Tomadas no exterior: Sabendo conectar, não vai faltar energia elétrica ao seu aparelho.

Tomadas no exterior: Atualmente é muito difícil ficar sem energia elétrica. A luz para iluminar ou o chuveiro aquecido são itens importantes, e os tempos modernos começaram a adicionar outros itens como computadores, telefones celulares, cadeira de rodas motorizadas e até aparelhos de oxigênio para hipertensos pulmonares. A energia nesses aparelhos é consumida rapidamente, e eles precisam ser recarregados, e para isso é necessária uma tomada.

Mas assim como há diferenças entre países no idioma, na moeda, nos costumes, as tomadas no exterior também são diferentes. É preciso estar ciente disso, para não estar despreparado e de repente, quando mais precisar recarregar seu aparelho, não ter como fazê-lo.

Perigo: alta (ou baixa) voltagem

Não é apenas a salada de padrões o único problema que o turista enfrenta em uma viagem. É importante também ficar atento à faixa de volts. A Austrália e a Nova Zelândia trabalham com 240 volts. No Japão são 100 volts. Um DVD player brasileiro numa tomada de 240 volts pode tocar mais rápido. Ele corre até o risco de queimar

Por isso, sempre confira o número de volts da tomada antes de inserir o plugue. Felizmente, a indústria tem produzido aparelhos capazes de funcionar com diferentes voltagens. Os aparelhos mais sensíveis já vêm de fábrica com fonte própria: notebook e carregadores de celular. Eles conseguem funcionar com uma diferença grande de volts. Para saber se seu produto pode ser usado em outro país, olhe a própria fonte do aparelho, ali está inscrito a faixa de volts que ele é capaz de funcionar.

Existem no mercado e principalmente em lojas de aeroportos, adaptadores universais, que conseguem conectar-se a qualquer tipo de tomada. Melhor ainda, são modelos onde a própria tomada do local aceita diferentes tipos de cabos e carregadores. Uma boa dica é levar um filtro de linha, assim você terá uma extensão da fonte de energia e várias tomadas para ligar mais de um aparelho.

Tomadas no exterior. Locais e modelos.

 

 

América do Norte, Central e Japão (Tipo A e B)

Famoso também no Brasil antes da mudança do padrão de tomada, estes tipos de tomadas no exterior são compostos por dois pinos achatados e paralelos. Nos Estados Unidos, um dos pinos costuma ser mais largo do que o outro (isso pode dificultar a conexão de um produto elétrico americano a uma tomada japonesa, por exemplo). Em alguns casos, o plugue contém também uma entrada para fio terra: um pino redondo logo abaixo das duas abas.

 

Europa – Exceto Reino Unido (Tipo C, E, F, J, L)

Este plugue, o tipo C, era o mais comum no Brasil antes da alteração do padrão. Você provavelmente ainda se lembra dele. Possui dois pinos arredondados e paralelos. É o plugue mais comum em todo o mundo. Variações: Alguns países fizeram adaptações neste plugue para torná-lo mais seguro. Felizmente, essas modificações permitem a ligação de aparelhos elétricos que possuem a tomada tipo C em seus plugues. No entanto, em alguns casos, os pinos podem até entrar, mas o formato do plugue pode ser diferente, dificultando sua colocação. Por isso, a dica é procurar um adaptador para essas tomadas no exterior.

Alemanha, Áustria, Bulgária, Croácia, Espanha, Estônia, Finlândia, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Portugal, Noruega, Rússia, Suécia (Tipo F)

Nesta versão de tomadas no exterior, definida como tipo F, duas de suas extremidades são clipes usados como fio terra.

 

 

 

 

Bélgica, França, Polônia, República Checa e Eslováquia (Tipo E)

Um plugue redondo, com dois pinos arredondados e paralelos com um pequeno orifício no alto. Esta versão, a tipo E, evita choques e aumenta o uso do fio terra.

 

 

 

Itália (Tipo L)

No país da bota e em outros, a tomada é a tipo L, com três pinos paralelos e de igual tamanho. Aqui é preciso prestar atenção na diferença de amperes. Existem dois modelos: um para 10A e outro para 16A. O primeiro é o mais comum e funciona normalmente com tomadas tipo C. Já o plugue para 16A possui mais espaço entre os pinos e eles são mais largos. Não deve ser usado com tomadas tipo C. Vale ficar atento para não causar nenhum acidente.

