HBO lança app de Game of Thrones com acessibilidade aos deficientes visuais

“Game of Thrones” é um verdadeiro fenômeno na cultura pop e vai ficar difícil estar alheio ao grande evento que será sua última temporada, que está chegando. E para não deixar ninguém de fora dessa festa, a HBO lançou no Brasil nesta semana o app HBO Inclusion, que oferece audiodescrição em português para deficientes visuais e legendas adaptadas com visualização ajustada e zoom para deficientes auditivos.

A ferramenta está disponível para as sete primeiras temporadas de “Game of Thrones” e os episódios do oitavo e último ano poderão ser vistos com o auxílio do HBO Inclusion sempre alguns dias após suas estreias. O serviço é completamente gratuito para o assinante do pacote HBO/MAX e da plataforma de streaming HBO GO — é preciso apenas realizar um registro com usuário e senha.

Fonte: Play Store

Uma das boas funcionalidades para quem quiser curtir em conjunto, é a possibilidade do app ser utilizado com fones individuais e em dispositivos móveis sincronizados com a transmissão. Assim, o HBO Inclusion permite que os usuários assistam ao conteúdo junto de outras pessoas, mas sem interferir na experiência de cada um.

HBO Inclusion deve chegar em breve às outras atrações

O recurso da audiodescrição oferece, por meio de uma narrativa em áudio inserida entre os diálogos, uma explicação dos cenários, personagens, formas, cores e detalhes da ação. Já a legenda adaptada permite ao usuário uma visualização nítida, com ajuste de tamanho e aumento do contraste. Além de Game of Thrones, a HBO expandirá gradativamente o conteúdo disponível para acompanhamento de algumas das suas séries, filmes e especiais com o uso do aplicativo.

 

FONTE(S)

Aluno leva amigo deficiente nas costas até a escola por seis anos "Pensei que, se não o ajudasse, ninguém mais o faria", relatou o amigo

Nos últimos seis anos, Xu Bingyang e Zhang Ze, ambos de 12 anos, têm sido inseparáveis. A amizade não é comum. Todo os dias, faça chuva ou faça sol, Xu carrega Zhang nas costas até a escola, na cidade de Meishan (província de Sichuan, China).

Zhang foi diagnosticado com miastenia grave, uma condição muscular rara também conhecida como doença da boneca de pano, aos 4 anos. O pequeno chinês perdeu todo o controle dos músculos voluntários das pernas. Ele não pode andar sozinho.

Além de carregar o amigo até a escola, Xu também o ajuda no almoço, no banheiro e nos deslocamentos para assistir a diferentes atividades curriculares. Xu e Zhang se conheceram na primeira série. Estão na sexta.

A boa ação era desconhecida até da mãe de Xu, conhecido pela timidez. Ela disse que o filho nunca havia falado sobre o seu nobre comportamento na família e ela só descobriu sobre isso com o relato de outros alunos.

 

via: ibahia.com

Filme – Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley Posted by portella on abril 05, 2019

Filme – Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley

Título: Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley
Título original: Walk. Ride. Rodeo.
Data de lançamento: 08 de março de 2019 (Netflix)
Duração: 1h 39min
Direção: Conor Ally
Gênero: Drama/Biografia
Nacionalidade: EUA

Sinopse: Mesmo após sofrer um terrível acidente de carro que a deixa paraplégica, a jovem Amberley Snyder (Spencer Locke) não desiste de seu maior sonho: se tornar a maior campeã de rodeio do país. Apesar de já ser a atual campeã, ela se esforça para prosseguir como a número 1 e volta aos treinos pronta para superar qualquer obstáculo.

Amberley Snyder desde pequena demonstra bastante agilidade em montar nos cavalos, por isso, sempre treinou para ser uma das melhores da região. Perto de conquistar o título, ela acaba sofrendo um acidente de caminhonete, ao capotar o veículo a jovem perde o movimento das pernas, tornando uma paraplégica.

Inconformada com toda a situação, ela acaba acreditando que nunca mais poderá montar em cavalos, consequentemente se distanciando do título tão sonhado. Mas, ao dar uma segunda chance para si mesmo, Amberley acaba encontrando motivos para não desistir.

Inspirado na incrível vida de Amberley Snyder, em Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley acompanhamos a inspiradora juventude da mulher. O filme é dirigido por Conor Ally e está sendo distribuído originalmente pela Netflix, nele as atrizes Spender Locke e Missi Pyle são os grandes destaques.

Lidar com problemas nem sempre é tão fácil como imaginamos, por isso em Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley acompanhamos uma história real sobre superação, onde o clichê consegue nos prender até o final, principalmente por não ser mais uma ficção sobre acidentes e superação no mercado cinematográfico.

O longa-metragem conversa o tempo inteiro com o público sobre superação, a biografia de Amberley Snyder pode ser um empurrão para muitas pessoas que estão perto de desistir dos seus sonhos. Mesmo impossibilitada de realizar diversas atividades, ela consegue encontrar formas de ser maior que seus desafios. Por outro lado, o filme levanta questões sobre não ultrapassar seus limites de forma rasa, mostrando em baseamento real como não respeitar o seu limite pode ser prejudicial.

Apesar de Amberley Snyder (Spencer Locke) ser a protagonista, Missi Pyle (Jumanji: Bem-Vindo à Selva) vivendo sua mãe acaba roubando a cena. A forma que a atriz transmite as preocupações materna é sentimental e tocante, ela se encontra desacreditada e sem esperança ao ver o sonho de sua filha indo embora devido o acidente de carro. Além disso, Pyle consegue ter expressões incríveis transpassando ao público a sua divisão interna entre persistir Amberley ou fazê-la não arriscar a sua saúde.

