a situação, causando comoção entre os torcedores. A diretoria do clube mudou, e os novos mandatários ofereceram um novo contrato: Leandro agora é membro da comissão técnica e receberá ajuda, segundo a promessa dos dirigentes, até quando for necessário.

– Como diretor do clube, eu queria pedir desculpas ao Padovani e a todo o Brasil, porque não fizemos o que precisava, mas daqui para frente, estaremos sempre juntos, porque ninguém aqui no Irã vai esquecer essa história – diz Ali Khatir, diretor do clube iraniano.

Com seu país natal conhecendo a história, reportada no Brasil pela primeira vez, Padovani se prepara para retornar nas próximas semanas. Ele tenta manter o otimismo, deixando para trás, no Irã, as cicatrizes e o agradecimento a todos que o ajudaram a se manter vivo.

 

FONTE: Globo esporte 

Luciano Huck leva menino cego de MT que faz equitação para conhecer o mar

O apresentador Luciano Huck conheceu o sítio Sonho Meu, em Sorriso (450 km de Cuiabá), que abriga um projeto que usa a equoterapia para atender crianças e adultos com diversos tipos de deficiência. A reportagem foi ao ar no programa Caldeirão do Huck deste sábado (3), e mostrou ao Brasil o projeto que atende pessoas com síndrome de down, paralisia cerebral, autismo e deficiência visual, entre outras limitações.

Ele foi ao local motivado por um vídeo de Gabriel, de 11 anos. O menino monta Pé de Pano, um cavalo que, assim como o cavaleiro, não enxerga. Com a ajuda de outras pessoas que batem nos tambores, a dupla consegue se guiar pelo barulho e fazer a prova dos três tambores.

O menino ganhou de Luciano Huck uma viagem para o Rio de Janeiro, onde conheceu o mar e fez aulas de surf com a escola Adapt Surf, que ensina o esporte para pessoas com deficiência.

“Não enxergar pode até ser um problema, mas eu não ligo pra esse tipo de problema e tenho uma vida normal”, disse Gabriel. A mãe, Jane, contou que o menino nasceu com 500g, às 24 semanas de gestação, e passou 100 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A diretora do projeto, Jô Gomes, contou que convenceu o marido a encampar o projeto quando deu um cavalo de presente para ele. “Ele tinha que arrumar um espaço para guardar o presente e assim tudo começou”, disse.

O apresentador comprou uma piscina para que o projeto possa ser ampliado e oferecer também hidroterapia. A piscina escolhida por ele já estava vendida, mas o cliente concordou em cedê-la e, em quatro dias, ela foi instalada no sítio Sonho Meu. Luciano doou também a égua do seu filho, Joaquim, chamada Peteca.

A reportagem contou também a história de outras crianças. Veja a reportagem exibida no Caldeirão do Huck. 

Conheça mais e saiba como ajudar o projeto ‘Sonho Meu’:

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– Telefone de contato: (66) 9965-9002

– Endereço: Estrada D, S/N – Sorriso – MT, 78890-000

Ricardo é cadeirante e foi proibido de passear com seus cachorros pelo condomínio

Morador chegou a ser ameaçado caso continuasse passeando nas áreas do condomínio. Ricardo precisou entrar na justiça para fazer valer seu direito.

COSPLAY- A NOVA FEBRE DOS CADEIRANTES

Cosplay é uma atividade que consiste em se vestir conforme algum personagem, normalmente os cosplayers se inspiram mais nos personagens japoneses contidos em animes, mangás e videogames, produzindo sua própria fantasia (réplica), sua apresentação e até mesmo o desenvolvimento do cenário.

Essa atividade permite que adultos, adolescentes e crianças participem juntas deste processo, criando vínculos entre diferentes idades.E os cadeirantes também não ficam de fora.

Aos poucos essa cultura vem ganhando força no Brasil, mas por enquanto são os gringos que estão mais a frente com suas fantasias. Veja algumas delas, que podem servir de inspiração para os cadeirantes brasileiros:

 

Qual foi o seu preferido? Comente…

 

FONTE: Cantinho dos cadeirantes 

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