 

Suíça (Tipo J)

O país criou um padrão parecido com o brasileiro, no entanto, eles não são compatíveis. O plugue tipo J possui três pinos redondos, dois paralelos e um outro, central.

 

 

 

 

Reino Unido (Tipo G) (Bahrein, Cingapura, Emirados Árabes, Escócia, Inglaterra, Hong Kong, Irlanda, Malásia, Uganda)

Considerada a mais segura do mundo entre as tomadas no exterior, o padrão britânico é identificado pelos três retângulos que formam o desenho de um triângulo. Seus plugues possuem um fusível. Ao adquirir um adaptador, é importante informar-se sobre o número de ampères para seu aparelho funcionar corretamente.

 

 

Ásia Meridional (Tipo D) (Índia, Sri Lanka, Nepal, Namíbia, Paquistão, Qatar)

Usado antes dos anos 1960 no Reino Unido, esta tomada ainda é padrão na Índia, Paquistão e outros países da região. Ela possui três pinos largos e redondos, formando o desenho de um triângulo.

 

 

 

Israel (Tipo H)

Utilizada somente em Israel, esta tomada possui três pinos largos e redondos formando um “V”. Apesar de seu desenho peculiar, ele aceita plugues do tipo C (padrão europeu).

 

 

 

 

Argentina e Oceania (Tipo I) (Austrália, Argentina, Fiji Nova Zelândia, Papua Nova Guiné)

Esta tomada possui três pinos achatados. Dois na diagonal e outro na posição vertical, na parte inferior.

 

 

 

 

África do Sul (Tipo M)

Possui três pinos largos e redondos, formando o desenho de um triângulo. É bem similar ao plugue usado na Ásia Meridional, porém, esse tem pinos mais largos. A tomada tipo M também é usada na Suazilândia e em Lesoto. A África do Sul também incluiu o tipo N como um dos seus padrões oficiais. O problema é que está junto com outros três padrões. O mais usado é o tipo M mesmo, que continua a venda – diferentemente do Brasil que os padrões antigos tiveram a comercialização proibida.

Brasil (Tipo N)

Em vigor desde 2010, as tomadas tipo N são utilizadas apenas no Brasil. São três pinos redondos, sendo dois paralelos e um terceiro no meio e ligeiramente abaixo. Este tipo de tomada não permite o uso de plugues com pinos achatados (tipo A e B). No entanto, é possível usar plugues tipo C mais novos (lançados depois de 2008).

 

 

FONTE: Turismo Adaptado 

National Car Rental dá dicas de acessibilidade

A locadora de automóveis National Car Rental também conta com carros para pessoas com necessidades especiais, como veículos com controles manuais, aceleradores especiais, extensores de pedais e também vans adaptadas com elevadores para cadeirantes. Essas pessoas requerem atenção especial na hora de viajar. Pensando nisso, a empresa elaborou algumas dicas e destinos que oferecem maior acessibilidade a este público. Confira algumas delas:

Hospedagem – Seja detalhista. Ao fazer a reserva em um hotel, por exemplo, explique a real necessidade da pessoa. Quanto mais detalhes, melhor o hotel adaptará o ambiente. Vagas de estacionamento, cadeiras de banho, botões dos elevadores e até um degrau de escada podem ser bem adaptados com antecedência.

Entretenimento – Procure opções com acessibilidade. Para o deficiente visual, por exemplo, no lugar de um museu em que apenas o título da obra está escrito em braile, será muito mais prazeroso visitar um jardim sensorial, disponível em alguns parques, como em Iselin (Nova Jersey) ou Jardim Botânico (Rio de Janeiro). Outra opção são as galerias táteis, como a existente no Museu do Louvre (Paris) e na Pinacoteca (São Paulo).

Destinos – Berlim recebeu em 2013 o prêmio de “Cidade Acessível” concedido pela Comissão Europeia e pelo Fórum Europeu da Deficiência, e conta com estações de metrô adaptadas para cadeirantes, além de museus sensoriais como o Neues Museum. Já em Barcelona é possível fazer city tours em ônibus de dois andares adaptados.

Broadway – A The Broadway League criou uma ferramenta onde estão listados todos os serviços de acesso disponíveis nos espetáculos na região de Nova York. No aplicativo há um filtro na hora de buscar um show que mostra os que têm, por exemplo, legendas, dispositivos de áudio descritivos, locais com estacionamento nas proximidades, se é apropriado para autistas e se há escadas rolantes, entre outros. Alguns locais listam até o tamanho das portas de entrada e altura do filtro de água. Além disso, os principais museus de Manhattan oferecem além de cadeiras de rodas e bengalas, equipamentos de som com descrição das obras, para serem usados por deficientes visuais.