Ao conhecer a história de uma jovem de 19 anos lidando com o seu novo estilo de vida, também acompanhamos os seus familiares e amigos se comovendo com as condições de Am — apelido íntimo direcionado por alguns. — Durante as cenas os extremos são demonstrados de forma abrangedora, seja da paraplégica, da mãe da deficiente e qualquer outra pessoa, o longa nos apresenta todos sendo esperançosos e ao mesmo tempo desejando desistir, sendo realistas e, por outro lado, sonhadores.

Andar Montar Rodeio: A Virada de Amberley é recheado de clichês já apresentados em outros filmes, onde uma menina fica impossibilitada de realizar suas atividades, mas acaba sendo persistente e procurando formas de lidar com isso. Infelizmente o trabalho de direção de Conor Ally acaba ficando previsível, enfraquecendo um pouco todo o enredo por esse motivo.

A produção do filme é boa, a forma como a equipe ficou preocupada com Spender Locke interpretando uma paraplégica é incrível, aparentemente a produção ficou atenta com os detalhes e costumes da jovem, fazendo com a atriz não cometesse erros durante a atuação. Além desse cuidado, a trilha sonora reforça bastante o cenário do longa-metragem, trazendo músicas cowntrye até mesmo utilizando algumas gírias de rodeios durante os diálogos, enriquecendo o roteiro.

Fonte: Vida Show

O BENEFÍCIO DA MUSCULAÇÃO NA VIDA DE UM CADEIRANTE

A atividade física é o tipo de coisa que só pode trazer benefícios e isso inclui quem tem alguma dificuldade de mobilidade. A musculação para cadeirantes, por exemplo, pode ser essencial para aumentar a qualidade de vida.

Embora ainda enfrente muitos obstáculos, a inclusão de cadeirantes na rotina de uma academia tem se popularizado. Isso acontece porque mesmo que existam limitações nos membros inferiores, é possível trabalhar outros grupos musculares que vão ajudar no dia a dia e também na autoestima. Para pessoas que tenham algum movimento nas pernas, os exercícios podem ajudar a fortalecer a musculatura e auxiliar no processo de reabilitação.

Como as lesões de cada cadeirante variam bastante, é essencial ter acompanhamento especializado ao iniciar um treino de musculação, com liberação de médicos e fisioterapeutas. Entenda como esse tipo de exercício pode ajudar:

Reabilitação: antes de voltar para a academia, o cadeirante precisa fazer fisioterapia o mais rápido possível. É essencial manter o máximo de massa muscular e evitar o acúmulo de gordura, embora seja mais difícil, já que é comum acabar engordando após o uso da cadeira.

Treino Adaptado: aqui é importante levar em consideração as diferentes possibilidades de quem perdeu o movimento das pernas. Há casos em que a sensibilidade é mantida, ou que há força em certas partes da perna. O responsável pelo treino deve adaptar as séries e repetições conforme estas variáveis.

Qualidade de Vida: no caso de paraplégicos, a força nos membros inferiores é essencial para aumentar a independência. Exercícios funcionais devem ser parte do treino, porém, aumentar a capacidade muscular é tão importante quanto, especialmente para as transferências entre cadeira e outros móveis.

Memória Muscular: dependendo da lesão, é possível que a musculação ajude a ativar a memória muscular, ajudando na recuperação de certos movimentos. Não se pode dizer que os exercícios fazem milagres, porém, contribuem bastante.

Autoestima: eis aqui um ponto muito importante. Após perder os movimentos das pernas, muita gente acaba sofrendo também com a dificuldade de lidar com a nova condição e imagem. Frequentar uma academia garante um senso de segurança muito maior.

Em geral, cadeirantes ainda não são muito vistos em academias. No entanto, a tendência é que isso mude cada vez mais, especialmente porque os avanços da ciência indicam que a perda de movimentos não precisa mais ser um destino definitivo. Manter uma rotina de exercícios garante mais qualidade de vida e saúde, além de ajudar a combater o preconceito.

Bailarinos superam deficiência e trazem alegria através da dança Por Suelen Bastos

A dança e a música tem potencial transformador na vida das pessoas. E é assim que cinco bailarinos deram um novo significado às dificuldades.

Carol Bahia; Dário Lekost; Cláudio Moreno; Sandra Santos e Renata Monnier adquiriram deficiência visual ao longo da vida. Mas aprenderam no coletivo Ver e Não Ver, a se conectarem de forma mais profunda por meio da arte.

A bailarina e idealizadora do coletivo, Leila Abraão, é especialista em recuperação motora através da dança, e ela explica que a inspiração para o projeto veio justamente por acreditar que as pessoas com deficiência visual podem desenvolver uma nova perspectiva através do toque, dos movimentos corporais e da sincronia em grupo.

O sucesso da iniciativa foi tão grande, que o espetáculo ‘Abraço’, criado por eles em junho do ano passado, foi selecionado para o festival social Tudanzas, em Barcelona, na Espanha, que começa no dia 27 de abril e vai até o dia 1º de maio.

Como os custos da viagem são muito altos, o coletivo Ver e Não Ver criou uma vaquinha online para cobrir parte do valor. Ate o momento, eles já receberam pouco mais de 4 mil reais, mas a meta é alcançar, pelo menos, R$ 9 mil reais.

Para acessar o link, clique aqui. benfeitoria.com/verenaover

http://bandnewsfmrio.band.uol.com.br

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