Economia – Não necessariamente um portador de necessidades especiais gastará mais dinheiro para viajar. Porém, os custos podem aumentar conforme as adaptações que o turista precise fazer para usufruir de maneira prazerosa a viagem. Como não são todos os locais que oferecem acessibilidade, a oportunidade de escolha é menor, por isso é necessário priorizar lugares que possuam soluções para as necessidades individuais do viajante.

FONTE: Naticioanal Car 

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Ricardo
Falar sobre si não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Acho que por isso mesmo adiei tanto a atualização dessa página! Mas vamos tentar né? Você já teve a chance de conviver com um capricorniano? Pois é, aquele jeito louco, sonhador, aventureiro, e nem sempre com os dois pés no chão… Esse sou EU! Ricardo Tostes Pinto Perdigão, ou pra vocês, apenas Ricardo Tostes.

Analisando personagens com deficiência dos filmes da Disney (parte 1)

Muitas vezes assistimos filmes, séries e desenhos e nem percebemos que alguns dos personagens tem alguma deficiência. E isso é incrível, pois só comprova que se todos tratarem essas questões sem nenhum preconceito, o que é “diferente” acaba sendo “normal”.

Por isso, vamos analisar personagens dos filmes da Disney e tenho certeza que você já assistiu um deles:

Quasímodo (O Corcunda de Notre Dame) – É um personagem que se liberta do seu próprio preconceito. Ele se acha inferior, um monstro. Mas não consegue perceber o quanto é incrível construindo uma cidade inteira de madeira ou escalando corajosamente os prédios e torres. Mas tudo dependeu de sua criação: Frodo o trancou em uma torre durante sua vida inteira, o fez pensar que sua mãe não o queria (quando na verdade, no início do filme mostra que foi Frodo que não o quis) e que ele era um monstro e reforçou que a vida lá fora era difícil demais para alguém que tem deficiência como ele. Mas, quando ele conhece outras pessoas que não eram preconceituosas, especialmente Esmeralda, uma mulher que já tinha um histórico de luta por igualdade e justiça, ele descobre que na verdade, a vida de quem tem deficiência só é mais difícil por causa de pessoas preconceituosas como Frodo. Fantástico!

O filme só tem um defeito: sequer menciona a acessibilidade. Sequer menciona o que, traduzindo para a nossa sociedade atual, por exemplo, seriam rampas de qualidade, pisos táteis ou psicopedagogos em escolas públicas e privadas. Para o filme, um mundo sem acessibilidade ou com não fariam tanta diferença. O que todos sabemos que é uma grande bobagem.

Capitão gancho (Peter Pan) – O filme compara uma deficiência com, por exemplo, uma quebra temporária de joelho.

Lembro-me quando quebrei meu joelho. Eu o quebrei dançando. Hoje, tenho pavor de entrar em uma pista de dança.

Um crocodilo comeu a mão de Gancho. Hoje, ele tem pavor daquele crocodilo.

Mas é importante lembrar que deficiências são muito diferentes de machucados. Machucados são dores temporárias, mas deficiências são partes daqueles que tem alguma, além de que mudam totalmente a personalidade da pessoa, muitas vezes para melhor. Mas não foi o caso de Gancho: ele ficou traumatizado e sua vida ficou infernal após a perda de sua mão.

E outra coisa. Há aqueles que acham que o Capitão Gancho é imponderado, conseguindo fazer várias coisas que muitos preconceituosos duvidariam que alguém com deficiência faria. Mas ele nem consegue matar o menino Peter Pan ou o crocodilo.

Entretanto, para aqueles que gostam do personagem e querem defende-lo, vai aí um argumento convincente: Peter Pan foi lançado em 1953.

Soluço (Como Treinar o Seu Dragão) – Soluço realmente é um garoto que aprende a não ter preconceitos. Em sua convivência com Banguela, ele descobre que o que os habitantes de Berg sabiam sobre dragões era baseado em experiências rasas. E isso pode ser aplicado a qualquer preconceito, inclusive o capacitismo (aquele que se refere às pessoas com deficiência). Diante disso tudo, todo o preconceito gera uma reação, ruim e trágica na maioria dos casos. Os vikings achavam que os dragões eram ferozes por natureza, e, portanto, matavam os pobres animais. Certas pessoas acham que pessoas com deficiência são inúteis, e, portanto, excluem. Em entrelinhas, é isso o que o filme critica.

E isso sem falar de a partir do momento em que ele fica amputado. Primeiramente, ele se torna uma pessoa com deficiência, o que já desmistifica a ideia de que quem tem deficiência já nasce com uma. Em segundo lugar, em seus primeiros minutos aparecendo amputado, Soluço é glorificado por todos de Berg, não por ter deficiência, mas por ter revolucionado Berg. Em nenhum momento do filme (nem em sua continuação, o “Como Treinar o Seu Dragão 2”), ele não é tratado de maneira desigual em nenhum momento. Muito pelo contrário: com algumas acessibilidades (como na sela do Banguela (o dragão dele) ou usando prótese), ele é um hábil viking que consegue ir longe e encontrar sua mãe no segundo volume. Terceiro que na própria continuação, ele descobre quem ele é por dentro, de forma a desmistificar que pessoas com deficiência são apenas pessoas com deficiência: Soluço tem ensinamentos de seu histórico com Banguela, e principalmente, é um filho que herdou o jeitinho da mãe. Ele é muito mais que só com deficiência. Por último (mas não menos importante hahaha), ele tem uma namorada, Astrid, além de amigos fantásticos. Isto prova que pessoas com deficiência podem ter uma vida social normal e que nem sempre são assexuais.

Banguela (Como Treinar o Seu Dragão) – não nascido com deficiência, banguela, o dragão de Soluço, é um exemplo claro do quanto a acessibilidade é importante para pessoas com deficiência. Ele também é amputado, perdeu parte de sua cauda. Diante disso, soluço, seu dono, faz um ato inclusivo: constrói uma prótese para ele. Com ajuda da prótese e de Soluço, Banguela consegue voar novamente. Sem essas acessibilidades, o pobre bichinho iria morrer exilado.

Bocão (Como Treinar o Seu Dragão) – Apesar de ser o menos imponderado dentre os três personagens com deficiência da trama de Berg, Bocão é versátil: cumpre muito bem o seu papel de assistente do rei e de treinador de futuros matadores de dragões. Com um pouco de acessibilidade (perceba que o gancho dele está sempre mudando. Uma hora, é apropriado para tomar cerveja. Outra hora, para trabalhar, etc.), ele consegue tudo também.

Detalhe: assim como Soluço e Banguela, ele não tem deficiência desde que nasceu.

FONTE: Cantinho dos Cadeirantes

Castelos de Gelo: A história de uma jovem patinadora artística cega

Castelos de Gelo é um filme que retrata a história da jovem, bela e talentosa Alexis Winston (Taylor Firth), conhecida como Lexie, e a sua experiência como patinadora artística. O filme mostra o estilo de vida da protagonista antes de se tornar uma competidora famosa, quando ainda era apenas uma simples menina moradora de Iowa que morava com o pai e tinha em suas relações uma tia muito presente em sua vida e Nick Peterson (Rob Mayes), um namorado atencioso. Um dos hobbies mais realizados por Lexie era a patinação num lago congelado que havia perto de sua casa.

Construindo uma carreira na patinação: O início dos Castelos de Gelo

 

Ela tinha grande habilidade na patinação, tanto que sua tia a convenceu em participar de um torneio local apenas como forma de expressar a grande habilidade e facilidade que a menina possuía, mesmo sem ter a prática de acrobacias e movimentos técnicos. No dia do torneio um grande treinador estava presente para assistir à exibição das competidoras. Lexie se apresentou de maneira modesta, sem coreografias específicas ou glamour, mas de um jeito especial, conseguiu comover a plateia com a sua emoção e a sua sensibilidade.

Ela não venceu a competição, mas acabou chamando a atenção desse treinador. Este, observando seu potencial, sugeriu ser o treinador dela e a prepará-la para competir profissionalmente. Apesar do temor da família e do namorado em ver a menina ir para outra cidade, acabaram apoiando e acreditando na sua potencialidade.

Grande parte do filme Castelos de Gelo mostra o dia a dia de Lexie no convívio com um treinador sério, exigente, com os treinos exaustivos que eram preparatórios para os torneios que se seguiam no campo na patinação artística. Cada vez mais, Lexie foi se aprimorando a ponto de ganhar em segundo lugar no campeonato regional e em primeiro no campeonato estadual.

Sua jornada ao estrelato não é fácil. Ela tem que se superar, se reinventar e lidar com a distância da família.  Lexie foi sendo apresentada ao mundo como a mais brilhante patinadora daquela geração. Apesar da fama e do êxito recebido pela sua arte, Lexie se sentia solitária, há muito não via seu pai, não conseguia falar com o namorado e o distanciamento acabou esfriando o relacionamento deles.

A perda da visão interrompe sua carreira

Num dado momento do filme Castelos de Gelo, Lexie, ao patinar, sofre uma queda e bate a cabeça no gelo e fica cega. Ela entra em depressão, e precisa da ajuda das pessoas mais próximas para voltar a fazer uma das coisas que mais amava, que era patinar. Foram muitas palavras de incentivo, e longas horas de treino para reaprender a patinar, agora sem enxergar.

Até quando Lexie se sentiu preparada para competir novamente, e faz uma apresentação belíssima, emocionando toda a platéia, os jurados e a família. Ao sair da pista de gelo, ela acaba caindo devido às flores e os ursos de pelúcia que o público jogara em homenagem a ela. Seu namorado em seguida vai ajudá-la, e só a partir dali é que todos percebem a sua atual condição e ficam mais encantados ainda como ela conseguiu realizar a belíssima apresentação sem enxergar. O filme termina com ela e o namorado se beijando na pista de gelo e o público aplaudindo a exímia patinadora artística.

As percepções acerca do filme trazem reflexões sobre superação, determinação e crença em si próprio. Mostra também que através dos laços afetivos podemos conquistar vitórias, pois o apoio que o amor fornece ao indivíduo possibilita a superação de obstáculos. O fato de a personagem ter perdido a visão não significou que a vida dela tinha acabado, mas que novas mudanças sobre como perceber o mundo e conviver com as pessoas teria que ser reformulada.

Castelos de Gelo é um filme que trata a deficiência não como uma limitação à pessoa, mas sugere modos diferenciados de se portar na sociedade. A deficiência traz empecilhos, isto não é descartado, mas ela não invalida o ser humano, e sim promove espaços de transformação para aquela pessoa, mostra a diversidade dos indivíduos e as múltiplas possibilidades que eles podem adquirir se acreditarem que a deficiência não define quem eles são.

Abaixo você pode assistir o trailer de Castelo de Gelo!

Ford EcoSport 2018 passa a oferecer versão para PcD por R$ 63 mil

A Ford anunciou na terça-feira, 28 a chegada da versão do novo EcoSport exclusiva para pessoas com deficiência (PcD). Na verdade, o novo modelo nada mais é que o EcoSport SE com motor 1.5 e transmissão automática, que agora dispõe de isenção de IPI e também um desconto cedido pela própria marca. O novo Ford EcoSport 2018 para PcD pode ser adquirido por R$ 63.072, um desconto de 24% frente aos R$ 82.990 cobrados na tabela.

Por conta disso, o EcoSport para pessoas com deficiência segue o mesmo padrão do SE 1.5 AT disponível para os demais consumidores. O crossover compacto se diferencia em relação aos rivais pela lista de equipamentos bastante farta, com ênfase na segurança, sobretudo quando comparado ao recém-lançado Chevrolet Tracker LT para PcD, que custa R$ 72.346 com as isenções e oferece apenas dois airbags (mas leva vantagem no motor 1.4 turbo de 153 cv).

O novo Ford EcoSport 2018 para PcD é equipado com sete airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, sistema anticapotamento, direção elétrica, ar-condicionado, volante multifuncional revestido em couro, vidros, travas e retrovisores (com piscas integrados) elétricos, sistema multimídia SYNC 3 com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, sensor de estacionamento traseiro, entre outros.

Quanto ao motor, o EcoSport SE é dotado do novo 1.5 litro TiVCT flex de três cilindros. Ele rende 130 cavalos de potência quando abastecido com gasolina de 137 cv com etanol, e torque de 15,6 e 16,2 kgfm, respectivamente. Este propulsor está associado ao câmbio automático de seis marchas com conversor de torque – o modelo traz ainda a opção de transmissão manual de cinco marchas para os demais consumidores.

Vale lembrar que a linha do Ford EcoSport 2018 oferece ainda as versões FreeStyle 1.5 com câmbio manual ou automático, com preços de R$ 82.490 e R$ 88.490, respectivamente, e Titanium 2.0 com transmissão automática, por R$ 95.890.

FONTE: Notícias Automotivas 

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